quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

As escrituras judaicas são o mais antigo registro histórico, em qualquer lugar, de genocídio sistemático.

"E deves destruir todos os povos que o Senhor teu Deus te der, e teu olho não terá piedade deles"
(Deuteronômio 7: 2, 16).

O olho da maçonaria e dos Illuminatis?
A conspiração judaica não é um mito, nem os sacrifícos sangrentos são mitos entre os judeus, se for levado em conta que tudo o que está escrito na Bíblia por eles mesmos se diz ser uma verdade. Então, tá , realmente esse trecho da Bíblia combina com tais rtiuais e não podem, então com base nele, serem considerados mitos. E não sou eu quem afirma isso, é a própria bíblia que diz e se crê escrita por rabinos judeus.  Por que é que ninguém vê isso? Por que é que ninguém acusa os judeus e seus escritos violentos, xenofóbicos e declaradamente inimigos dos goins(os que não são judeus), como os escritos deuteronomistas ?

Abuso sexual de cléricos não é "privilégio" só entre católicos

Como toda a mídia mundial está em mãos de judeus sionistas então fica fácil saber porque só os abusos sexuais dos cléricos católicos são amplamente divulgados e os dos judeus são intencionalmente esquecidos. Só não entendo porque não há uma revanche. Os sionistas judeus são o maior exemplo na Terra de unidade tática.


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Abuso sexual entre os Judeus -Testem. Jeová.

Judeus :
O rabino Arthur Schaefer Gross é um professor de direito e ética na Loyola

Marymount University.É sua convicção de que o abuso sexual entre os rabinos se aproxima daquela encontrada entre o clero protestante.

De acordo com um estudo, 73 % das mulheres dos rabinos relatam casos de

assédio sexual.

“Infelizmente”, conclui o rabino Schaefer, “as reações de nossas comunidades até

o momento têm sido muitas vezes baseadas em “manter as coisas” em silêncio em

uma tentativa de fazer” controle de danos “.

Medo de ações judiciais e má publicidade ditaram uma atmosfera de vozes

silenciadas e indignação contra aqueles que ousam romper falando para os de fora.

Rabino Joel Meyers, vice-presidente executivo da Assembléia Rabínica Conservadora,

relata que30 % dos rabinos que mudaram de posto, em 2000, fê-lo involuntariamente, e que o abuso sexual foi um fator em muitos casos.



O Awareness Center dedica todo um site para “abuso do clero: os rabinos, cantores

e outros funcionários de confiança.”



É um franco e detalhado olhar sobre o problema de abuso sexual por parte de

rabinos.



Testemunhas de Jeová



O problema do abuso sexual de Testemunhas de Jeová é evidente entre os

anciãos da igreja, mas a maior parte do abuso vem dos membros da congregação.



“As vítimas que se adiantaram, na sua maioria são meninas e mulheres jovens”,

escreve Laurie Goodstein no New York Times “, e muitas acusações envolvem

incesto.”



Há um grupo de apoio às vítimas acessível “, silentlambs”, que reuniu mais de 5.000 testemunhas afirmando o que a igreja (testemuhas de jeová) lidou mal com abuso sexual infantil.



http://www.catholicleague.org/research/abuse_in_social_context.htm



tradução – vanderley d.



colaboração – Fernando Nascimento.

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=32876590&tid=5463012999772115721&start=1


Escrito por caiafarsa

julho 16, 2010 às 1:43 am

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Sionistas importando índios do Peru

Os sionistas querem um gigantesco Estado de Israel



Para garantirem a maioria judaica na Palestina , os sionistas importam índios do Perú para fabricarem novos judeus. E se a moda pega aqui no Brasil? Quantas reservas brasileiras sob o disfarce de ongs estrangeiras, já não são dirigidas por nossos índios aos serviços da poderosa comunidade israelita sionista?

O texto abaixo é copiado na íntegra. Vejam como os sionistas mentem descaradamente para os índios, e os usam para ocupar a palestina:

“Em uma escola de estrutura pré-fabricada, no assentamento cisjordaniano de Alon Shvut, há algumas dúzias de pessoas sentadas, cantando uma popular canção hassídica: "Todo o mundo é uma ponte muito estreita e o principal é não ter medo." Cantam com sentimento, ainda que a maioria não entenda uma única palavra da canção. Como é costume nas escolas religiosas, a classe está dividida em uma seção para homens e outra para mulheres. As mulheres usam chapéus e as cabeças dos homens estão cobertas por casquetes feitos de tecido. Tanto os homens quanto as mulheres têm traços de indígenas sul-americanos.

Quase sem que se note, um novo tipo de judeus está nascendo nos assentamentos. Judeus que certamente estão unidos a Israel e a tudo o que é israelense apenas por uma ponte muito estreita. Ainda não visitaram Tel Aviv ou Haifa, e nunca ouviram falar de Degania, o primeiro kibbutz, ou de seu vizinho, Kinneret. Miki Kratsman, o fotógrafo e eu tivemos o privilégio de ser os primeiros judeus seculares que conheceram. No entanto, estão convencidos do sentido histórico de seu direito a este país.

"Somos de origem índia", diz Nachshon Ben-Haim, anteriormente chamado Pedro Mendoza, "mas no Peru, nos Andes, não resta cultura indígena. Todos se transformaram em cristãos, e por isso fizemo-nos judeus. Nós também éramos cristãos e íamos à igreja".

O milagre da criação dessa comunidade de novos judeus tem que ser creditada — ou debitada — inteira e exclusivamente na conta do Grande Rabino de Israel. Por ordem do grande rabino asquenazi, Israel Meir Lau, uma delegação de rabinos viajou ao Peru. Durante suas duas semanas no país, converteram 90 pessoas ao judaísmo, a maior parte delas de origem indígena.

"Encontramos um pequeno rio entre Trujillo e Cajamarca e todos foram imersos nele. Levamos um grupo de Lima para imergir no oceano e então tivemos que voltar a casar em uma cerimônia judia, segundo a halajá (lei religiosa judia)", diz o rabino Eliyahu Birnbaum, juiz do tribunal de conversão e membro da delegação.

EMIGRAÇÃO A ISRAEL

Os rabinos converteram somente aqueles que se disseram dispostos a emigrar imediatamente a Israel. "Impusemos essa condição porque nas áreas remotas em que viviam não havia possibilidade de se respeitar as regras do kosher e era importante assegurar que eles viveriam em um ambiente judeu. Na realidade, a condição não era necessária, porque de qualquer modo eles estavam imbuídos de tal amor pelo país de Israel, que é difícil descrever," diz o rabino David Mamo, presidente adjunto do tribunal de conversão.

"Vendo seu entusiasmo pelo país de Israel compreendemos que a conversão fazia parte de um processo completo incluindo a aliya (emigração a Israel), de maneira que lhes dissemos: do mesmo jeito em que vivem em uma comunidade aqui, vocês poderiam unir-se também a uma comunidade em Israel," diz Birnbaum. "O rabino Mamo e eu vivemos em Gush Etzion (um grupo de assentamentos ao sul de Belém) e acreditamos que, quando se trata de assentamentos orientados à uma comunidade, não há nada que se possa comparar com Alon Shvut e Karmei Tzur (ambos em Gush Etzion), que disseram estar dispostos a absorver os novos imigrantes."

Os 90 novos imigrantes, incluindo 18 famílias, foram levados diretamente do aeroporto aos dois assentamentos. Leah Golan, diretor do departamento responsável pela imigração na Agência Judaica diz: "Nós, como Agência Judaica, trazemos a Israel todos aqueles que tenham sido apontados como tendo direito à aliya, — quer dizer, todos aqueles que tenham sido reconhecidos como judeus pelo grande rabino ou pelo Ministério do Interior."

"Geralmente, os imigrantes em potencial estão em contato com os nossos emissários da aliya e recebem informações muito confiáveis sobre as possibilidades de alojamento, emprego e educação em Israel. Mas no Peru não temos um emissário: só há uma pequena comunidade judia de umas três mil pessoas, de modo que só temos um escritório em Lima que é atendido por uma mulher local. Assim, a Agência Judaica não teve nada a ver com a decisão sobre onde esses novos imigrantes iriam morar ou que tipo de trabalho iriam fazer. Todas as decisões a respeito foram aparentemente tomadas pelos rabinos." Teoricamente os novos judeus tinham a opção de unir-se à comunidade judia no Peru, mas essa foi eliminada.

"Como falar sem ofender a ninguém?", diz Birnbaum. "A comunidade em Lima consiste de uma certa classe sócio-econômica e não os queria porque são de um nível inferior. Havia uma espécie de acordo de que, se fossem convertidos, não seriam agregados à comunidade de Lima, assim, não sobrou outra alternativa senão estabelecer a condição de que emigrassem a Israel."

Os novos judeus não encontraram dificuldades similares nos assentamentos, onde foram integrados sem problemas. "Agora, graças a Deus, vivemos no lugar por onde andou o patriarca Abraham, o judeu número um," diz Ephraim Perez, que até bem pouco tempo, em Trujillo, Peru, era conhecido como Nilo.

DESCENDENTES DE COLOMBO

Acontece que, para eles, o Peru também tinha um antigo antepassado judeu próprio: "É sabido que Cristóvão Colombo era judeu", diz Batya Mendel que era cidadã peruana e tinha o nome de Blanca. "E já que ele esteve no Peru, ali nasceram muitos judeus."

Colombo judeu? "Sempre falam a seu respeito no Peru, que visitou muitos lugares no Peru e deixou sangue judeu por todas as partes," diz Mendel. "Há também muitas seitas cristãs que obedecem aos mandamentos desde então. Quando éramos cristãos, também observávamos todo tipo de mandamento, tais como Pascha [sic] e Shavuot."

Assim, são realmente de origem judia? "Não, no Peru todos são uma mescla de nativos com todo tipo de conquistadores, porém houve muita influência judia através dos marranos (judeus que viveram durante a Inquisição espanhola, mantendo secretamente a sua fé apesar de haverem se convertido ao cristianismo) e através de Colombo. Quando ainda éramos cristãos e íamos à igreja observávamos alguns mandamentos como o Shabat e os dias festivos."

Os rabinos Mamo e Birnbaum, assim como os funcionários dos assentamentos, se referem aos 90 novos judeus como a "terceira aliya" já que houve dois grupos anteriores que vieram do Peru em 1990 e 1991.

Batya Mendel decidiu, na sua emigração a Israel, hebraizar não apenas seu nome, mas também o sobrenome. "Tornei hebraico o meu sobrenome mudando-o para Mendel", explica, "porque todos os anos, na década de 90, um rabino chamado Miron Sover Mendel ia ao Peru para a Páscoa e sempre passava uns poucos dias em Trujillo, uns poucos dias em Cajamarca e uns poucos dias em Lima, e nos ensinava o judaísmo. Ele morreu há cerca de meio ano e assim, quando me perguntaram por um nome na conversão, solicitei em sua memória que meu sobrenome fosse mudado para Mendel."

O que a fez vir a este assentamento? "O Ministério de Absorção disse que deveríamos vir para cá e agradeço a Deus por ter nos enviado," diz Mendel. "É o país do patriarca Abraham, e as pessoas daqui são muito agradáveis."

Segundo Ben-Haim, "a idéia de que haja alguns palestinos aqui é uma mentira. O povo palestino nunca existiu e só quando os judeus abandonaram seu país é que vieram os árabes tratando de apoderar-se e de demonstrar que têm algum direito aqui. Mas não podemos estar de acordo com isso, porque o Senhor deu a terra a Abraham, Isaac e Jacó para sempre, e todos os judeus ficarão unidos e amarão o Senhor com todo seu coração, e então todos os problemas se solucionarão."

Qual é a solução? "No Peru eu pensava que todos os judeus em Israel eram religiosos praticantes," diz Mendel. "Só quando cheguei aqui é que soube que quase 30% dos judeus não são religiosos, e isso me cortou o coração."

Foi isso que lhe disseram antes — pergunto -, que a maioria dos judeus em Israel são religiosos? "Sim, a maioria, mas não todos. Mas se todos chegassem a ser totalmente religiosos e se unissem, o Messias viria e os problemas com os palestinos se solucionariam, porque eles iriam embora daqui."

Os olhos de Mendel brilham enquanto fala: "Será o dia mais maravilhoso do mundo, quando todos os árabes se tornarem judeus, observarem os mandamentos e amarem ao Senhor; e quando vier o Messias, não haverá ninguém no país de nossos antepassados que não ame ao Senhor e ao judaísmo com todo o seu coração."

Você só se converteu em membro desta nação há uns poucos meses, e está neste país há menos de dois meses — digo —, sabe que há árabes e suas famílias têm vivido aqui há centenas de anos?

"Mas Deus disse que todo aquele que se tornasse judeu de coração e observasse os mandamentos, ele dará seu coração de uma geração à outra."

RECRUTAMENTO PARA O EXÉRCITO

Ben-Haim não fica preocupado pelo fato de, ao ser enviado a um assentamento, também ter sido recrutado por um grupo político em particular: "Sabíamos que estávamos indo a um lugar que é chamado 'os territórios'** porque há pessoas que conhecemos que emigraram antes e vivem nos territórios. Mas isso não me causa problemas, porque não considero que os territórios sejam territórios ocupados. Não se pode conquistar o que já era seu desde o tempo do patriarca Abraham."

Ben-Haim diz que depois de terminar o curso de hebraico que está fazendo, talvez entre no Exército, "porque eu não servi o Exército no Peru, e é algo que me falta, e também porque quero defender o país, e se não há alternativa, matarei árabes. Porém estou seguro que os judeus matam árabes apenas em legítima defesa e por justiça, mas os árabes, não. Eles matam porque gostam de matar."

Ele baseia essa opinião em sua visão científica do judaísmo: "O árabe tem o instinto de assassinar e matar como todos os não-judeus, os gentios. Apenas os judeus não têm esse instinto — é um fato genético."

Mas se você não nasceu geneticamente como judeu, não tem também esse mesmo instinto? "Talvez isso tenha ocorrido, mas não importa porque agora somos todos judeus."



* Síntese de matéria publicada inicialmente pelo jornal israelense Ha'aretz em 7 de agosto de 2002, depois reproduzida na íntegra por outros jornais. Site: www.palestina1.com.br

** Territórios pertencentes aos palestinos ilegalmente ocupados por Israel, segundo a ONU. “

Fonte do site : http://www.anovademocracia.com.br/

Sionistas sempre foram escravagistas, A sua atiguíssima e poderosíssima Compainha da Índias que o diga


Os leitores podem ler abaixo a tradução do artigo publicado pelo Jewish Telegraph, a 18/10/2010, e tirar suas próprias conclusões.


Rabino Ovadia Yosef: “Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro”


Gentios somente existem para servir os judeus


O líder dos judeus sefarditas, grão-rabino Ovadia Yosef, disse em seu sermão semanal do sábado (Sabbat) à noite que os não-judeus existem para servir os judeus.


“Os Goyim (não judeus) nasceram unicamente para nos servir. Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”, afirmou.

“Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, irão arar, colher. Nós sentaremos como um efêndi e comeremos”, disse ele rindo.

Yosef, líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel, também disse que a vida de não-judeus é preservada para evitar maiores perdas financeiras aos judeus.


“Com os gentios, será como com qualquer outra pessoa: eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro. Este é seu servo. É por isso que ele vive bastante, para trabalhar para seu judeu”, disse o rabino que acabou de comemorar seu 90º aniversário.


http://www.jta.org/news/article/2010/10/18/2741341/rabbi-yosef-non-jews-exist-to-serve-jews


O pronunciamento do rabino foi transmitido pelo rádio.
O que é o anti-semitismo diante dessa despudorada postura muito mais do que xenofobia por uma minoria, mas que é um ataque a Humanidade. Porque a ONU não se manisfesta contra isso?Será que é porque ela é controlada pelos judeus sionistas? Quem ainda duvida disso?
   
Leia mais sobre isso, e na íntegra no excelente site http://www.inacreditabel.com.br/

Recuse os alimentos transgênicos no Brasil

Mande uma carta ao ministro da agricultura revelando sua oposição ao arroz transgênico, entre outros alimentos. Sendo que o arroz é a base de nossa alimentação aqui no Brasil.
A inescrupulosa empresa sionista Bayer pretende que a União Europeia aprove a importação e consumo do arroz LL62, um arroz transgénico que é muito diferente do arroz convencional tanto em termos de vitaminas (B5 e E), como em cálcio, ferro e ácidos gordos. O arroz transgénico LL62, da empresa Bayer, foi manipulado para se tornar resistente a grandes doses do herbicida glufosinato, também da Bayer. Isso significa que cada bago de arroz transgénico vai ter mais resíduos desse poluente do que qualquer outro tipo de arroz - e o glufosinato foi avaliado como sendo de «alto risco» para o ser humano e outros mamíferos.
 Na realidade, esse herbicida glufosinato é tão tóxico que já foi decidida a sua proibição na União Europeia a partir de 2017. Mas até lá....  Também não  resolverá se o glufosinato, for apenas proibido, na pantação, pois acabará por voltar a entrar na cadeia alimentar através do arroz importado.

Os resíduos do herbicida não desaparecem quando se coze o arroz? Não. E nem do solo onde foi aplicado.

A entrada do arroz transgénico na Europa, segundo documentos da própria empresa Bayer, vai levar à contaminação dos campos de cultivo de arroz normal. O mesmo se dará nos outraos países.

A Bayer não é de confiança. Nos Estados Unidos em 2006 uma das suas variedades de arroz transgénico, apenas autorizado para testes experimentais, contaminou extensas áreas de arroz agulha e o resultado foi um prejuízo superior a 1,2 mil milhões de dólares para toda a indústria arrozeira daquele país. E a Bayer, o que fez? Descartou-se de todas as responsabilidades afirmando simplesmente em tribunal que esse acidente tinha sido «um acto de Deus»! (esses monstruosos sionistas são incrivelmente descarados).

A Bayer quer forçar a União Europeia a aprovar a importação do arroz LL62 de modo a depois começar o cultivo em países com legislação mais frágil. A consequências será a contaminação das variedades de arroz um pouco por todo o mundo. E finalmente a União Europeia ver-se-á obrigada a autorizar o cultivo transgénico também em outros países porque – tal como já acontece com outras espécies – as variedades normais de arroz terão ficado irremediavelmente comprometidas.

Por isso vale a pena mostrarmos ao ministro de que lado temos de nos colocar, porque a nossa posição pode fazer a diferença.

Acredito que a doença da vaca louca, fora um teste. É possível que os animais tenham sido alimentados com ração feita com ingredientes transgênicos. Agora os porcos serão alimentados com as batatas transgênicas na Europa. Quem hoje sabe realmente os efeitos destes "alimentos" nos organismos tanto dos animias como nos de quem os comerem? Não é preciso ter uma bola de cristal ou uma máquina do tempo, para supormos a grande possibilidade de milhões de pessoas adoecerem e depois de muito sofrerem morrerem por doenças causadas pelos agrotóxicos da Bayer.

Um conselho para quem possui terras: Pesquise e crie um modo de armazenar sementes do arroz original(que não é transgênico) guarde essas sementes de modo a se conservarem por longos períodos e também vá plantando e colhendo sempre da mesma roça, pra se assegurar que ele é o seu arroz original. Trate isso como um "segredo de estado" e um grande tesouro. Aliás faça isso com todos os tipos de sementes de outros alimentos. Em poucos anos, eu acredito que essas sementes valerão uma fortuna, e garantirão a saúde dos seus entes queridos.   E jamais venda ou se desfaça de suas terras. também acredito que depois que a Nova Ordem Mundial( = Sionista) se instalar por completo, só sobreviverão com saúde quem tiver terra, com fonte de água e sementes originais para platarem seus próprios alimentos.

Márcia Zaros

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cautela nunca é demais

É bem verdade que a ciência matou os deuses e deixou os sacerdotes obsoletos, mas nem por isso façamos dos nossos cientístas nossos "magos" da felicidade e vida eterna. Cautela com os transgênicos(ainda não sabemos as reais conseqüências deles no nosso organismo), cautela com a exagerada automação(gerando desemprego e obesidade).
Márcia Zaros

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sionismo Judaico

Os protocolos dos sábios de Sião
simples "teoria de conspiração"?


Alfredo Braga

É fato conhecido que pessoas hipócritas, para se esquivarem de acusações e denúncias de crimes, vão sistematicamente lançar calúnias, ou dúvidas sobre a autoria ou a procedência dessas denúncias, mas nunca respondem sobre o mérito da acusação, nem sobre os crimes que seguem cometendo.
Gandhi, em seu claro Manifesto sobre os judeus na Palestina, denuncia a imoralidade e a feroz brutalidade dos judeus contra o povo palestino e crimes contra a humanidade, mas as respostas de judeus a essas acusações, limitam-se a questionar se Gandhi realmente teria escrito o Manifesto... ou a insinuar que o Manifesto seria falso, ou que teria caducado pelo tempo decorrido desde que foi publicado... Enfim, agarram-se a tudo, mas não respondem, preferem confundir e desconversar. E quando o assunto então é sobre Os protocolos dos sábios de Sião1, imediatamente aparece toda a sorte de sociólogos, jornalistas, professores, todos sempre com essa mesma obscura e metódica ladainha de suposições dispersivas e hipóteses fantásticas2, tentando distrair e esconder, a qualquer custo, o significado daquele texto insolente, escandalosamente exato e comprometedor.

Esse movediço discurso das organizações judias que circula em jornais e revistas e na internet, e em grandes programas de televisão, tenta nos convencer que os Protocolos — como querem com o Manifesto de Gandhi — ou nunca existiu, ou é falso, ou é "fruto da nossa malícia e inveja e do anti-judaísmo arraigado em todas as épocas da História e em todas as nações e povos do planeta... e das pessoas que acreditam em ridículas teorias de conspiração..."

 

Mas a História nos ensina — e adverte — que quando livros são queimados e proibidos, e pessoas são condenadas e lançadas em prisões por crimes de consciência, alguma assustadora verdade está sendo escamoteada e ocultada... e algo de podre já anda por aí, como o indecente obscurantismo do Índex judaico nas bibliotecas públicas e nas universidades e agora, a Inquisição Sionista.
NOTAS:

1 Os protocolos dos sábios de Sião — tradução, notas e comentários de Gustavo Barroso, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1936, 238 páginas.

2 Depois de décadas e décadas esgueirando-se por todos os lados para abafarem as denúncias que pesam sobre as suas organizações judeo-sionistas, agora ressurgem — e não por acaso durante o caos administrativo na derrocada da antiga União Soviética — com uma "conspiração diabólica da polícia secreta do Czar Nicolau II, a Okhrana, que inventou os Protocolos para difamar os judeus"... enquanto isso, em Jerusalém, uns honestos arqueólogos e historiadores judeus, vão "descobrindo" túmulos e evangelhos... em Amsterdã, em plena ocupação das tropas alemãs, em 1943, o diário de uma menina judia já era escrito com caneta bic... agora resta-nos assistir ao que esses honestos especialistas judeus "acharam" em uns fantásticos arquivos do III Reich... que durante longos sessenta anos estiveram, esquisitamente "secretos", sob a sua guarda... Por ironia, a Alemanha é o único país do Eixo (Japão, Itália, Alemanha) ainda sem a assinatura de um armistício, ou de um Tratado de Paz depois da II Guerra Mundial, mesmo depois do Tribunal de Nuremberg e, portanto, nenhum governo ou órgão alemão poderia manter "arquivos de guerra secretos", como afirmam falsamente esses "honestos" pesquisadores judeus.

Como se vê por esses rápidos exemplos, está mais do que evidente que em toda essa movimentação dos historiadores judeus, são eles os grandes especialistas em fraudes e falsificações e os únicos a quem interessa escamotear e falsificar a História.

O insolente texto, Os protocolos dos sábios de Sião é, em si mesmo, um documento congruente com fatos históricos e, a cada dia, as metas da sua cínica arquitetura vêm sendo escandalosamente confirmadas pari passu à furiosa escalada da influência e da arrogância do judaísmo internacional em todos os âmbitos e camadas da nossa sociedade.

Apesar dessas pessoas jurarem, até pela alma da própria mãe, que não sabem de nenhuma conspiração internacional, é uma judia, Hannah Arendt (citada pelo judeu Attali) quem diz: "Não existe melhor prova desse conceito fantástico de um governo mundial judaico do que essa família, os Rothschilds, estabelecidos em cinco países de regimes diferentes, poderosos em cada um, em estreitíssimas relações de negócios com pelo menos três desses governos, e sem que guerras e conflitos entre essas nações jamais tenham, nem ao menos por algum momento, abalado aquela firme solidariedade entre banqueiros."...

Com o ladino sofisma da expressão "conceito fantástico", evidentemente a venerada discípula judia de Heidegger tenta ironizar a trama, e assim escamotear a realidade da criminosa influência desses judeus em nossas nações. Para compreendermos os obscuros motivos pelos quais o Brasil segue, década após década, governo após governo, condenado a permanecer o "País do Futuro", basta ler a denúncia de Gustavo Barroso sobre essa prática judaica em Brasil, colônia de banqueiros.

Ainda agora vimos as maquinações e os conluios entre os Bancos que lograram arrebatar dos cofres do nosso país mais de cento e setenta bilhões de dólares, e sem que ninguém saiba de onde veio e nem para onde foi, ou onde está agora essa imensa quantia. Imediatamente, e durante alguns dias depois de um escândalo como esse, todos — jornalistas, professores, políticos, magistrados — mostram-se convenientemente e civicamente indignados mas, quando alguém dá nome aos bois e denuncia a extensão e os tentáculos do câncer, como fez Gustavo Barroso, é imediatamente atacado e acusado de ser racista, nazista... mas não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...

Em 2004, a camarilha do presidente do México, Vicente Fox, através de um decreto aprovado pelo Congresso Nacional, proibiu o ensino da História Mexicana e Universal nas escolas públicas, permitindo somente o que foi noticiado em jornais nos últimos dez anos... E assim vão, apagando a História e a consciência do povo mexicano. Quanta tristeza e vergonha e revolta sentiria Octávio Paz; ele iria perguntar se o Sr. Fox também ousaria proibir a esses rabinos ensinarem a Torá, ou o Talmude aos seus judeus "mexicanos"...

Por aqui, essas manobras judeo-sionistas não foram necessárias, pois a nossa História, além de ser mal ensinada nas escolas, é insistentemente ridicularizada e vilipendiada por "historiadores-atores" nas grandes redes de televisão e por uns certos roteiristas e cineastas "brasileiros"...

Mas por que esses pedagogos judeus não aplicam em suas yeshivas (escolas judaicas) as mesmas "teorias pedagógicas" que furiosamente vêm disseminando em nossos países? No Brasil, subtraíram dos currículos o ensino das Línguas Clássicas, e o ensino da Gramática é criminosamente omitido... Agora, uns esquisitos pedagogos "brasileiros" decretam que só podem ser considerados "bons professores" aqueles que vão distribuindo notas altas aos alunos das escolas públicas; e, segundo essas pessoas, os que não aceitam falsificar os conceitos e as avaliações do rendimento escolar, devem ser advertidos, e afastados... e ninguém diz nada... nenhum educador se espanta, nenhum psicólogo se manifesta, ninguém da academia... os doutores... silêncio... e não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...

"Não se trata de atacar cegamente um moinho, mas de nele penetrar e, compreendendo seu funcionamento, inverter seu mecanismo, voltando-o contra si mesmo."

Carlos Zilio

1997

Ao contrário do que pretende a hipócrita campanha de propaganda judeo-sionista, é evidente, para qualquer pessoa de bom senso, que o crime e a malícia estão nos atos perpetrados contra as nossas nações e contra as nossas populações, e não na denúncia que se faz desses atos, ou em quem denuncia esses crimes contra a humanidade.

Que mais ainda deve ser dito sobre a evidente sincronia e sobre a ladina orquestração da sabotagem do ensino e da educação das nossas crianças e jovens, em vários países e em várias partes do mundo? Que mais ainda deve ser dito sobre a vampiresca sangria, e o perverso garrote financeiro que esses banqueiros internacionais — não importa a máscara que estejam usando agora — impõem às nossas nações? Essa triste realidade, é alguma ingênua "teoria de conspiração", ou é a ponta de um terrível iceberg há tanto tempo denunciado com a publicação d'Os protocolos dos sábios de Sião?

"O mundo está suficientemente preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."

David Rockfeller

1991

Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?

De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?

Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?

Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?

Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?

Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?

Só uma última pergunta: Por qual estrangeira razão, ou tortuoso raciocínio, alguém ia preferir ainda confiar, ou acreditar, nesses banqueiros sem pátria, e em seus políticos corruptos e sociólogos e jornalistas venais, para duvidar do patriotismo e da seriedade de um verdadeiro brasileiro como Gustavo Barroso, ou de um César Lattes, ou de um Martinho Penido-Burnier, ou de patriotas como Paul Rassinier, ou do Mahatma Gandhi?

Fonte: www.alfredo-braga.pro.br

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Inacreditável

Símbolos "curiosos" o Paganismo dentro do Vaticano.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Por que no Brasil um candidato a um cargo político sendo ele ateu não pode revelar seu ateísmo sem comprometer sua possível vitória?

Vivemos mesmo num Estado Laico?
Fui convidada a concorrer a um cargo político em minha cidade , e uma das coisas na "listinha" de exigências, foi que eu guardasse meu ateísmo só para mim e em hipótese alguma declará-lo. Até quando terei de aturar isso? Por que o povo não consegue separar política de religião? Como provável(talvez) futura vereadora da minha cidade eu terei de defender e batalhar pela  resolução de vários problemas da minha cidade  colaborando para a melhoria da qualidade de vida do meu povo, ou terei de melhorar a vida dos anjos e resolver  problemas do céu?  Os maiores genocídas da história eram religiosos, e muitos políticos corruptos e envolvidos nos escândalos de desvios de verbas públicas são religiosos.Para o povo, afinal, qual é o sentido da exigência religiosa para um cargo político?
Márcia Zaros

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Discriminação contra a mulher em Israel

Jerusalém, ao menos na teoria é uma democracia ocidental. Mas a cada dia, Jerusalém tem se revelado viver uma falsa democracia, portanto numa falsa liberdade.

No transporte público, foram implantadas regras de separação de lugares por sexo, onde as mulheres devem ocupar os lugares de trás ou dos fundos dos ônibus, por exemplo. Acaso se uma mulher se sentar na parte da frente, é imediatamente agredida verbalmente e coagida a ir sentar-se na parte de trás do veículo. Essa regra foi imposta pela elite judaica ortodoxa. 20% da população é composta por judeus ortodoxos, porém com total  influência e exercendo esse controle, excludente e abusivo contra as mulheres, e em pleno século XXI. Geralmente pensamos essa discriminação existente somente em países onde predomina o islamismo, mas isso também ocorre em Israel, e é “fruto” da visão de mundo judaico ortodoxa.

E não devemos nos esquecer que o islamismo veio do judaísmo. Sob o ponto de vista político, Israel é tido como exemplo de democracia ocidental. Pena que só na teoria. Israel está mais para um estado fascista, ou neosionazista, se não nos esquecermos dos genocídeos contra os muçulmanos.

Em Israel o mundo parece retroceder realmente ao velho testamento, e a psicologia de sua divindade YAVÉ, que na sua visão de mundo, é genocida, machista, autoritário, excludente, intolerante e vingativa.


terça-feira, 31 de agosto de 2010

E o Brasil na rota da judaização

Prefeitura de São Caetano cria Dia de Jerusalém.
O que que é issooooooooooooooooooooomeuuuuuu? O armagedon? Não.
É puro proselitismo.

domingo, 29 de agosto de 2010

A Política é o cenário do teatro dos banquerios, os deuses dos nossos políticos

"Graças a Deus os bancos estão ganhando dinheiro, porque quando eles não ganham dinheiro, eles dão mais prejuízo"

Presidente Lula creditando à "Deus" os lucros estratosféricos dos bancos no último período, e não à política econômica do governo e os juros escoarchantes cobrados no país (O Globo, 10/08)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Circuncisação obrigatória nos EUA = judaização a força?

E os sionistas não brincam mesmo em serviço. De repente, surge em sites da comunidade israelita e da boca de médicos israelitas que a circuncisão evita a AIDS. Como já sabemos a ONU é controlada por estes, e não tardou desta instuição dar o seu aval. Agora quem é que vai desconfiar desse projeto que já se instala em forma de lei, obrigando a circuncisão nos recém nascidos americanos? E a coisa já se alastra pelo Brasil, curiosamente um médico que se diz ateu, mas vem de família judaica e tem uma relação muito estreita com a comunidade israelita(sionista)o sr. Dráuzio Varella, e fazendo campanha a favor. O preço da cirugia varia mas está em torno de R$3.500,00. Por aqui ainda não sei o valor. Mas dá pra imaginar o quanto isso vai render à classe médica, aos hospitais, aos laboratórios deles né.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Inquisição está de volta a Europa e também no Brasil

Sob o Sionismo, o mundo retrocedendo a Era da trevas
O caso Reynouard
Como já é do conhecimento de todos, revisar a História oficial, que deveria ser não só um direito mas um dever de todo historiador sério e honesto, é abusivamente proibido e punido com prisão. E a liberdade de expressão idem.
No Brasil, vale lembrar a atuação do deputado federal que defende a volta da Inquisição, pelo seu projeto asqueroso que prevê condenar ao código penal qualquer brasileiro que questione os episódios relacionados ao Holocausto judeu.


Medo defensivo de muitos “fatos” virem a ser remexidos, e assim comprometerem os negócios da Indústria do Holocausto?

Sexta-feira, 6 de agosto de 2010.
Na França, um pai de oito crianças está preso devido às suas pesquisas históricas. E a dita imprensa “livre” não diz absolutamente nada sobre isso!
Nascido em 1969, casado e pai de oito crianças, o francês Vincent Reynouard concluiu sua formação como engenheiro químico na ISMRA (Institut des Sciences de la matière et du rayonnement) em Caen. Ele se vê como um católico tradicionalista e não esconde sua visão política ultra-conservadora. Mas principalmente, ele questiona publicamente, através de DVDs e escritos, a versão clássica da história da Segunda Guerra Mundial. Ele faz parte dos pesquisadores que se intitulam “Revisonistas” e são desqualificados como “negacionistas/negadores”, porque eles não acreditam na existência das câmaras de gás para extermínio de pessoas nos campos de concentração alemães.
Em 2005, Reynouard redigiu e enviou para organizações sindicais, museus e ao prefeito um folheto de 16 páginas com o título “Holocausto? O que eles escondem de vocês”, onde ele aborda a posição contrária da historiografia oficial. A justiça francesa caiu imediatamente em cima dele.
Na primeira instância, em 2007, ele foi condenado pelo tribunal de Zabern (departamento Niederrhein) a um ano de prisão sem condicional, 10.000 Euros de multa e 3.000 Euros de indenização à LICRA (Ligue Internationale Contre le Racisme et l Antisémitisme). Na apelação, o tribunal de Kolmar confirmou a pena de prisão e a uma multa total de 60.000 Euros (20.000 Euros de multa mais despesas de processo e taxas diversas). Um caso inédito.Como Reynouard mora na Bélgica, a França expediu contra ele um mandato de prisão europeu, para obrigá-lo a cumprir sua pena de regime fechado fixada pelo tribunal de Kolmar. No último dia 9 de julho, ele foi atirado na prisão pela polícia belga e aguarda sua deportação para a França. Fica claro a qualquer um: “Se usam da prisão para se livrar de seu oponente, é porque já não existem mais argumentos”.
Conclusão: um pai de 41 anos, pai de oito crianças, está preso neste momento por causa de suas pesquisas históricas, e isto devido à Lei Gayssot.
Esta lei, publicada no diário oficial da República Francesa a 14 de julho de 1990, proíbe em seu artigo 24bis, o delito de “questionar a existência de um ou mais crimes contra a humanidade, como definidos através do artigo 6 do estatuto do Tribunal Militar Internacional (também conhecido como Tribunal de Nuremberg) em ligação com o Tratado de Londres de 8 de agosto de 1945.”
Em meu livro, Sarkozy, Israel e os judeus (Sarkozy, Israël et les juifs, Oser dire, 2009), eu lembrei que esta lei que suprime a liberdade é criticada de forma contundente por personalidades como Simone Veil da Academia Francesa, Hélène Carrère d´Encause, secretária vitalícia da Academia Francesa, o ministro Jean Foyer, Jacques Toubon e Alain Peyrefitte, o historiador Henri Amouroux, Pierre Vidal-Naquet, Annie Kriegel, François Furet, Alain Besançon, Jacques Willequet e François Bédarida, a fundadora do Instituto Hannah Arendt Chantal Delsol, o prêmio Nobel de economia de 1988, Maurice Allais, os escritores Michel Tournier, Louis Pauwels, Michel Houellebecq, Philippe Muray, Jean Daniel, Vladimir Volkoff, Michel Rachline e Alain Robbe-Grillet, os promotores públicos Philippe Bilger, Alain Marsaud e Raoul Béteille, os juristas Olivier Duhamel, Anne-Marie Le Pourhiet, Emmanuelle Duverger, André Decoq e Guy Carcassonne, os advogados Jacques Vergès e John Bastardi Daumont, o filósofo Paul Ricoeur, o humorista Bruno Gaccio, os defensores da liberdade de expressão como o fundador do Repórteres sem Fronteiras Robert Ménard (que a condena como uma “polícia depensamento”) e Gabriel-Cohn-Bendit, os jornalistas Dominique Jamet, Delfeil de Ton, Alain Rollat, Albert du Roy, Philippe Tesson, Jacques Julliard e Ivan Rioufol ou também a antiga diretora da Liga pelos Direitos Humanos, a historiadora Madeleine Rebérieux.
No estrangeiro, o lingüista norte-americano Noam Chomsky se declarou como claro opositor, Para o físico belga e intelectual Jean Bricmont, a Lei Gayssot é “um retrocesso jurídico de vários séculos”. Os presidentes Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad já condenaram veementemente esta repressão.
Nós nos vemos obrigados a defender a liberdade de expressão não apenas na teoria, mas também na prática. Por que não se ouve ninguém reclamar publicamente sobre a situação de Vincent Reynouard? O que fazem os Repórteres Sem Fronteiras, a Anistia Internacional e o Human Rights Watch? Nenhum órgão de imprensa, nem francesa nem internacional, informou o público sobre estes fatos. Tal silêncio não é normal.
Pessoalmente, eu me decidi reagir como historiador e cidadão e a informar através deste comunicado, como eu estou indignado por este fato: no nosso meio, um homem vai para a prisão por causa de suas opiniões, indiferente quão estranhas, surpreendentes e controversas elas possam ser. Tal comportamento não é digno da França e sua tradição intelectual. A lei não tem nada que se intrometer na busca pela verdade histórica. Num país livre, esta função pertence aos historiadores. A Lei Gayssot, que limita a liberdade dos pesquisadores, é contrária ao pensamento de um Estado democrático. É uma lei criminosa. Eu exijo portanto sua revogação imediata.
Eu espero ser seguido por dúzias, centenas, milhares de outras pessoas, que não podem ficar indiferentes diante deste escândalo, que tanto prejudica a imagem da França e desvirtua o espírito da República.
Aqueles que quiserem assinar este comunicado, podem enviar seu nome e endereço para o seguinte correio eletrônico: eugenie.blanrue@laposte.net. Não se trata de apoiar a idéias religiosas, políticas e históricas de Vincent Reynouard, mas sim seu direito de defesa, de poder se expressar. Para contradizê-lo basta realizar um debate democrático, aberto, livre e justo.
Nós iremos divulgar a posição do abaixo-assinado no início de setembro. Até lá, eu peço a ampla divulgação deste texto.
Paul-Éric Blanrue
Historiador e Fundador do Círculo Zététique
Revoguem a lei estabelecida na França Fabius-Gaystone(que leva o nome de seu idealizador um judeu sionista obviamente)
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Aqui no Brasil também não deveríamos aceitar o projeto de lei o PL 987/07



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O mundo as avessas

Milhares de crianças palestinas são presas pelo regime judeu sionista, e o mundo todo se cala.
Basta uma pessoa criticar as oligarquias judaicas e sua ganância por riqueza, para ser perseguido de alguma forma.

"Nos últimos 40 anos, o regime sionista prendeu cerca de 12.000 crianças e jovens palestinos. Como reportou a agência dpa de Ramallah, o ministro palestino Isa Qarage declarou na quinta-feira passada que os militares sionistas prenderam em suas incursões bélicas nos territórios palestinos, desde 1967 até hoje, cerca de 12.000 crianças ou jovens, dos quais cerca de 300 estão presos ainda hoje nas prisões sionistas.

Diante das notícias de tortura e tratamento impróprio a que são submetidos estes jovens pelos carcereiros sionistas, Qarage exige das organizações internacionais que exerçam pressão sobre Israel, para que os menores presos sejam libertados.
Neste contexto, o superior comitê nacional de ajuda aos presos do governo do Hamas, eleito democraticamente em Gaza, informou que no último mês de julho os militares do regime sionista prenderam cerca de 315 palestinos na Cisjordânia, em El Kuds e na Faixa de Gaza. Os militares do regime sionista desrespeitam diariamente o acordo de paz sob o pretexto de prender ativistas palestinos nos territórios autônomos. Atualmente cerca de 11.000 palestinos – dentre eles 300 mulheres e crianças – estão presas nas prisões israelenses. A libertação destes presos é a principal exigência dos palestinos nas negociações de paz.irib:  http://germain.irib.ir" 06/08/2010.(fonte:inacreditave.com.br).

Covardia globalizada?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A Conspiração “Judaica” é o Imperialismo Britânico

"...Teóricos da Conspiração como eu acreditam que a história moderna reflete uma conspiração de longo preríodo por uma elite internacional para os fins de escravizar a humanidade.
Como homens cegos examinando um efefante, nós atribuímos essa conspiração aos Judeus, Illuminati, Vaticano, Jesuítas, Franco-maçons, Nobreza Negra e Bildersbergs etc.

Os verdadeiros vilãos estão no coração de nossa vida econômica e cultura. São eles as famílias dinásticas que dominam o Banco da Inglaterra, o Federal Reserve Bank e cartéis associados. Eles também controlam o Banco Mundial e o FMI. Sua identidade é secreta, mas os Rothschild certamente é uma delas. O Banco da Inglaterra foi “nacionalizado” em 1946 mas o poder para criar dinheiro se manteve em algumas mãos.


A Inglaterra é de fato uma oligarquia dirigida pela “Coroa” que refere-se a “Cidade de Londres” não a Rainha. A Cidade de Londres é dirigida pelo Banco da Inglaterra, uma corporação privada. A Cidade é um estado localizado no coração da grande Londres. O Vaticano do mundo financeiro, a Cidade não está sujeita à lei Britânica.
Pelo contrário, o Banco da Inglaterra dita o parlamento britânico. Em 1886, Andrew Carnegie escreveu que, "seis dos sete homens podem mergulhar a nação no interior de uma guerra sem consultar o parlamento de jeito e maneira." Vincent Vickers, um direitor do Banco da Inglaterra de 1910-1919 culpou a Cidade pelas guerras do mundo. ("Economic Tribulation" (1940) citado em Knuth, The Empire of the City, 1943, p 60)
O Império Britânico era uma extensão de interesses financeiros britânicos. Com efeito, todas as colônias não-brancas (India, Hong Kong, Gibraltar) eram "Colônias da Coroa." Elas pertenciam à Cidade e não eram sujeitas a lei britânica embora ingleses estivessem esperando para conquistá-la e pagar por elas.
O Banco da Inglaterra assumiu o controle dos EUA durante a administração de T.R. Roosevelt (1901-1909) quando seu agente J.P. Morgan tomou o comando de 25% dos negócios Americanos.
De acordo com o "American Almanac," os banqueiros são parte de uma rede chamada "Club das Ilhas" que é uma associação informal de predominantemente famílias reais baseadas na Europa incluindo a Rainha. O Clube das Ilhas comanda uma estimative de $10 trilhões em bens. Ele governa sobre tais gigantes corporativos como a Conha Real Holandesa, as Indústrias Químicas Imperiais, os Lloyds de Londres, Unilever, Lonrho, Rio Tinto Zinc, e Anglo American DeBeers. Ela domina o suprimento mundial de petróleo, ouro e diamantes, e muitas outras matérias brutas; e desdobra esses bens na disposição de sua agenda geopolítica.
Seu objetivo: reduzir a população humana de seu nível corrente de cerca de 5 bilhões de pessoas para menos de 1 bilhão no interior das próximas duas ou três gerações; para literalmente ``destruir os mais fracos da multidão humana'' no interesse de reter seu próprio domínio global e o sistema feudal sobre o qual esse poder é baseado.O Historiador Jeffrey Steinberg poderia estar se referindo aos EUA, Canada e Australia quando escreve "Inglaterra, Escócia, Gales, e, especialmente, Irlanda do Norte, sao hoje mais do que plantações escravas e laboratórios de engenharia social, servindo às necessidades da ...Cidade de Londres...Essas famílias constituem uma oligarquia financeira; elas são o poder por detrás do trono de Windsor. Elas vivem como os herdeiros da oligarquia Veneziana, que infiltrou-se e subverteu a Inglaterra do período de 1509 a 1715, e estabeleceu um novo, mais virulento, tenso Anglo-Holandês-Suiço que o sistema oligárquico do império Babilônico Persa, Romano, e Bizantino....
A Cidade de Londres domina os mercados especulativos do mundo. Uma forte integração de grupo de corporações, envolvidos em uma extração de materiais especulativos crus, finanças, segurança, transporte, e produção de alimentos, controlam a porção do mercado mundial de pessoas populares, e exercem virtual controle de ``ponto de sufocação'' sobre a indústria mundial."
Steinberg pertence a um grupo de historiadores associados com o economista Lyndon Larouche. Eles traçaram esse flagelo à migração da oligarquia mercantile veneziana à Inglaterra mais de 300 anos atrás.
Embora os historiadores de Larouche não digam isso, parece que muitos membros dessa oligarquia foram Judeus. Cecil Roth escreve:"O comércio de Veneza foi de forma irresistível concentrada nas mãos dos Judeus, a mais rica classe mercantil." (The History of the Jews in Venice, 1930)The Jewish banking families made it a practice to marry their female offspring to spendthrift European aristocrats. In Jewish law, the mixed offspring of a Jewish mother is Jewish. (The male heirs always marry Jews.) Louis Monbatten, grandson of Queen Victoria and uncle of Prince Philip married the daughter of banker Alfred Cassel.
Se eles não são Judeus por casamento, muitos aristocratas europeus se consideram descendentes dos hebreus bíblicos. Os Hapsburgs são relacionados pelo casamento com os Merovíngios, que reivindicam ser descendentes da Tribo de Benjamin.
Em acréscimo, muitos aristocratas pertencem ao movimento do "Israel Britânico" que acredita que as raças anglo-saxônicas são as tribos perdidas de Israel e que Jesus foi rei da Inglaterra.
De acordo com Barbara Aho, Rosacruzes e Franco-maçons, que acreditam no Israelismo Britânico, têm um plano para substituir seu pedigree no trono do reconstruído Templo de Jerusalém. Essa colocação de um falso messias que o mundo adorará como Cristo tem sido cuidadosamente planejada e executada por muitos séculos.De acordo com Barry Chamish, "não houve nenhum moderno estado de Israel sem a Franco-maçonaria britânica. Nos 1860s, o movimento britânico-israelita foi iniciado no interior da franco-maçonaria. Seu objetiva foi estabelecer um estado Judaico-Maçônico na província Turca da Palestina...Inicialmente, famílias inglesas Judaico-Maçônicas como os Rothschilds e Montefiores forneceram o capital para construir a infra-estrutura para a onda de imigração antecipada. Porém, seduzindo os Judeus a Israel era prova difícil. Eles, simplesmente, simpatizavam tanto com a vida Européia para abandoná-la. Assim, a Europa estava para ser transformada em um pesadelo para os Judeus."
CONCLUSÃO
Eu perdi muito de minha vida obtendo uma educação convencional, assim eu sinto que eu estou começando minha nova educação.
Parece que uma facção vampira dirige o mundo. Essa cabala secreta é representada por nossas instituições dominantes políticas, econômicas e culturais. A Sociedade Ocidental foi subvertida e a cultura ocidental falida. A democracia é uma forma de controle social e os sistemas de educação e mídia de massa são para doutrinação..."(Por Henry Makow Ph.D.)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Eça de Queirós: Israelismo

Nestes  trechos da obra(Cartas de Inglaterra) pouco divulgada de Eça, ele fala da Alemanha antes e depois da  guerra:

"Mas voltemos a Allemanha

Ainda que o Pedro Ermita d"esta nova cruzada constitucional seja um sacerdote, o Revd.Streker, capellão e prégador da côrte, é evidente que ella não tira a sua força da paixão religiosa. As cinco chagas de Jesus nada têm que vêr com estas petições que por toda a parte se assignam, pedindo ao governo que não permita aos judeus adquirirem propriedades, que não sejam admitidos aos cargos publicos, e outras extravagancias gothicas!O motivo do furor anti-semitic é simplesmente a crescente prosperidade da colônia judaica, colônia relativamente pequena, apenas composta de 400.000 judeus; mas que pela sua actividae, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triumphante à burguezia allemã.
A alta finança e o pequeno commercio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos Estados e aos príncipes, e é a elle que o pequeno propietário hypoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é elle o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um allemão e o outro judeu-filho da Germânia ao fim do anno está falido, o filho d”Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frizante depois da guerra: e o bom allemão não pode tolerar este espetáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto elle, carregado de louros, tem de emigrar para a América a busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, n’este ponto, devo dizer que o allemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio,adunco,caminhando cosido com a parede, e coando por entre pálpebras um olhar turvo e desconfiado, pertence ao passado. O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem pança ostentosa e enche a rua. É necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena:nas menores cousas, entretanto em um café ou ocupando uma cadeira no theatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza.. Falam sempre alto, como em país vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada mais intolerante que a gralhada semítica. Cobrem-se de jóias, todos os arreios das crruagens são de oiro, e amam o luxo grosseiro e vistoso. Tudo isso irrita.

Mas o peior ainda, na Allemanha, é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem a sua influencia, plano tão hábil que tm sabor de conspiração: na Allemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais, a Bolsa e a Imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Allemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o allemão das profissões liberasis, o humilha com a sua opulência rutilante, e o trz dependente pelo capital: mas, injuria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há de fazer, o que há de pensar, como se há de governar e com que se há de bater!

Tudo isso seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impermeável. As muralhas formidáveis do templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno d”elle um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém enexpugnavel: ahi se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho,a sua seccura, gosando o ouro e desprezando o christão. Invadem a sociedade allemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o allemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões, mas não favorecem com um troco um allemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se differençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até a maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é intr5epretado como hostilidade e pago com ódio.”(trechos da obra de Eça de Queirós: Cartas de Inglaterra).

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Eles (os "donos" do mundo que das sombras vampirizam os povos que os acolhem), certamente eles podem muito, mas não podem tudo.

Tem gente inteligente, e corajosa para peitá-los, que sabe se defender com o conhecimento e a verdade e não pela força do poder financeiro e a calúnia. Este post é uma reprodução do Gilson Gondim é dele as palavras neste texto postado entre aspas:

“Quem diria, hein? A riquíssima (pagou sete milhões de reais de indenização trabalhista ao rabino ladrão de gravatas), poderosa, orgulhosa e presunçosa Federação Israelita do Estado de São Paulo está levando um tremendo calor deste humilde escriba no Poder Judiciário. Sabendo que me caluniou e difamou, ao me chamar de “criminoso”, “laranja” etc., sabendo que seu direito é ruim, porque comemorou explicitamente prejuízos que me causou, assumindo publicamente a responsabilidade por tais prejuízos, a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) está morrendo de medo de uma condenação que repercutiria intensamente em todo o Brasil. Por isso, tem abusado das medidas protelatórias, das chicanas de porta de cadeia, já tendo chegado a ser multada pela Justiça em decorrência de tal procedimento.
Que vergonha, Fisesp. Que vexame! A principal entidade judaico-sionista do Brasil acuada por um simples cidadão de classe média. Vocês pensavam que podiam tudo. Mas não podem. Vocês podem muito, mas não podem tudo. Que triste maneira de terminar o ano, Fisesp. Que triste modo de acabar o ano, sionistas do Brasil! Também, o que esperar de uma instituição e de uma comunidade cujo principal representante, cujo rosto mais conhecido é um reles ladrão de gravatas? O que esperar de quem rouba terras palestinas há mais de 60 anos? O que esperar de quem tortura, pratica punições coletivas, comete assassinatos em massa? O que esperar de quem apóia tudo isso? Israel é uma ferida aberta na cara da humanidade. E os sionistas, estejam onde estiverem, são os lambedores dessa ferida horrenda, ferida que nos faz termos vergonha de pertencer a uma espécie que não extirpou até agora esse tumor maligno chamado Israel.
Vocês roubaram as palavras semita e anti-semita, que também pertencem aos árabes, tão semitas quanto vocês. Vocês roubaram a grife Holocausto, tomando-a dos ciganos e de outros grupos humanos. De terras a gravatas, de vidas e casas a fatos históricos, vocês, sionistas e apoiadores de Israel, roubam, roubam, roubam… Nunca houve sobre este planeta tamanha praga de ladrões. Mas vocês, se podem muito, não podem tudo. Vocês não podem tudo. Esta é a lição.”
Fonte:http://multiplosuniverso.com.br
(vale muitíssimo a pena visitar. Gente não estou puxando o saco, até porque não faço isso por nada nem ninguém. O Gilson pode até ficar bravo comigo por ter divulgado sem sua permissão prévia. Mas é que ele é uma das pouquíssimas pessoas verdadeiramente inteligentes e corajosas que tenho visto no mundo virtual.(porque no real ainda não tive o privilégio de conhecer gente como ele). E eu queria divulgar para servir de exemplo, a quem mais no futuro possa vir a ser prejudicado da mesma forma, e pelos mesmos que o prejudicaram.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A vingança de YAVÉ se cumprindo

Cumprindo a bíblia e o talmud a risca:
Estado Nazisionista judaico no massacre aos palestinos
Vejam nas fotos os judeus sofrendo ontem e ao lado eles se vingando em inocentes hoje, provocando o Holocausto árabe.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A Nova Inquisição no Mundo do século XXI já é uma infeliz realidade

No Brasil já se queimam as pilhas de livros. Uma ditadura imposta por uma minoria, que rigidamente organizada empreende grandes esforços para alcançar o poder político, o controle sobre o Estado(por serem seus financistas), assumindo também os altos destaques na produção cultural, e o monopólio da mídia. Nestas estratégicas posições, exigem privilégios que as alçam acima das condições do cidadão comum, e as elevam acima das leis e das Constituições. Impõem que a legislação deve lhes conferir direitos especiais; e o poder de condenação(com sanções penais) aos discursos de opositores que devem ser silenciados, perseguidos e difamados.Será também aqui(se essa lei for implantada) como já é nos EUA, um crime para os religiosos cristãos reconhecerem a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus. Numa grande jogada para criminalizar a crítica a Israel, professores universitários americanos, como Norman Finkestein que teve negada sua posse como professor em uma universidade católica(sionistas cristãos?) agora o poder de pressão do lobby israelita, está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson, cujo “crime” foi uma grade de matérias que incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel. A Assembléia Geral da ONU, adotou uma resolução condenando sem nenhuma reserva qualquer negação do Holocausto, ou pedido de revisão Histórica e ditando a todos os Estados-membros para rejeitarem qualquer negação do Holocausto como fato histórico. A Resolução foi uma espécie de resposta ao Irã, que patrocinou uma conferência onde se questionava o extermínio de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Este mesmo lobby já instalou o fim da liberdade de expressão nos E.U.A, e em vários países europeus. Felizmente a Espanha como um deles, conseguiu revogar. Aqui no Brasil, o deputado Marcelo Z.Itagiba “trabalha arduamente”(pressiona) para que o Brasil instale essa lei. O que seria entre outras coisas, também o fim da liberdade de expressão. O escritor S. E. Castan, limitou-se a escrever e a publicar uma versão da história do holocausto, vista com os próprios olhos. Muitos historiadores renomados, em vários países do mundo, também questionam sobre as ocorrências do Holocausto. Curiosamente, o autor foi condenado pela prática de racismo, por ter divulgado sua versão histórica que nega o a morte de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Sugere o autor que os judeus, donos do poder político e das grandes redes de mídia, de terem criado uma versão fantasiosa de holocausto para obterem proveito econômico e político.No julgamento pelo Supremo Tribunal Federal, (por apenas um voto vencido) do Ministro Marco Aurélio, que concedeu a ordem de hábeas-córpus, reafirmando o direito da liberdade de expressão. Em trechos do voto do Ministro:“O paciente, por meio do livro, instigou ou incitou a prática de racismo? Existem dados concretos que demonstrem, com segurança, esse alcance? A resposta, para mim, é desenganadamente negativa”
Apesar do hábeas-córpus, o escritor por conta de perseguições e ameaças teve de deixar o país. Muitos exemplares de seus livros foram caçados e queimados.


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.
Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Em 2004, viu-se o esforço (frustrado) do advogado paulista para proibir a exibição no Brasil do filme: A paixão de Cristo. Protocolando um pedido nesse sentido na Secretaria Especial de Direitos Humanos, alegando apologia ao racismo. O filme aborda as últimas 12 horas de Cristo na Terra e, no entender de Jayme Blay, Presidente da Federação Israelita de São Paulo, “inverdades históricas”(isso porque era só um filme de ficção)e alimentava o preconceito e a animosidade contra os judeus, apresentando-os como os responsáveis pela crucificação de Cristo.

Estes fatos não são novos e já foram divulgados em vários lugares, mas é incrível como existem muitas pessoas que ainda não acreditam que a “Nova Ordem Mundial” com sua plutocracia já esteja amplamente instalada e a sua nova inquisição já se inaugurou. Estes poucos exemplos que foram citados revelam o início de mais de um fim: Não só o da liberdade de expressão, mas da própria liberdade, onde todos os direitos de defesa, sofrerão grande pressão para serem anulados pela plutocracia de uma elite lobbysta(o FED -Federal Reserve Board) dos EUA é uma organização privada, iniciada em 1910, em Jekyll Island, pelos representantes da plutocracia mundial: Rothschild, Kuhn-Loeb, Rockfeller e Morgan) que se coloca acima de todas as Constiutições, e para além do bem e do mal.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O holocausto japonês causado pelos judeus sionistas

Porque esse holocausto é menos importante ou destacado que o judaico? Esse holocausto japonês foi provocado pelos EUA sob a batuta dos judeus sionistas

Até os dias de hoje, os países, que não se submeteram à "nova ordem mundial", "em nome da humanidade e liberdade". Esses países, bombardeados, para serem então apoiados com "empréstimos para a reconstrução", que “curiosamente” vem recheado de juros, sob o disfarce das "ajudas humanitárias" , são concedidas somente se a nova liderança corresponder ao conceito de "democracia" do credor(entregar o poder de governabilidade aos financistas). Para essa elite, a guerra é o melhor negócio no mundo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Brasil, o grande baú da felicidade dos piratas do mar

   Com eu não sabia qual simbologia seria a melhor para a situação do Brasil, escolhi o termo comparativo com a figura do baú como um símbolo de tesouro ou riqueza, e que oscilou entre paraíso dos mascates, e colônia de banqueiros. Gustavo Barroso já havia explorado o último tema, depois pensei num formigueiro, porque além de ser um belo exemplo de comunidade rigidamente organizada, tem também as suas áreas de entrada muito distantes umas das outras, ao ponto de nós não termos a menor idéia de associá-los, porque desconhecemos que é bem debaixo dos nossos pés, no subsolo que fica a sua grande central, uma verdadeira cidade com milhares de túneis se intercomunicando. Mas eu queria um que fosse mais difundido, e o guardei par uma outra ocasião. Então me sobraram só dois. Escolhi o baú porque ele também remete a um símbolo muito conhecido e que tem muito haver com o meu assunto: a arca da bíblia. Uma questão que me intriga é ver como a comunidade judaica é unida na divulgação de seus grandes feitos no Brasil, e é coisa mesmo para se admirar. Mas a pergunta que não quer calar é: Como foi tratado o povo ao longo dos tempos por sua elite dominante? Lembrando que aqui será abordada a comunidade judaica por ela se destacar na composição da elite brasileira, e não por algum tipo de preconceito(aviso aos adeptos de carteirinha do marketing do anti-semitismo,ok?). Quando eu ouvia na escola sobre os judeus(e isso não faz
tanto tempo assim, pois eu tenho muito menos que cinqüenta anos)me passaram uma idéia de tal forma que eu cresci pensando que, absolutamente, todos os judeus eram muito pobres. Mas aí a gente cresce, e .. Bem vinda ao mundo de “gente grande”.

Então, no Brasil de hoje:
Ao ver também a foto do Kassab, no palco do show gospel de uma grande igreja evangélica, O Serra, a Dilma...eu pergunto , intrigada:
─Mas o que é que os políticos judeus fazem nas igrejas evangélicas? No cenário político do Brasil, vemos ima intensa campanha evangélica.

Será que os sionistas judeus estariam a financiar as igrejas evangélicas? Quais seriam as vantagens disso além de lavagem de dinheiro é claro. Conseguem: os votos que precisam, elegem evangélicos que engrossarão o quadro de suas marionetes que já é bem grande, e de quebra potencializam a sua milenar luta em derrubar de uma vez por todas o grande São Pedro, ou melhor a pedra em seu sapato, que aqui no Brasil, sempre o Vaticano.

Com essa grande aliança... adeus igreja católica. Vejam que por trás desses eventos está uma grande agenda a ser rigidamente seguida, em todo o mundo. Lá na África por exemplo os reis estão se convertendo à igreja evangélica e que está investindo pesado em seus reinos. É isso aí gente, a maçonaria judaica não brinca em serviço. E eu não duvido nenhum pouco de que ainda teremos o fim do laicismo e um Estado/protestante fundamentalista mundial. Profecia?

Pois é, os Kazares autrora escolheram o judaísmo para nele se infiltrarem e o dirigirem. Agora é hora de investirem no “evangelismo”, se bem que o protestantismo de Calvino e Lutero ,já era uma agenda sua(desbancar o monopólio do Vaticano, para dar mais liberdade à elite dominante na época, que também era a judaica).

Pra vocês verem, os “caras” possuem uma agenda milenar ou ao menos secular, e eu em minha infinita fraqueza nem mesmo consigo planejar à risca minha semana. Rs,Rs,Rs.

Nossa elite é mais judaica do que parece?
Há tempos que os políticos de maior influência em nosso país são além de gringos, curiosamente judeus. O que tudo isso quer dizer? Quero deixar bem claro que este texto não tem uma intenção preconceituosa, bem como a questão da preferência religiosa, aqui não é ressaltada.

Porém, há muitas evidências de construção de uma grande rede, onde o Brasil parece ter sido considerado o melhor lugar para camuflar seu grande baú da felicidade.

Bom, vale uma investigação, certamente por alguns fatos curiosos:
Desde a “fundação do Brasil”, os judeus sefardins de Portugal é quem primeiro exploraram as nossas riquezas da Amazônia, e outros estados como Pernambuco, Paraíba, Minas, Maranhão, Bahia, etc. Produtos como o pau Brasil, o ouro, etc, Aliás, foi muito mais que isso, os judeus de Portugal arrendaram o Brasil, teve um muito famoso que arrendou uma ilha só para ele, o tal do Noronha, lembram? Ah, para quem não sabe até a frota de navios do Cabral, que não se chamava Pedro A. Cabral coisa nenhuma, era financiada por eles, simplesmente porque eram a elite dominante de Portugal e que também exerciam “plenos poderes” sobre o rei e também tinham grande influência no Vaticano(a famosa e poderosa família sefardista vinda da Espanha os Paz(shalom) que se centralizava na rica região Minho e Douro. Que comandavam uma grande rede internacional mercantilista(tinham navios) de especiarias, escravos, grãos, etc., inclusive as riquezas do Brasil.”Estranhamente” ,uma das suas naus estavam com a frota de Cabral. Se a frota era uma expedição nacional,( e que não ia ás Índias coisa nenhuma) será que tem gente que inda acredita nessa bobagem?)porque que não era a bandeira de Portugal a pairar nos mastros das naus cabralinas? Em vez disso, estava a cruz da ordem de cristo que era a polícia militar do Vaticano associada à herança dos templários(que era a polícia da elite judaica européia que mais tarde será a famosa maçonaria que conhecemos). Para mim, o emblema gravado nas velas das naus, era muito mais um símbolo do comércio marítimo.Gente, tem gato nessa tuba! Mas o Vaticano não veio depois perseguir os judeus aqui? É sem dúvida alguma veio. Mas ele então jogava nos dois times? Ambos, jogam nos dois times. A família Paz é um belo exemplo de parceria, ou melhor “aliança”. E a perseguição aos judeus que insistiam em praticar a sua religião era muito mais para esconder a sua presença e que teve também muito mais motivos econômicos(briga entre concorrentes) do que a bestial briga por motivos religiosos, que infelizmente matou muita gente totalmente inocente do que as elites tramavam em segredo.
Gente, todo mundo sabe que em qualquer conflito e em qualquer lugar, sempre as elites se dão bem, e o povo ou a massa desfavorecida é quem se dá mal.
Mais tarde:
No Brasil, nos anos (19)40/ (19)50 são anos de muita mobilidade social….e muitos daqueles imigrantes judeus pobrezinhos e perseguidos, que eram mascates, de repente viram os maiores industriais e políticos de maior influência?! Com certeza muitos judeus enriqueceram honestamente, e muitos desonestamente, e assim também se deu com católicos e protestantes, por exemplo. Também há as “ovelhas desgarradas” que perderam o contacto direto e se perderam na imensidão do país e por não restabelecer contacto com a “poderosa” comunidade permaneceu pobre porque não podia receber os seus “auxílios”, coisa que aconteceu com meus antepassados paternos,que eram agricultores e assim permaneceram pobres. Mas, como minha avó materna já nasceu católica então vai ver por isso sou atéia, meu sangue cansou de tanto “delirar” nesses dois times.

Me parece que a imigração judaica se dividiu muito organizadamente entre uma leva rural e uma urbana. Isso até me lembra os Macabeus ou Hasmoneus da cidade de Jerusalém que recolhiam os impostos ao templo, cobrado dos judeus camponeses. Seria uma velho costume da elite judaica? Coincidência ou não, tanto em outros países como aqui no Brasil, os pobres iam para o campo e os ricos sacerdotes, comerciantes, e banqueiros para as cidades, os ricos aqui em campo só nos casarões como senhores de engenho ou barões do café, e nos campos da Europa, geralmente em castelos no alto de montanhas . E não há evidências relevantes em nossa sociedade de uma outra organização tão abrangente como a da comunidade judaica, com a sua maçonaria e o seu Kaal.. Até fico a pensar qual o sentido da promulgação de uma lei para estabelecer um dia nacional da imigração judaica no Brasil.
O mito do judeu errante

Em seu livro, um historiador renomado, e um judeu honesto S.Sand consegue provar em seu livro, que o povo Judeu nunca existiu como "raça-nação" e nunca compartilhou uma origem comum. Pelo contrário, constituem uma colorida mistura de grupos que em várias etapas da história adotaram a religião Judaica.

O leitor então se pergunta: "Quando foi inventado o povo Judeu?" e a resposta de Sand é bastante simples: "Em algum momento do século 19, alguns intelectuais de origem Judaica na Alemanha, influenciados pelo caráter mítico do nacionalismo alemão, assumiram a tarefa de inventar "retrospectivamente" um povo, ansiosos por criar um povo Judeu moderno" [2].

Assim, o "povo Judeu" é uma noção artificial formada por um passado fictício e imaginário com muito pouca substância que o respalde sob o ponto de vista antropológico, histórico ou documental... Além disso, Sand – que utilizou fontes primordiais da antiguidade – chega à conclusão de que o exílio Judeu é também um mito e de que é muito mais provável que os palestinos atuais sejam os descendentes do antigo povo semita da Judéia/Canaã, do que a multidão de Asquenazes de origem Kazar à qual ele reconhece pertencer.

O surpreendente é que, apesar de Sand desmontar a noção de "povo Judeu", destruir a noção de "passado coletivo Judeu" e ridicularizar o ímpeto chauvinista nacional Judeu, seu livro é um best-seller em Israel. Este fato mostra que aqueles que chamam a si próprios "Povo Do Livro" estão começando a se dar conta das filosofias e ideologias enganosas e devastadoras que os converteram no que Khalid Amayreh e muitos outros consideram como os "Nazistas De Nosso Tempo".(fonte: Gilad Atzmon - O Mito do Judeu Errante-www.orion.med.br)

Para reforçar o lembrete: E a questão aqui não é questionar a honestidade ou a desonestidade. Mas o poder de uma elite dominante, bem como as suas conseqüências de um ponto de vista geral, e portanto incompleto. Quem quiser um dossiê que se dê ao trabalho.

No campo político: essa mobilidade social foi amplamente acelerada:

A comunidade judaica possui representante nos mais elevados cargos de poder como Gilberto Kassab, o “ditador” Jaime Lerner, o sapentíssmo conselheiro de todos, o Delfin Netto, José Serra, como o Ministério da Fazenda (Guido Mantega), da Educação (Fernando Hadad), Meio Ambiente (Carlos Minc), o grande conselheiro do Lula e de todo o Senado, o sr.Delfin Neto, Paulo S.Maluf, MichelTemer, Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab, Fernando Henrique Cardoso, MichelTemer, Geraldo Alckmin, etc..

Na Bahia, sob o governador Jaques Wagner.estado de maioria de descendentes de africanos(os primeiros escravocratas do Brasil foram os judeus senhores dos engenhos, claro que nem todos escravocratas eram judeus mas a maioria certamente o era) Notem que em todo o estado, que tem 14 milhões de habitantes, apenas 855 mil pessoas dizem ser de origem judaica. Então mais uma evidência de como uma pequena elite ou minoria organizada poder “dominar” toda uma nação.

Mas neste cenário há outras atividades interesantes que vale uma avaliação:

Arrecadação de fundos para Israel é tema de seminário do Joint em São Paulo

Fonte consultada:Boletin Eretz News

9/11

“O American Jewish Joint Distribution Committe (JDC) promove, em 4 e 5 de dezembro, na A Hebraica de São Paulo, seminário sobre "Conceitos Básicos de Arrecadação de Fundos" (Fund Raising).

O evento conta com o co-patrocínio da Confederação Israelita do Brasil (Conib) Federação Israelita e A Hebraica.

O objetivo é aprimorar os conhecimentos nesta importante área, por meio da apresentação de ferramentas extremamente úteis para facilitar o processo de arrecadação de fundos em cada instituição...”

Planalto atua e impede CPI do Banestado

Fonte consultada:Folha de São Paulo

4/6/2003

A pedido do Palácio do Planalto, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e o líder do governo na Casa, Aloizio Mercadante (PT-SP) comandaram operação entre os líderes partidários para impedir a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a remessa ilegal de cerca de trinta (30) bilhões de dólares para o exterior, por meio do Banestado (Banco do Estado do Paraná) durante o governo de Jaime Lerner. Hoje se estima que esse roubo já ultrapasse a cifra dos 170 bilhões de dólares.

A preocupação do governo com os desdobramentos da instalação da CPI do Banestado foi levada a Sarney anteontem pelo ministro José Dirceu (Casa Civil). O Planalto temia uma avalanche de CPIs, criadas a seguir, deteriorando as relações políticas entre governo e oposição e atrapalhando a votação das reformas previdenciária e tributária pelo Congresso.

Em reunião no gabinete de Sarney, Mercadante sugeriu que o Senado se dedicasse a uma "agenda positiva" enquanto aguarda a aprovação das reformas pela Câmara. Definiram a realização de ciclos de debates, toda quinta-feira, sobre dois temas: violência e crescimento da economia, política cambial e taxa de juros.

Por sugestão de Mercadante, os líderes partidários orientaram os senadores de suas bancadas a retirar as assinaturas no requerimento criando a CPI – de autoria do senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) – o que inviabilizou sua instalação. Mas o governo já detectou articulação para a criação da CPI na Câmara.

"O PT resolveu ser o coveiro da ética", protestou o autor do requerimento. Ele havia obtido 37 assinaturas ao requerimento, 10 a mais do número exigido para iniciar a investigação. Após a reunião dos líderes, 12 senadores retiraram suas assinaturas.

A manobra governista, que contou com o apoio dos líderes do PMDB, do PFL e do PSDB, também foi duramente criticada no plenário por Pedro Simon (PMDB-RS) que a comparou à iniciativa do governo Fernando Henrique Cardoso de sepultar a criação da CPI da Corrupção.

Mercadante negou que a intenção do governo seja impedir a apuração sobre a remessa ilegal de dólares para o exterior. Segundo ele, o PT é favorável à investigação profunda e rigorosa do caso, comandada pelo controlador-geral da União, Valdir Pires, e pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), único tucano que retirou a assinatura no requerimento, confirmou a ameaça de criação de outras CPIs. O PFL foi o partido que teve mais senadores retirando assinaturas (5 dos 12 que recuaram). Mas o líder, José Agripino (RN), negou que o PFL tenha interesse em proteger algum político supostamente envolvido.

A Polícia Federal já investiga o esquema de lavagem que enviava dinheiro por meio de contas CC-5 (de não-residentes) de Foz do Iguaçu (PR) a 137 contas da agência do Banestado em Nova York.

O delegado da Polícia Federal, José Francisco de Castilho Neto, que conduz as investigações, disse no último dia 21 que "existem, sim, e aparecem inúmeros nomes de políticos" na movimentação suspeita dos US$ 30 bilhões entre 1996 e 1999.

Segundo afirmou ele, há 300 dossiês "alinhavados" sobre operações que envolvem empresários e políticos, ressalvando que o último grupo é minoritário, mas integrado por gente de "renome". Diáspora ou invasão de fronteiras? ( para ler mais sobre isso, consulte www.alfredobraga.pro.br)

No setor de indústria, comércio e financeiro:

Hoje, no Brasil, a comunidade judaica além de ser responsável por parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) empresários de sucesso no comércio como Samuel Klein (Casas Bahia), José Safra (Banco Safra). Hans Stern (H. Stern), Jorge Gerdau Jonhannpeter(presidente do grupo gerdau),

Na mídia:

Tv globo, ou Rede Bobo, pelo jornalismo tendencioso e cuidadosamente editado, para que o povo do Brasil pense o que ela quer que pense.

Isso sem falar nas novelas intragáveis, que apresentam um Brasil, onde os ricos não fazem nada, a não ser ficarem sentados no sofá, esperando alguém que chegará de surpresa e os pobres vivem felizes, sambando no bar do bairro, e não há nada para empanar o brilho da emissora paseurizada. E a revista VEJA, : absurdamente tendenciosa.

Ainda na mídia: com Abravanel (Sílvio Santos), Mário Kertész (Metrópole), Roberto Civita (Abril) e os falecidos Adolfo Bloch (Grupo Manchete), Roberto Marinho, William Bonnner (Globo), além de personalidades como Roberto Justus, Luciano Huck, Luciano Szafir, Pedro Bial (Pedro Bialski), Boris Casoy, dentre muitos atores e atrizes globais, que possuem algum nível de ascendência judaica, João Carlos Saad (dono do Grupo Bandeirantes de Comunicação) e o publicitário baiano Nizan Guanaes,

Dentre os chamados teuto-brasileiros, descendentes de alemães, começaram a imigrar para o Brasil em 1824. Dentre os seus notáveis estão: Jorge Gerdau Johannpeter – Presidente do Grupo Gerdau, o ex-presidente militar Ernesto Geisel e a modelo Gisele Bündchen. Já os italio-brasileiros, a maior comunidade de italianos fora da Itália – destacam-se José Serra (candidato a presidência da República pelo PSDB) Sérgio Gabrielle (presidente da Petrobras), Eduardo Matarazzo Suplicy (senador e ex-esposo de Marta Teresa Smith de Vasconcelos, mais conhecida como Marta Suplicy, trineta dos barões de Vasconcelos), Xuxa Meneghel, o ex-presidente Emílio Médici, Mino Carta (Carta Capital) e a escritora Zélia Gattai.



Não seriam os afro-brasileiros e os índios os condenados nesta terra? Não seria o sangue e seus corpos usados como se fosse “adubo” nos ricos engenhos a fertilizar o crescimento da frondosa árvore parasita que secretamente se desenvolveu aqui? Quais foram os reais benefícios ao povo brasileiro? Por que só os abastados economicamente tiveram o legítimo direito a reparação pelos anos de tortura durante a ditadura militar (bilhões de reais) e os descendentes dos 4,5 milhões de africanos que trabalharam mais de três séculos para construir essa nação nada receberam como indenização? Que elemento eles tinham no sangue, que lhes garantiu esse direito e não aos demais?

Por que a comunidade afro-brasileira, que foi a base desta nação, não conseguiu o mesmo direito a ascensão social de forma igualitária? Porque ela foi barrada de todas as maneiras pela elite dominante(e eu pergunto:Mas quem tem sido a elite dominante?). Por que a comunidade afro-brasileira não usou da mesma astúcia, a se organizar em uma poderosa rede bem debaixo dos olhos de todos? Não o fizeram desta forma porque jamais tiveram toda a ganância necessária, e por querer apenas o direito e o respeito igualitário e não para exercer o monopólio do poder.

“Pulando” da esquerda para a direita, segundo a conveniência, hora passando pelo centro, no cenário da política brasileira é certa a cena repleta de Gushikens, Paloccis, Roussefs, Mercadantes, Bornhausen, sobrenomes que denotam a raiz histórica do processo de “branqueamento” do Brasil defendido por pessoas, como Euclides da Cunha, autor de “Os Sertões” e Monteiro Lobato, autor de “O Presidente Negro”, todos curiosamente judeus. Dos 513 parlamentares na Câmara Federal menos de 5% são afro-brasileiros.

É verdade que nem todo judeu é sionista, embora eu não tenha ouvido falar de judeu que negasse a criação do estado invasor(Israel), e então depois de um movimento internacinal de crítica ao nazi-sionismo praticando o holocausto árabe, é que curiosamente surgiram judeus alegando não serem sionistas Mas, certamente estes foram poucos.



É mais do que evidente que sempre existiu uma poderosa elite de mercadores e banqueiros que pastoreiam o seu “povo” feito gado pelo mundo, curiosamente onde se apresentam as maiores oportunidades de enriquecimento, onde os menos favorecidos entre lês, geralmente os convertidos parecem servir de holocausto a sua causa. Se a elite dominante na Alemanha era justamente a judaica por que ela nada fez para impedir Hitler? Porque os banqueiros sionistas o financiaram? Por que os banqueiros sionistas financiaram as guerras mundiais? Porque esses Kazares(bandidos ou guerrilheiros das estepes asiáticas que enriquecem por pilhagem estão, a milênios pilhando impunemente as nações? Vou responder com uma trecho muito interessante que, pasmem, achei por acaso ou pela lei da atração, sei lá:

“...O dinheiro segundo o rei Felipe da Macedônia, pai de Alexandre o Grande, assim afirmava "não há um exército que resista a um burro carregado de ouro". O jovem estado judeu sobrevive entre os seus inimigos, graças a união de seu povo e o poder do dinheiro.”(texto que se refere ao estado do Maranhão como um estado judeu- e que pode ser lido na íntegra em http://jornalpequeno.com.br de Felinto Ribeiro.



“Curiosamente” os Estados onde mais houve atividade política e de exploração de riquezas naturais pela comunidade judaica, e a sua maçonaria, como Minas e principalmente os do Norte e nordeste, são também os menos favorecidos.Porém nos estado que a sua elite escolheu para morar se tornaram nos mais ricos, São Paulo, Rio e os do Sul.

Para quem queira ser bestial ao ponto de me acusar de ser preconceituosa ou anti-semita, eu lembro uma notícia do mês de junho de 2010, muito bem abafada aqui no Brasil, que é uma antiga rixa entre os judeus askenazi e os sefarditas.

 Judeus askenazi x judeus sefarditas

Os judeus ashkenazi ---judeus asiáticos e do centro e leste da Europa, alegam não serem racistas, mas querem que as salas de aula da escola Beit Yaakov em Emanuel, na Cisjordânia ocupada, continuem segregadas(como tem sido há anos) argumentando que as meninas sefarditas, que são descendentes de judeus vindos do norte da África, ou Espanha não são "religiosas o suficiente". “É a Torá que decreta!”, “Não encostem nos redentores de Israel”, eram algumas das frases escritas nos cartazes levantados pelos manifestantes.

A polícia israelense foi colocada em “estado de alerta avançado”. Cerca 10.000 agentes foram mobilizados, principalmente em Jerusalém, em Bnei Brak e em Beit Shemesh, base ultraortodoxa localizada no meio do caminho entre as duas localidades.

Os colonos asquenazis pertencentes ao grupo hassídico Slonim, de origem russa, que retiraram suas filhas da escola há um ano, afirmaram que preferiam ser presos a partir desta quinta-feira durante duas semanas, a obedecer à decisão da Suprema Corte.

As mães ashkenazi apelaram à Alta Corte depois que a Suprema Corte de Justiça determinou que 43 pais desafiaram os esforços de integração ao manter suas filhas em casa após a decisão judicial, e que por isso seriam presos ontem e ficariam duas semanas na cadeia.

Segundo o "Haaretz", Weinstein respondeu ao apelo dizendo que as mulheres não deveriam ser detidas, e deveriam ter a possibilidade de permanecer em casa com suas filhas.

Os pais das meninas ashkenazi -- um total de 35 homens-- se apresentaram ontem na prisão Ma'asiyahu nesta quinta-feira para cumprir a sentença de duas semanas de detenção.

A Alta Corte agora deve decidir o destino das 22 mães e dois pais que não se apresentaram para cumprir a prisão. Uma audiência sobre o caso deve ocorrer no próximo domingo (20).

Ontem, dezenas de milhares de judeus ultra-ortodoxos participaram de uma manifestação nas ruas de Jerusalém em protesto contra a decisão da Suprema Corte.

Manifestantes lotaram ruas e praças da cidade, levando cartazes com críticas à decisão judicial e pedindo a supremacia da lei religiosa. Muitos usavam roupas pretas e barbas longas, em trajes típicos dos ultra-ortodoxos.

Segundo a polícia, cerca de 50 mil pessoas participaram do protesto em Jerusalém. Outras 20 mil se juntaram às manifestações na cidade de Bnei Brak.

o O procurador-geral de Israel, Yehuda Weinstein, aconselhou a Alta Corte de Justiça a não colocar em prática a ordem de prisão de 22 judias ultra-ortodoxas acusadas de violar uma ordem judicial para integrar suas filhas ashkenazi com colegas de origem sefardita. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pelo jornal israelense "Haaretz".

Os pais acusados de discriminação racial – 86 pessoas – devem apresentar-se, segundo a emissora de rádio estatal, às 14h00 GMT (11h00 de Brasília) a uma prisão em Jerusalém ocidental a partir da qual deverão ser transferidos para prisões no centro do país.

A minoria ultra-ortodoxa possui cerca de 650 mil judeus --apenas 10% da população de Israel.

Bom, eu confesso que não sou especialista em política, nem economia, nem em história, mas eu sou especialista em investigação, em curiosidade, e principalmente sou especialista em insubmissão. Definitivamente não tenho talento algum para a subordinação. Se alguém quiser pesquisar mais sobre o que eu falei, que o faça, pois terá muitas surpresas. E se alguém quiser uma vasta bibliografia que comprove o que eu disse que vá a biblioteca e aos arquivos. Até porque não foi aqui, minha intenção em dar aula de história nem enfrentar uma bancada de avaliadores.

E termino com as seguintes perguntas, na postura de uma brasileira proletária:

Se o país tem estado nas mãos de uma elite, no caso judaica, desde a sua colonização e até os dias de hoje. Como foi o povo tratado por essa elite? E como está o povo dominado por essa elite ainda nos dias de hoje?

Márcia Zaros-2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Como uma elite dominante em uma sociedade pode com seu pensamento religioso e seu comportamento estratégico e engajado em suas crenças, afetar até mesmo toda uma nação.

Com a intenção de abordar um tema importante, e que é geralmente evitado a todos os custos até mesmo pelos "grandes nomes da nossa História" , desenvolverei aqui(procurar no marcador: Conseqüências econômicas e políticas de um pensamento religioso predominante numa sociedade).Para dar um pequeno arranque neste início de abordagem, eu sugiro a prévia leitura do livro de Max Weber chamado A Ética Protestante e o Espírito Capitalista, onde ele dá uma idéia, sobre a atuação do "espírito" capitalista operado pela burguesia judeu-cristã(protestante) dominante na Europa. Se completarmos nossas leituras com estudos sobre a reforma protestante, levantando um pouco a cortina para espiarmos os bastidores deste episódio, poderemos ver ainda que parcialmente, que a reforma religiosa teve na realidade muito mais intenções econômicas e políticas do que metafísicas.Lembrando que o sionismo é quem na realidade impulsionou esse e outros movimentos na intenção de instalarem livremente(isto é praticarem a usura sem ter de dar parte ao Vaticano) . Por isso foi importante a criação de um cristianismo mais adaptado às suas origens e portanto judaizado (protestantismo)e desligado do Vaticano, e com isso "matando dois coelhos numa só machadada"(podiam enriquecer livremente e através da usura numa espécie de Estado-Paralelo) .Ao olharmos este passado, e começando pelas considerações de suas conseqüências no presente, então veremos como esse evento nos atinge hoje, e porque ele foi uma das bases para a instauração do sistema econômico ou o capitalismo predatório(os bancos e as grandes corporações) que nos oprime até os dias de hoje. Se bem que no contexto político e econômico dá até para voltarmos aos tempos da grande farsa do "descobrimento do Brasil" que eu prefiro "inauguração" financiada por membros(elite)desta mesma "linhagem.Nos iludindo ainda hoje, politicamente falando com sua falsa democracia arrastada por esse "projeto"(capitalismo predatório) e seu sistema judiciário criado para sustentá-lo(ainda que estes dois últimos tenham sido implantados pela força de uma outra famosa e importantíssima ferramenta obscura). Para relembrar: a preocupação aqui neste tópico, é abordar como um movimento religioso, pode influenciar a vida econômica e política de milhões de pessoas, mesmo que a maioria nem mesmo faça parte de tal etnia ou religião. Para aqueles que ainda lerão a obra citada acima do judeu Max Weber, vale lembrar que ele tem seus "motivos" para ter omido a grande partidipação da elite judaica na instauração do capitalismo que hoje vivemos, deixando-a nas sombras da elite protestante(judaica-cristã). A questão da elite judaica, foi abordada, somente porque é ela a predominante, e que o mesmo se daria se fosse predominante outra etnia ou religião. As 8 maiores Casas Bancárias do mundo, 5 são judaicas: Rotschild, Rockfeller, JPMorgan, Warburg e Grupo Bilderberg. Esse quinteto movimenta mais de 10 trilhões de dólares anuais, 8 vezes todo o PIB do Brasil.
Afinal, aqui somos ateus, não temos preferências religiosas, nem temos de defender nossa riqueza(recolhimento de dízimos ou taxas templárias) numa briga por fiéis. Aqui não há nenhuma intenção de atacar preconceituosamente a preferência religiosa das pessoas, mas colaborar com o entendimento intelectual num estudo acadêmico. Portanto que nenhuma “besta fanática”(animal desprovido de capacidade intelectual para reconhecer um estudo acadêmico ou intelectual), não me acuse de anti-semitismo, até porque, semitas também são os árabes e não só os judeus. Se é que aqui há e haverá algo que certamente não aprovamos e abominamos é o sionismo(que promove o genocídio contra os outros povos da palestina).  Até porque existem, felizmente,  muitos judeus que não são sionistas.
Porém será observado a posição capitalista e muito atuante da elite dominante não só a nível mundial, bem como especialmente no Brasil, curiosamente é a judaica.
Como por hora ainda não há movimentação como um fórum ligado aos posts, sugiro para quem deseja acrescentar algo neste empenho, que o faça na barra de cometários, por hora.


Então, até o próximo post.