As Mulheres de Monte Cassino
Muitas Atrocidades de Guerra São Totalmente Ignoradas
pelo Dr. William Pierce
Parece que, cada vez que eu pego um jornal, eu leio sobre uma nova reivindicação que os judeus estão fazendo no dinheiro de mais alguém. Começou alguns meses atrás quando eles reivindicaram que os Suíços não tinham sido cuidadosos o bastante tentando achar pistas dos herdeiros de judeus que tinham depositado dinheiro em bancos suíços durante os anos da década de 1930, antes da Segunda Guerra Mundial, e então nunca mais tinham reclamado este dinheiro.
Sete bilhões de dólares os judeus quiseram do povo Suíço -- mais juros, é claro. E quando os políticos Suíços, em vez de lhes dizer que fossem para inferno, começaram a negociar com eles e lhes oferecer centenas de milhões de dólares, os Judeus perceberam que eles tinham uma coisa boa em andamento, e eles decidiram empurrar mais forte isso. Logo eles acusaram os Suecos também de ter um pouco de ouro restante da Segunda Guerra Mundial que deveria ser dado aos judeus para compensá-los pela perseguição deles. Então eles perseguiram a Argentina e Portugal e a França também.
Na França eles anunciaram que muitos edifícios em Paris e outras cidades francesas tinham pertencido a judeus, antes da Segunda Guerra Mundial, sessenta anos atrás e agora eles querem que o franceses paguem por estes edifícios -- mais juros, é claro. Todas as semanas há novas exigências por mais dinheiro a ser dado aos judeus, mais ouro. Qualquer um que ridiculariza estas reivindicações judaicas provavelmente será atacado pela mídia como um "anti-semita", um "neonazista", ou pior de tudo, um "negador" do Holocausto.
O esquema inteiro, você pode ver, está baseado no "Holocausto", na teoria de que os judeus sofreram de maneira ímpar, única nas mãos de todo o resto de nós, e portanto agora nós devemos a eles, e é terrivelmente malvado de nossa parte--ou pelo menos, muito "insensível"--recusar as exigências deles.
Agora, eu não tenho nenhuma dúvida que os judeus perderam dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial. Quem não perdeu? Era uma guerra terrivelmente destrutiva e assassina. Todo mundo que esteve envolvido nela perdeu muito. Porém, os judeus são os únicos que parecem acreditar que o mundo deve a eles sustento por toda vida por causa disto. Talvez eles sintam que merecem mais porque eles fizeram um enorme investimento lembrando todo o mundo. Eles usaram o controle deles de Hollywood e da indústria de televisão para produzir centenas de filmes e episódios de TV para nos lembrar de como eles foram maltratados pelos terríveis alemães e pelos aliados e ajudantes dos alemães - franceses, italianos, poloneses, letões, lituanos, e ucranianos--tudo isso sem culpa nenhuma dos próprios judeus, é claro.
Eles são os únicos que persuadiram o governo Norte-Americano deixar eles montarem, um "museu do Holocausto" em terreno de propriedade pública em Washington. Eles são os únicos que pressionaram os políticos corruptos e funcionários da educação em uma dúzia de Estados para requerer aulas especiais sobre "Holocausto" para todos os estudantes das escolas secundárias. O que essas aulas especiais consistem é em lavagem-cerebral intencionada a dar aos judeus um status especial, privilegiado, o de serem os maiores sofredores inocentes do mundo, o status de povo para quem o mundo deve algo. Somente os judeus. Ninguém mais.
Isto é trapaça. Isto é desonesto. Nós entendemos por que eles fazem isto, é claro. Eles nos dizem que eles fazem isso para que nós que não nos esqueçamos que coisas terríveis nós fizemos a eles, como nós falhamos em não salvá-los dos alemães, e assim por diante. Mas eles também fazem isto porque o "Holocausto" é um esquema imensamente lucrativo para eles. Eles chupam bilhões de dólares em dinheiro de culpa do resto do mundo todos os anos. Mas é desonesto por duas razões. Primeiro, ele grandemente exagera o sofrimento dos judeus.
Leva alguns fatos básicos e indisputáveis -- principalmente o fato que os alemães não gostavam de ter os judeus no controle da sociedade deles e estavam determinados a quebrar o domínio deles sobre a Alemanha, e, de fato , eles quebraram aquele domínio, algumas vezes através de medidas drásticas--e eles costuram e encobrem esses fatos básicos e reais com muitas, muitas mentiras: mentiras sobre sabão feito de corpos de judeus, mentiras sobre abajures feitos da pele de judeus, mentiras sobre câmaras de gás em muitos lugares onde não havia nenhuma câmara de gás, e mentiras sobre soldados alemães balançando bebês judeus pelas pernas e esmagando fora os seus cérebros. Nós não deveríamos deixar os judeus obrigarem o ensino destas mentiras a nossas crianças apenas para que eles possam continuar nos enviando em uma jornada de culpas e sangrando o mundo para obter tanto dinheiro quanto eles possam obter.
Eu estava lendo uma história alguns dias atrás no New York Times sobre um estudo sendo conduzido na Universidade de Cambridge sobre o destino dos meio-judeus na Alemanha, e a história citou uma mulher que estava morando na Alemanha nos anos trinta. A mãe dela era alemã e o pai dela era um judeu, e ela foi à sede da Gestapo em Berlim em 1938 reclamar porque o governo tinha ordenado que o pai dela deixasse a Alemanha. Ela disse que os oficiais da Gestapo a levaram para um escritório na parte de trás da sede e a estupraram.
Agora, eu sei que isso não aconteceu. Uma mulher Branca pode ser estuprada em uma delegacia de polícia em Nova York, Washington ou Chicago hoje, mas a Gestapo de Berlim não estuprou nenhuma pessoa. Berlim em 1938 não era como Nova York ou Washington DC, hoje. Era um lugar com ordem. Era um lugar com regras. Era um lugar onde as mulheres não tinham que se preocupar sobre serem estupradas pela polícia. Tal comportamento era inconcebível. Mas isto faz desta uma mentira boa para costurar na história do " Holocausto ".
Há uma outra razão porque esta reivindicação pelos judeus de que o mundo deve a eles sustento, porque eles seriam as maiores vítimas do mundo, é uma trapaça. É uma trapaça porque está associada com a supressão deliberada da verdade sobre o que aconteceu a outras pessoas: em particular sobre o que os judeus e os aliados deles fizeram a outras pessoas.
Se você quiser aprender sobre atrocidades, dê uma olhada no que os bolcheviques fizeram na Rússia e Ucrânia. Você provavelmente ouviu falar de histórias muito vagas do assassinato em massa de 30 milhões de kulaks, 30 milhões de fazendeiros ucranianos e russos e alemães, pelos comunistas, nos anos vinte, mas muito poucos detalhes, eu tenho certeza. Isto não é ensinado nas escolas, e Hollywood não faz filmes sobre isto, porque a maioria do commissários bolcheviques que supervisionaram este programa de assassinato de massa eram Judeus Comunistas, e as vítimas deles eram Gentios (não-judeus).
Qual é o ponto em lembrar o mundo sobre isso? Pela mesma razão você não ouve falar do que a polícia secreta comunista fez nas suas celas de tortura e execução na Polônia, Alemanha, Hungria, Tchecoslováquia, e toda parte depois da Segunda Guerra Mundial, quando eles estavam fazendo a Europa Oriental segura para o Comunismo. Você não ouve falar disto porque não só as vítimas não eram judeus, mas porque os torturadores e assassinos em muitos casos eram judeus.
Suponha que os parentes, os herdeiros, de todas estas vítimas não-judaicas se organizassem e começassem a exigir que eles fossem indenizados e pagos com compensação pelo que foi feito a eles, e pelo que foi roubado deles 55, 60 ou 70 anos atrás. Ainda assim você não ouviria falar disto, porque as pessoas que controlam a mídia se assegurariam de que a história deles não seria contada.
Deixe-me contar a vocês sobre um grupo de vítimas--vítimas reais--da Segunda Guerra Mundial que você nunca ouviu falar sobre por esta mesma razão. Em maio de 1944 os Aliados--as forças da democracia e igualdade, as forças anti-Nazistas e pró-Judaicas--finalmente tiveram sucesso em tomar o Monte Cassino, nos montes Apeninos da Itália central, do domínio do Exército alemão, depois de bombardear a abadia do século sexto de Monte Cassino até a transformar em ruínas. Os Aliados tinham alguns soldados Marroquinos com eles. Eles já queriam "diversidade" nas forças armadas deles desde então. Eles queriam demonstrar a convicção deles na igualdade racial.
Os Marroquinos eram apenas medíocres como lutadores, mas eles realmente superavam-se no ato de cortar as gargantas dos prisioneiros depois da luta terminada. Eles eram muito bons em estuprar civis também. Na noite que se seguiu após a batalha pelo Monte Cassino ter terminado, e os alemães tinham se rendido em boa ordem, uma divisão de soldados marroquinos--12,000 deles--deixaram o acampamento deles e enxamearam-se sobre um grupo de aldeias montanhesas ao redor do Monte Cassino. Eles estupraram todas as mulheres e meninas das aldeias que eles pudessem pôr as mãos, uma estimativa de cerca de 3000 mulheres, variando da idade de 11 até 86 anos. Eles assassinaram 800 homens das aldeias que tentaram proteger as mulheres deles. Eles abusaram de algumas mulheres tão duramente que mais de 100 delas morreram.
O povo destas vilas montanhesas são descendentes dos antigos Volsci, uma das tribos na Itália pré-romana, e as mulheres deles são conhecidas por serem mais altas e mais graciosas que outras mulheres naquela parte da Itália. Os soldados marroquinos selecionaram as meninas mais bonitas para estuprar em grupo, com filas longas de marroquinos escuros esperando a sua vez na frente de cada uma delas, enquanto outros marroquinos possuíam as suas vítimas. Duas irmãs, de 15 e 18 anos, foram estupradas por mais de 200 marroquinos cada uma delas. Uma delas morreu do abuso. A outra passou os últimos 53 anos num hospital psiquiátrico. Os marroquinos estupraram até mesmo alguns dos rapazes das aldeias. Os marroquinos também destruíram a maioria das construções e casas nas aldeias e roubaram tudo de valor.
De forma bastante interessante, não há nenhuma menção desta ação dos nossos "nobres" aliados "Coloreds" do Norte da África na maioria das histórias da batalha pelo Monte Cassino que foram publicadas desde a guerra. Nem mesmo a história oficial publicada pelo Departamento de Guerra Norte-Americano menciona o que os marroquinos fizeram a estes aldeões monteses italianos. A política judaica durante, e desde o fim da guerra foi ignorar qualquer atrocidade cometida pelas pessoas no lado deles--a menos que eles pudessem culpar isto nos inimigos deles. Por exemplo, o assassinato por esquadrões judaicos de execução pertencentes à polícia secreta Soviética de 15 000 oficiais e intelectuais poloneses em 1940 foi culpado nos alemães, depois que o Exército alemão em avanço descobriu os corpos de mais de 4000 dessas vítimas na floresta de Katyn. Até mesmo muitos anos depois do fim da guerra, muitos elementos da mídia controlada continuaram repetindo e papagueando esta mentira sobre a culpa alemã pelos assassinatos de Katyn. O controle judeu da mídia de notícias tornou isso bem fácil.
E é claro que, os relatórios das atrocidades cometidas contra os Alemães pelas forças Soviéticas durante e após a guerra também foram suprimidos. Os horríveis estupros em massa das mulheres e meninas alemãs, e o assassinato em massa de civis alemães e prisioneiros de guerra foram incitados deliberadamente pelo commissário de propaganda Judeu-Soviético Ilya Ehrenburg. Este commissário judeu louco-de-ódio explicitamente urgia o exército Vermelho a estuprar as mulheres alemãs e assassinar os civis alemães, inclusive crianças. E eles fizeram isso. Mas é claro que, Hollywood nunca fez um filme sobre estas atrocidades horríveis. E tão longe quanto eu estou atento, nenhum dos herdeiros destes poloneses, alemães, ou as vítimas italianas dos Aliados Pró-Judeus fizeram qualquer exigência dos vários governos Aliados para indenização.
De todas as pessoas que sofreram perdas durante a Segunda Guerra Mundial, são somente os Judeus que estão exigindo serem pagos, somente os Judeus que estão tentando capitalizar nas perdas deles -- e exagerando e mentindo sobre essas perdas de forma que eles possam inchar as reivindicações deles para indenizações. Claro que, realmente isso não traria para nenhum destes poloneses, alemães, ou italianos qualquer benefício fazer reivindicações para restituições, porque eles não controlam a mídia, e sem a mídia para apoiá-los os políticos apenas ririam na cara deles.
Imagine uma delegação de mulheres das aldeias italianas, anciãs da área do Monte Cassino aparecendo em Washington e reivindicando restituição do governo Norte-Americano pelas experiências horríveis delas de serem estupradas em gangue por marroquinos 53 anos atrás. Afinal de contas, foi um americano, o General Dwight Eisenhower que tomava conta então do esforço de guerra Aliado, e quem tinha a responsabilidade pela conduta dos soldados Aliados, inclusive os marroquinos. Os marroquinos já tinham uma reputação como um bando de estupradores, e degoladores selvagens, de forma que apenas o fato de trazer soldados marroquinos para a Europa já constituía um crime de guerra e um crime contra a humanidade.
Mas você pode imaginar qualquer um de nossos políticos dando até mesmo para estas mulheres o tempo de um dia? O Senador Alphonse D'Amato,de Nova York, tem "batido os tambores" para os judeus que estão exigindo ouro dos suíços, dos suecos, e de todo mundo mais. Eu tenho certeza de que ele não seria tão útil aos seus compatriotas italianos da mesma maneira. Afinal de contas, os italianos não possuem o New York Times. Não, estas mulheres italianas seriam ignoradas. Reivindicar o status de vítima, como os judeus, dessa forma roubando parte das luzes dos refletores sobre os judeus, seria considerado equivalente a anti-semitismo. E se queixar de terem sido estupradas por soldados de "cor" certamente seriam acusadas de racismo. Quando os políticos vissem estas mulheres chegando, eles correriam na outra direção, e o Senador D'Amato estaria correndo mais rapidamente que todo o resto.
Você sabe, pode ser que este negócio dos judeus extorquirem alguns bilhões de dólares de vários governos, bancos e companhias de seguros que eles reivindicam do passado não seja grande coisa. Afinal de contas, é só dinheiro. Mas é com certeza uma ótima ilustração, eu creio, tanto do modo como os judeus trabalham quanto da necessidade absoluta de que nós recuperemos o controle de nossos meios de comunicação de massa. Na minha visão, o que foi feito a essas mulheres nas aldeias ao redor de Monte Cassino em maio de 1944 é um crime muito pior do que qualquer coisa que os judeus reivindicam ter acontecido a eles -- até mesmo cada uma das reivindicações deles fosse verdade.
Também é um crime que as notícias desta atrocidade terrível foram suprimidas . Nossas crianças estão sendo ensinadas hoje uma falsa versão da história e estão sendo conduzidas, como resultado, a conclusões erradas. Por causa disto eles são incapazes de defender a sociedade deles, a civilização deles, e a raça deles. Foram dadas as crianças falsas noções de quem os amigos delas são e quem os inimigos delas são. E eles foram entregues a estas falsas idéias, eles foram conduzidos a estas conclusões erradas, apenas por uma razão, e esta razão é porque isto beneficia os judeus.
Este é um crime terrível. Justificaria cem tribunais de Nuremberg e o enforcamento de todo general, todo político, e todo chefe da mídia que participou nisto.
Se nossa gente deve sobreviver, nós temos que saber o que está acontecendo no mundo ao nosso redor. Nós temos que saber a verdade sobre o que aconteceu conosco no passado, não mentiras projetadas para beneficiar os judeus. Você sabe, eu toco muito neste ponto, mas isso é porque é de importância suprema. Algumas pessoas evitam deliberadamente a compreensão deste fato. Eles fingem que não deveria ser de nenhuma preocupação a nós quem controla nossos meios de comunicação. Alguém tem que os controlar, e assim pode bem ser os judeus, eles pensam. Como isso nos prejudica, eles perguntam. Nós ainda podemos obter as mais recentes contagens de pontos no basquete. Nós ainda podemos conhecer a previsão do tempo. Nós ainda podemos assistir nosso espetáculo de jogo favorito ou filme de comédia . Por que nós deveríamos estar interessados que são os judeus que estão provendo estas coisas para nós em lugar de outra pessoa?
Me deixe lhe falar novamente por que nós deveríamos ser interessados, e eu direi isto calmamente. Nós não fomos infornados pela mídia sobre o que os comunistas estavam fazendo na União Soviética nos anos 20 e 30 , porque os judeus não queriam que nós soubéssemos. Poderia nos colocar contra o Comunismo, e os judeus comunistas na União soviética estavam montados em tudo aquilo. Os judeus não queriam que nós estivéssemos contra o Comunismo. Assim não houve nenhum filme de Hollywood exibindo fazendeiros russos e ucranianos morrendo de fome enquanto comissários judeus comiam caviar. Ao invés diso, o que nós obtivemos da mídia nos anos 1930 eram filmes anti-alemães e propaganda anti-alemã nos jornais e no rádio.
Os judeus queriam que nós fôssemos anti-alemães, porque os alemães estavam expulsando os judeus da Alemanha. Nos mentiram tanto e por tão longo tempo que nós acabamos nos aliando com os comunistas para destruir os alemães. E em 1943, quando o Exército alemão descobriu os corpos desses 15.000 oficiais poloneses e intelectuais que tinham sido assassinados pelos comunistas, a mídia judaica daqui mentiu novamente a nós e nos falou que os alemães tinham feito aquilo. E foram todas estas mentiras que conduziram diretamente a todas aquelas mulheres nas aldeias montesas ao redor de Monte Cassino que foram estupradas em gangue por soldados marroquinos em maio de1944. E as mesmas mentiras conduziram ao estupro em gangue e o assassinato em massa de milhões de alemães pelos anos seguintes depois disso.
Mas se não fosse por estas mentiras nós nunca teríamos sido envolvidos em uma guerra na Europa, mesmo com o ataque japonês em Pearl Harbor. Se não fosse por estas mentiras, o Comunismo teria sido esmagado na Europa 50 anos mais cedo. Se não fosse por estas mentiras, os crimes mais horríveis na história teriam sido evitados.
Portanto, realmente importa que controla a mídia. Importou naquela época, e importa agora, porque nós ainda estamos sendo enganados. É o pior tipo de irresponsabilidade imaginar que você será agradável e legal não notando o que os judeus estão fazendo com a mídia e educadamente aceitando tudo das suas reivindicações do "Holocausto". Isso não é legal. Isso é criminoso. Pessoas que pensaram assim são em parte responsáveis pela Segunda Guerra Mundial. Até que nós arranquemos a mídia para longe dos mentirosos, nós tropeçaremos em um crime após o outro e uma catástrofe após a outra. Nós não podemos aguentar muito mais.
Retirado do http://www.natall.com/portuguese/fs977c.html
Fonte: http://israelixo.jeeran.com/mulheres.htm
Ativismo antiteísta, pois compreendemos as religiões como responsáveis pelas maiores guerras e conflitos da humanidade. A religião, desde os primórdios da Humanidade tem sido utilizada como ferramenta de controle mental com finalidades militares, políticas e econômicas. "Que a verdade floresça, mesmo que a religião pereça"
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
As escrituras judaicas são o mais antigo registro histórico, em qualquer lugar, de genocídio sistemático.
"E deves destruir todos os povos que o Senhor teu Deus te der, e teu olho não terá piedade deles"
(Deuteronômio 7: 2, 16).
O olho da maçonaria e dos Illuminatis?
A conspiração judaica não é um mito, nem os sacrifícos sangrentos são mitos entre os judeus, se for levado em conta que tudo o que está escrito na Bíblia por eles mesmos se diz ser uma verdade. Então, tá , realmente esse trecho da Bíblia combina com tais rtiuais e não podem, então com base nele, serem considerados mitos. E não sou eu quem afirma isso, é a própria bíblia que diz e se crê escrita por rabinos judeus. Por que é que ninguém vê isso? Por que é que ninguém acusa os judeus e seus escritos violentos, xenofóbicos e declaradamente inimigos dos goins(os que não são judeus), como os escritos deuteronomistas ?
A conspiração judaica não é um mito, nem os sacrifícos sangrentos são mitos entre os judeus, se for levado em conta que tudo o que está escrito na Bíblia por eles mesmos se diz ser uma verdade. Então, tá , realmente esse trecho da Bíblia combina com tais rtiuais e não podem, então com base nele, serem considerados mitos. E não sou eu quem afirma isso, é a própria bíblia que diz e se crê escrita por rabinos judeus. Por que é que ninguém vê isso? Por que é que ninguém acusa os judeus e seus escritos violentos, xenofóbicos e declaradamente inimigos dos goins(os que não são judeus), como os escritos deuteronomistas ?
Abuso sexual de cléricos não é "privilégio" só entre católicos
Como toda a mídia mundial está em mãos de judeus sionistas então fica fácil saber porque só os abusos sexuais dos cléricos católicos são amplamente divulgados e os dos judeus são intencionalmente esquecidos. Só não entendo porque não há uma revanche. Os sionistas judeus são o maior exemplo na Terra de unidade tática.
Just another WordPress.com weblog
Abuso sexual entre os Judeus -Testem. Jeová.
Judeus :
O rabino Arthur Schaefer Gross é um professor de direito e ética na Loyola
Marymount University.É sua convicção de que o abuso sexual entre os rabinos se aproxima daquela encontrada entre o clero protestante.
De acordo com um estudo, 73 % das mulheres dos rabinos relatam casos de
assédio sexual.
“Infelizmente”, conclui o rabino Schaefer, “as reações de nossas comunidades até
o momento têm sido muitas vezes baseadas em “manter as coisas” em silêncio em
uma tentativa de fazer” controle de danos “.
Medo de ações judiciais e má publicidade ditaram uma atmosfera de vozes
silenciadas e indignação contra aqueles que ousam romper falando para os de fora.
Rabino Joel Meyers, vice-presidente executivo da Assembléia Rabínica Conservadora,
relata que30 % dos rabinos que mudaram de posto, em 2000, fê-lo involuntariamente, e que o abuso sexual foi um fator em muitos casos.
O Awareness Center dedica todo um site para “abuso do clero: os rabinos, cantores
e outros funcionários de confiança.”
É um franco e detalhado olhar sobre o problema de abuso sexual por parte de
rabinos.
Testemunhas de Jeová
O problema do abuso sexual de Testemunhas de Jeová é evidente entre os
anciãos da igreja, mas a maior parte do abuso vem dos membros da congregação.
“As vítimas que se adiantaram, na sua maioria são meninas e mulheres jovens”,
escreve Laurie Goodstein no New York Times “, e muitas acusações envolvem
incesto.”
Há um grupo de apoio às vítimas acessível “, silentlambs”, que reuniu mais de 5.000 testemunhas afirmando o que a igreja (testemuhas de jeová) lidou mal com abuso sexual infantil.
http://www.catholicleague.org/research/abuse_in_social_context.htm
tradução – vanderley d.
colaboração – Fernando Nascimento.
http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=32876590&tid=5463012999772115721&start=1
Escrito por caiafarsa
julho 16, 2010 às 1:43 am
.
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Abuso sexual entre os Judeus -Testem. Jeová.
Judeus :
O rabino Arthur Schaefer Gross é um professor de direito e ética na Loyola
Marymount University.É sua convicção de que o abuso sexual entre os rabinos se aproxima daquela encontrada entre o clero protestante.
De acordo com um estudo, 73 % das mulheres dos rabinos relatam casos de
assédio sexual.
“Infelizmente”, conclui o rabino Schaefer, “as reações de nossas comunidades até
o momento têm sido muitas vezes baseadas em “manter as coisas” em silêncio em
uma tentativa de fazer” controle de danos “.
Medo de ações judiciais e má publicidade ditaram uma atmosfera de vozes
silenciadas e indignação contra aqueles que ousam romper falando para os de fora.
Rabino Joel Meyers, vice-presidente executivo da Assembléia Rabínica Conservadora,
relata que30 % dos rabinos que mudaram de posto, em 2000, fê-lo involuntariamente, e que o abuso sexual foi um fator em muitos casos.
O Awareness Center dedica todo um site para “abuso do clero: os rabinos, cantores
e outros funcionários de confiança.”
É um franco e detalhado olhar sobre o problema de abuso sexual por parte de
rabinos.
Testemunhas de Jeová
O problema do abuso sexual de Testemunhas de Jeová é evidente entre os
anciãos da igreja, mas a maior parte do abuso vem dos membros da congregação.
“As vítimas que se adiantaram, na sua maioria são meninas e mulheres jovens”,
escreve Laurie Goodstein no New York Times “, e muitas acusações envolvem
incesto.”
Há um grupo de apoio às vítimas acessível “, silentlambs”, que reuniu mais de 5.000 testemunhas afirmando o que a igreja (testemuhas de jeová) lidou mal com abuso sexual infantil.
http://www.catholicleague.org/research/abuse_in_social_context.htm
tradução – vanderley d.
colaboração – Fernando Nascimento.
http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=32876590&tid=5463012999772115721&start=1
Escrito por caiafarsa
julho 16, 2010 às 1:43 am
.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Sionistas importando índios do Peru
Os sionistas querem um gigantesco Estado de Israel
Para garantirem a maioria judaica na Palestina , os sionistas importam índios do Perú para fabricarem novos judeus. E se a moda pega aqui no Brasil? Quantas reservas brasileiras sob o disfarce de ongs estrangeiras, já não são dirigidas por nossos índios aos serviços da poderosa comunidade israelita sionista?
O texto abaixo é copiado na íntegra. Vejam como os sionistas mentem descaradamente para os índios, e os usam para ocupar a palestina:
“Em uma escola de estrutura pré-fabricada, no assentamento cisjordaniano de Alon Shvut, há algumas dúzias de pessoas sentadas, cantando uma popular canção hassídica: "Todo o mundo é uma ponte muito estreita e o principal é não ter medo." Cantam com sentimento, ainda que a maioria não entenda uma única palavra da canção. Como é costume nas escolas religiosas, a classe está dividida em uma seção para homens e outra para mulheres. As mulheres usam chapéus e as cabeças dos homens estão cobertas por casquetes feitos de tecido. Tanto os homens quanto as mulheres têm traços de indígenas sul-americanos.
Quase sem que se note, um novo tipo de judeus está nascendo nos assentamentos. Judeus que certamente estão unidos a Israel e a tudo o que é israelense apenas por uma ponte muito estreita. Ainda não visitaram Tel Aviv ou Haifa, e nunca ouviram falar de Degania, o primeiro kibbutz, ou de seu vizinho, Kinneret. Miki Kratsman, o fotógrafo e eu tivemos o privilégio de ser os primeiros judeus seculares que conheceram. No entanto, estão convencidos do sentido histórico de seu direito a este país.
"Somos de origem índia", diz Nachshon Ben-Haim, anteriormente chamado Pedro Mendoza, "mas no Peru, nos Andes, não resta cultura indígena. Todos se transformaram em cristãos, e por isso fizemo-nos judeus. Nós também éramos cristãos e íamos à igreja".
O milagre da criação dessa comunidade de novos judeus tem que ser creditada — ou debitada — inteira e exclusivamente na conta do Grande Rabino de Israel. Por ordem do grande rabino asquenazi, Israel Meir Lau, uma delegação de rabinos viajou ao Peru. Durante suas duas semanas no país, converteram 90 pessoas ao judaísmo, a maior parte delas de origem indígena.
"Encontramos um pequeno rio entre Trujillo e Cajamarca e todos foram imersos nele. Levamos um grupo de Lima para imergir no oceano e então tivemos que voltar a casar em uma cerimônia judia, segundo a halajá (lei religiosa judia)", diz o rabino Eliyahu Birnbaum, juiz do tribunal de conversão e membro da delegação.
EMIGRAÇÃO A ISRAEL
Os rabinos converteram somente aqueles que se disseram dispostos a emigrar imediatamente a Israel. "Impusemos essa condição porque nas áreas remotas em que viviam não havia possibilidade de se respeitar as regras do kosher e era importante assegurar que eles viveriam em um ambiente judeu. Na realidade, a condição não era necessária, porque de qualquer modo eles estavam imbuídos de tal amor pelo país de Israel, que é difícil descrever," diz o rabino David Mamo, presidente adjunto do tribunal de conversão.
"Vendo seu entusiasmo pelo país de Israel compreendemos que a conversão fazia parte de um processo completo incluindo a aliya (emigração a Israel), de maneira que lhes dissemos: do mesmo jeito em que vivem em uma comunidade aqui, vocês poderiam unir-se também a uma comunidade em Israel," diz Birnbaum. "O rabino Mamo e eu vivemos em Gush Etzion (um grupo de assentamentos ao sul de Belém) e acreditamos que, quando se trata de assentamentos orientados à uma comunidade, não há nada que se possa comparar com Alon Shvut e Karmei Tzur (ambos em Gush Etzion), que disseram estar dispostos a absorver os novos imigrantes."
Os 90 novos imigrantes, incluindo 18 famílias, foram levados diretamente do aeroporto aos dois assentamentos. Leah Golan, diretor do departamento responsável pela imigração na Agência Judaica diz: "Nós, como Agência Judaica, trazemos a Israel todos aqueles que tenham sido apontados como tendo direito à aliya, — quer dizer, todos aqueles que tenham sido reconhecidos como judeus pelo grande rabino ou pelo Ministério do Interior."
"Geralmente, os imigrantes em potencial estão em contato com os nossos emissários da aliya e recebem informações muito confiáveis sobre as possibilidades de alojamento, emprego e educação em Israel. Mas no Peru não temos um emissário: só há uma pequena comunidade judia de umas três mil pessoas, de modo que só temos um escritório em Lima que é atendido por uma mulher local. Assim, a Agência Judaica não teve nada a ver com a decisão sobre onde esses novos imigrantes iriam morar ou que tipo de trabalho iriam fazer. Todas as decisões a respeito foram aparentemente tomadas pelos rabinos." Teoricamente os novos judeus tinham a opção de unir-se à comunidade judia no Peru, mas essa foi eliminada.
"Como falar sem ofender a ninguém?", diz Birnbaum. "A comunidade em Lima consiste de uma certa classe sócio-econômica e não os queria porque são de um nível inferior. Havia uma espécie de acordo de que, se fossem convertidos, não seriam agregados à comunidade de Lima, assim, não sobrou outra alternativa senão estabelecer a condição de que emigrassem a Israel."
Os novos judeus não encontraram dificuldades similares nos assentamentos, onde foram integrados sem problemas. "Agora, graças a Deus, vivemos no lugar por onde andou o patriarca Abraham, o judeu número um," diz Ephraim Perez, que até bem pouco tempo, em Trujillo, Peru, era conhecido como Nilo.
DESCENDENTES DE COLOMBO
Acontece que, para eles, o Peru também tinha um antigo antepassado judeu próprio: "É sabido que Cristóvão Colombo era judeu", diz Batya Mendel que era cidadã peruana e tinha o nome de Blanca. "E já que ele esteve no Peru, ali nasceram muitos judeus."
Colombo judeu? "Sempre falam a seu respeito no Peru, que visitou muitos lugares no Peru e deixou sangue judeu por todas as partes," diz Mendel. "Há também muitas seitas cristãs que obedecem aos mandamentos desde então. Quando éramos cristãos, também observávamos todo tipo de mandamento, tais como Pascha [sic] e Shavuot."
Assim, são realmente de origem judia? "Não, no Peru todos são uma mescla de nativos com todo tipo de conquistadores, porém houve muita influência judia através dos marranos (judeus que viveram durante a Inquisição espanhola, mantendo secretamente a sua fé apesar de haverem se convertido ao cristianismo) e através de Colombo. Quando ainda éramos cristãos e íamos à igreja observávamos alguns mandamentos como o Shabat e os dias festivos."
Os rabinos Mamo e Birnbaum, assim como os funcionários dos assentamentos, se referem aos 90 novos judeus como a "terceira aliya" já que houve dois grupos anteriores que vieram do Peru em 1990 e 1991.
Batya Mendel decidiu, na sua emigração a Israel, hebraizar não apenas seu nome, mas também o sobrenome. "Tornei hebraico o meu sobrenome mudando-o para Mendel", explica, "porque todos os anos, na década de 90, um rabino chamado Miron Sover Mendel ia ao Peru para a Páscoa e sempre passava uns poucos dias em Trujillo, uns poucos dias em Cajamarca e uns poucos dias em Lima, e nos ensinava o judaísmo. Ele morreu há cerca de meio ano e assim, quando me perguntaram por um nome na conversão, solicitei em sua memória que meu sobrenome fosse mudado para Mendel."
O que a fez vir a este assentamento? "O Ministério de Absorção disse que deveríamos vir para cá e agradeço a Deus por ter nos enviado," diz Mendel. "É o país do patriarca Abraham, e as pessoas daqui são muito agradáveis."
Segundo Ben-Haim, "a idéia de que haja alguns palestinos aqui é uma mentira. O povo palestino nunca existiu e só quando os judeus abandonaram seu país é que vieram os árabes tratando de apoderar-se e de demonstrar que têm algum direito aqui. Mas não podemos estar de acordo com isso, porque o Senhor deu a terra a Abraham, Isaac e Jacó para sempre, e todos os judeus ficarão unidos e amarão o Senhor com todo seu coração, e então todos os problemas se solucionarão."
Qual é a solução? "No Peru eu pensava que todos os judeus em Israel eram religiosos praticantes," diz Mendel. "Só quando cheguei aqui é que soube que quase 30% dos judeus não são religiosos, e isso me cortou o coração."
Foi isso que lhe disseram antes — pergunto -, que a maioria dos judeus em Israel são religiosos? "Sim, a maioria, mas não todos. Mas se todos chegassem a ser totalmente religiosos e se unissem, o Messias viria e os problemas com os palestinos se solucionariam, porque eles iriam embora daqui."
Os olhos de Mendel brilham enquanto fala: "Será o dia mais maravilhoso do mundo, quando todos os árabes se tornarem judeus, observarem os mandamentos e amarem ao Senhor; e quando vier o Messias, não haverá ninguém no país de nossos antepassados que não ame ao Senhor e ao judaísmo com todo o seu coração."
Você só se converteu em membro desta nação há uns poucos meses, e está neste país há menos de dois meses — digo —, sabe que há árabes e suas famílias têm vivido aqui há centenas de anos?
"Mas Deus disse que todo aquele que se tornasse judeu de coração e observasse os mandamentos, ele dará seu coração de uma geração à outra."
RECRUTAMENTO PARA O EXÉRCITO
Ben-Haim não fica preocupado pelo fato de, ao ser enviado a um assentamento, também ter sido recrutado por um grupo político em particular: "Sabíamos que estávamos indo a um lugar que é chamado 'os territórios'** porque há pessoas que conhecemos que emigraram antes e vivem nos territórios. Mas isso não me causa problemas, porque não considero que os territórios sejam territórios ocupados. Não se pode conquistar o que já era seu desde o tempo do patriarca Abraham."
Ben-Haim diz que depois de terminar o curso de hebraico que está fazendo, talvez entre no Exército, "porque eu não servi o Exército no Peru, e é algo que me falta, e também porque quero defender o país, e se não há alternativa, matarei árabes. Porém estou seguro que os judeus matam árabes apenas em legítima defesa e por justiça, mas os árabes, não. Eles matam porque gostam de matar."
Ele baseia essa opinião em sua visão científica do judaísmo: "O árabe tem o instinto de assassinar e matar como todos os não-judeus, os gentios. Apenas os judeus não têm esse instinto — é um fato genético."
Mas se você não nasceu geneticamente como judeu, não tem também esse mesmo instinto? "Talvez isso tenha ocorrido, mas não importa porque agora somos todos judeus."
* Síntese de matéria publicada inicialmente pelo jornal israelense Ha'aretz em 7 de agosto de 2002, depois reproduzida na íntegra por outros jornais. Site: www.palestina1.com.br
** Territórios pertencentes aos palestinos ilegalmente ocupados por Israel, segundo a ONU. “
Fonte do site : http://www.anovademocracia.com.br/
Sionistas sempre foram escravagistas, A sua atiguíssima e poderosíssima Compainha da Índias que o diga
Os leitores podem ler abaixo a tradução do artigo publicado pelo Jewish Telegraph, a 18/10/2010, e tirar suas próprias conclusões.
Rabino Ovadia Yosef: “Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro”
Gentios somente existem para servir os judeus
O líder dos judeus sefarditas, grão-rabino Ovadia Yosef, disse em seu sermão semanal do sábado (Sabbat) à noite que os não-judeus existem para servir os judeus.
“Os Goyim (não judeus) nasceram unicamente para nos servir. Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”, afirmou.
“Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, irão arar, colher. Nós sentaremos como um efêndi e comeremos”, disse ele rindo.
Yosef, líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel, também disse que a vida de não-judeus é preservada para evitar maiores perdas financeiras aos judeus.
“Com os gentios, será como com qualquer outra pessoa: eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro. Este é seu servo. É por isso que ele vive bastante, para trabalhar para seu judeu”, disse o rabino que acabou de comemorar seu 90º aniversário.
http://www.jta.org/news/article/2010/10/18/2741341/rabbi-yosef-non-jews-exist-to-serve-jews
O pronunciamento do rabino foi transmitido pelo rádio.
O que é o anti-semitismo diante dessa despudorada postura muito mais do que xenofobia por uma minoria, mas que é um ataque a Humanidade. Porque a ONU não se manisfesta contra isso?Será que é porque ela é controlada pelos judeus sionistas? Quem ainda duvida disso?
Leia mais sobre isso, e na íntegra no excelente site http://www.inacreditabel.com.br/
Para garantirem a maioria judaica na Palestina , os sionistas importam índios do Perú para fabricarem novos judeus. E se a moda pega aqui no Brasil? Quantas reservas brasileiras sob o disfarce de ongs estrangeiras, já não são dirigidas por nossos índios aos serviços da poderosa comunidade israelita sionista?
O texto abaixo é copiado na íntegra. Vejam como os sionistas mentem descaradamente para os índios, e os usam para ocupar a palestina:
“Em uma escola de estrutura pré-fabricada, no assentamento cisjordaniano de Alon Shvut, há algumas dúzias de pessoas sentadas, cantando uma popular canção hassídica: "Todo o mundo é uma ponte muito estreita e o principal é não ter medo." Cantam com sentimento, ainda que a maioria não entenda uma única palavra da canção. Como é costume nas escolas religiosas, a classe está dividida em uma seção para homens e outra para mulheres. As mulheres usam chapéus e as cabeças dos homens estão cobertas por casquetes feitos de tecido. Tanto os homens quanto as mulheres têm traços de indígenas sul-americanos.
Quase sem que se note, um novo tipo de judeus está nascendo nos assentamentos. Judeus que certamente estão unidos a Israel e a tudo o que é israelense apenas por uma ponte muito estreita. Ainda não visitaram Tel Aviv ou Haifa, e nunca ouviram falar de Degania, o primeiro kibbutz, ou de seu vizinho, Kinneret. Miki Kratsman, o fotógrafo e eu tivemos o privilégio de ser os primeiros judeus seculares que conheceram. No entanto, estão convencidos do sentido histórico de seu direito a este país.
"Somos de origem índia", diz Nachshon Ben-Haim, anteriormente chamado Pedro Mendoza, "mas no Peru, nos Andes, não resta cultura indígena. Todos se transformaram em cristãos, e por isso fizemo-nos judeus. Nós também éramos cristãos e íamos à igreja".
O milagre da criação dessa comunidade de novos judeus tem que ser creditada — ou debitada — inteira e exclusivamente na conta do Grande Rabino de Israel. Por ordem do grande rabino asquenazi, Israel Meir Lau, uma delegação de rabinos viajou ao Peru. Durante suas duas semanas no país, converteram 90 pessoas ao judaísmo, a maior parte delas de origem indígena.
"Encontramos um pequeno rio entre Trujillo e Cajamarca e todos foram imersos nele. Levamos um grupo de Lima para imergir no oceano e então tivemos que voltar a casar em uma cerimônia judia, segundo a halajá (lei religiosa judia)", diz o rabino Eliyahu Birnbaum, juiz do tribunal de conversão e membro da delegação.
EMIGRAÇÃO A ISRAEL
Os rabinos converteram somente aqueles que se disseram dispostos a emigrar imediatamente a Israel. "Impusemos essa condição porque nas áreas remotas em que viviam não havia possibilidade de se respeitar as regras do kosher e era importante assegurar que eles viveriam em um ambiente judeu. Na realidade, a condição não era necessária, porque de qualquer modo eles estavam imbuídos de tal amor pelo país de Israel, que é difícil descrever," diz o rabino David Mamo, presidente adjunto do tribunal de conversão.
"Vendo seu entusiasmo pelo país de Israel compreendemos que a conversão fazia parte de um processo completo incluindo a aliya (emigração a Israel), de maneira que lhes dissemos: do mesmo jeito em que vivem em uma comunidade aqui, vocês poderiam unir-se também a uma comunidade em Israel," diz Birnbaum. "O rabino Mamo e eu vivemos em Gush Etzion (um grupo de assentamentos ao sul de Belém) e acreditamos que, quando se trata de assentamentos orientados à uma comunidade, não há nada que se possa comparar com Alon Shvut e Karmei Tzur (ambos em Gush Etzion), que disseram estar dispostos a absorver os novos imigrantes."
Os 90 novos imigrantes, incluindo 18 famílias, foram levados diretamente do aeroporto aos dois assentamentos. Leah Golan, diretor do departamento responsável pela imigração na Agência Judaica diz: "Nós, como Agência Judaica, trazemos a Israel todos aqueles que tenham sido apontados como tendo direito à aliya, — quer dizer, todos aqueles que tenham sido reconhecidos como judeus pelo grande rabino ou pelo Ministério do Interior."
"Geralmente, os imigrantes em potencial estão em contato com os nossos emissários da aliya e recebem informações muito confiáveis sobre as possibilidades de alojamento, emprego e educação em Israel. Mas no Peru não temos um emissário: só há uma pequena comunidade judia de umas três mil pessoas, de modo que só temos um escritório em Lima que é atendido por uma mulher local. Assim, a Agência Judaica não teve nada a ver com a decisão sobre onde esses novos imigrantes iriam morar ou que tipo de trabalho iriam fazer. Todas as decisões a respeito foram aparentemente tomadas pelos rabinos." Teoricamente os novos judeus tinham a opção de unir-se à comunidade judia no Peru, mas essa foi eliminada.
"Como falar sem ofender a ninguém?", diz Birnbaum. "A comunidade em Lima consiste de uma certa classe sócio-econômica e não os queria porque são de um nível inferior. Havia uma espécie de acordo de que, se fossem convertidos, não seriam agregados à comunidade de Lima, assim, não sobrou outra alternativa senão estabelecer a condição de que emigrassem a Israel."
Os novos judeus não encontraram dificuldades similares nos assentamentos, onde foram integrados sem problemas. "Agora, graças a Deus, vivemos no lugar por onde andou o patriarca Abraham, o judeu número um," diz Ephraim Perez, que até bem pouco tempo, em Trujillo, Peru, era conhecido como Nilo.
DESCENDENTES DE COLOMBO
Acontece que, para eles, o Peru também tinha um antigo antepassado judeu próprio: "É sabido que Cristóvão Colombo era judeu", diz Batya Mendel que era cidadã peruana e tinha o nome de Blanca. "E já que ele esteve no Peru, ali nasceram muitos judeus."
Colombo judeu? "Sempre falam a seu respeito no Peru, que visitou muitos lugares no Peru e deixou sangue judeu por todas as partes," diz Mendel. "Há também muitas seitas cristãs que obedecem aos mandamentos desde então. Quando éramos cristãos, também observávamos todo tipo de mandamento, tais como Pascha [sic] e Shavuot."
Assim, são realmente de origem judia? "Não, no Peru todos são uma mescla de nativos com todo tipo de conquistadores, porém houve muita influência judia através dos marranos (judeus que viveram durante a Inquisição espanhola, mantendo secretamente a sua fé apesar de haverem se convertido ao cristianismo) e através de Colombo. Quando ainda éramos cristãos e íamos à igreja observávamos alguns mandamentos como o Shabat e os dias festivos."
Os rabinos Mamo e Birnbaum, assim como os funcionários dos assentamentos, se referem aos 90 novos judeus como a "terceira aliya" já que houve dois grupos anteriores que vieram do Peru em 1990 e 1991.
Batya Mendel decidiu, na sua emigração a Israel, hebraizar não apenas seu nome, mas também o sobrenome. "Tornei hebraico o meu sobrenome mudando-o para Mendel", explica, "porque todos os anos, na década de 90, um rabino chamado Miron Sover Mendel ia ao Peru para a Páscoa e sempre passava uns poucos dias em Trujillo, uns poucos dias em Cajamarca e uns poucos dias em Lima, e nos ensinava o judaísmo. Ele morreu há cerca de meio ano e assim, quando me perguntaram por um nome na conversão, solicitei em sua memória que meu sobrenome fosse mudado para Mendel."
O que a fez vir a este assentamento? "O Ministério de Absorção disse que deveríamos vir para cá e agradeço a Deus por ter nos enviado," diz Mendel. "É o país do patriarca Abraham, e as pessoas daqui são muito agradáveis."
Segundo Ben-Haim, "a idéia de que haja alguns palestinos aqui é uma mentira. O povo palestino nunca existiu e só quando os judeus abandonaram seu país é que vieram os árabes tratando de apoderar-se e de demonstrar que têm algum direito aqui. Mas não podemos estar de acordo com isso, porque o Senhor deu a terra a Abraham, Isaac e Jacó para sempre, e todos os judeus ficarão unidos e amarão o Senhor com todo seu coração, e então todos os problemas se solucionarão."
Qual é a solução? "No Peru eu pensava que todos os judeus em Israel eram religiosos praticantes," diz Mendel. "Só quando cheguei aqui é que soube que quase 30% dos judeus não são religiosos, e isso me cortou o coração."
Foi isso que lhe disseram antes — pergunto -, que a maioria dos judeus em Israel são religiosos? "Sim, a maioria, mas não todos. Mas se todos chegassem a ser totalmente religiosos e se unissem, o Messias viria e os problemas com os palestinos se solucionariam, porque eles iriam embora daqui."
Os olhos de Mendel brilham enquanto fala: "Será o dia mais maravilhoso do mundo, quando todos os árabes se tornarem judeus, observarem os mandamentos e amarem ao Senhor; e quando vier o Messias, não haverá ninguém no país de nossos antepassados que não ame ao Senhor e ao judaísmo com todo o seu coração."
Você só se converteu em membro desta nação há uns poucos meses, e está neste país há menos de dois meses — digo —, sabe que há árabes e suas famílias têm vivido aqui há centenas de anos?
"Mas Deus disse que todo aquele que se tornasse judeu de coração e observasse os mandamentos, ele dará seu coração de uma geração à outra."
RECRUTAMENTO PARA O EXÉRCITO
Ben-Haim não fica preocupado pelo fato de, ao ser enviado a um assentamento, também ter sido recrutado por um grupo político em particular: "Sabíamos que estávamos indo a um lugar que é chamado 'os territórios'** porque há pessoas que conhecemos que emigraram antes e vivem nos territórios. Mas isso não me causa problemas, porque não considero que os territórios sejam territórios ocupados. Não se pode conquistar o que já era seu desde o tempo do patriarca Abraham."
Ben-Haim diz que depois de terminar o curso de hebraico que está fazendo, talvez entre no Exército, "porque eu não servi o Exército no Peru, e é algo que me falta, e também porque quero defender o país, e se não há alternativa, matarei árabes. Porém estou seguro que os judeus matam árabes apenas em legítima defesa e por justiça, mas os árabes, não. Eles matam porque gostam de matar."
Ele baseia essa opinião em sua visão científica do judaísmo: "O árabe tem o instinto de assassinar e matar como todos os não-judeus, os gentios. Apenas os judeus não têm esse instinto — é um fato genético."
Mas se você não nasceu geneticamente como judeu, não tem também esse mesmo instinto? "Talvez isso tenha ocorrido, mas não importa porque agora somos todos judeus."
* Síntese de matéria publicada inicialmente pelo jornal israelense Ha'aretz em 7 de agosto de 2002, depois reproduzida na íntegra por outros jornais. Site: www.palestina1.com.br
** Territórios pertencentes aos palestinos ilegalmente ocupados por Israel, segundo a ONU. “
Fonte do site : http://www.anovademocracia.com.br/
Sionistas sempre foram escravagistas, A sua atiguíssima e poderosíssima Compainha da Índias que o diga
Os leitores podem ler abaixo a tradução do artigo publicado pelo Jewish Telegraph, a 18/10/2010, e tirar suas próprias conclusões.
Rabino Ovadia Yosef: “Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro”
Gentios somente existem para servir os judeus
O líder dos judeus sefarditas, grão-rabino Ovadia Yosef, disse em seu sermão semanal do sábado (Sabbat) à noite que os não-judeus existem para servir os judeus.
“Os Goyim (não judeus) nasceram unicamente para nos servir. Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”, afirmou.
“Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, irão arar, colher. Nós sentaremos como um efêndi e comeremos”, disse ele rindo.
Yosef, líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel, também disse que a vida de não-judeus é preservada para evitar maiores perdas financeiras aos judeus.
“Com os gentios, será como com qualquer outra pessoa: eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro. Este é seu servo. É por isso que ele vive bastante, para trabalhar para seu judeu”, disse o rabino que acabou de comemorar seu 90º aniversário.
http://www.jta.org/news/article/2010/10/18/2741341/rabbi-yosef-non-jews-exist-to-serve-jews
O pronunciamento do rabino foi transmitido pelo rádio.
O que é o anti-semitismo diante dessa despudorada postura muito mais do que xenofobia por uma minoria, mas que é um ataque a Humanidade. Porque a ONU não se manisfesta contra isso?Será que é porque ela é controlada pelos judeus sionistas? Quem ainda duvida disso?
Leia mais sobre isso, e na íntegra no excelente site http://www.inacreditabel.com.br/
Recuse os alimentos transgênicos no Brasil
Mande uma carta ao ministro da agricultura revelando sua oposição ao arroz transgênico, entre outros alimentos. Sendo que o arroz é a base de nossa alimentação aqui no Brasil.
A inescrupulosa empresa sionista Bayer pretende que a União Europeia aprove a importação e consumo do arroz LL62, um arroz transgénico que é muito diferente do arroz convencional tanto em termos de vitaminas (B5 e E), como em cálcio, ferro e ácidos gordos. O arroz transgénico LL62, da empresa Bayer, foi manipulado para se tornar resistente a grandes doses do herbicida glufosinato, também da Bayer. Isso significa que cada bago de arroz transgénico vai ter mais resíduos desse poluente do que qualquer outro tipo de arroz - e o glufosinato foi avaliado como sendo de «alto risco» para o ser humano e outros mamíferos.
Na realidade, esse herbicida glufosinato é tão tóxico que já foi decidida a sua proibição na União Europeia a partir de 2017. Mas até lá.... Também não resolverá se o glufosinato, for apenas proibido, na pantação, pois acabará por voltar a entrar na cadeia alimentar através do arroz importado.
Os resíduos do herbicida não desaparecem quando se coze o arroz? Não. E nem do solo onde foi aplicado.
A entrada do arroz transgénico na Europa, segundo documentos da própria empresa Bayer, vai levar à contaminação dos campos de cultivo de arroz normal. O mesmo se dará nos outraos países.
A Bayer não é de confiança. Nos Estados Unidos em 2006 uma das suas variedades de arroz transgénico, apenas autorizado para testes experimentais, contaminou extensas áreas de arroz agulha e o resultado foi um prejuízo superior a 1,2 mil milhões de dólares para toda a indústria arrozeira daquele país. E a Bayer, o que fez? Descartou-se de todas as responsabilidades afirmando simplesmente em tribunal que esse acidente tinha sido «um acto de Deus»! (esses monstruosos sionistas são incrivelmente descarados).
A Bayer quer forçar a União Europeia a aprovar a importação do arroz LL62 de modo a depois começar o cultivo em países com legislação mais frágil. A consequências será a contaminação das variedades de arroz um pouco por todo o mundo. E finalmente a União Europeia ver-se-á obrigada a autorizar o cultivo transgénico também em outros países porque – tal como já acontece com outras espécies – as variedades normais de arroz terão ficado irremediavelmente comprometidas.
Por isso vale a pena mostrarmos ao ministro de que lado temos de nos colocar, porque a nossa posição pode fazer a diferença.
Acredito que a doença da vaca louca, fora um teste. É possível que os animais tenham sido alimentados com ração feita com ingredientes transgênicos. Agora os porcos serão alimentados com as batatas transgênicas na Europa. Quem hoje sabe realmente os efeitos destes "alimentos" nos organismos tanto dos animias como nos de quem os comerem? Não é preciso ter uma bola de cristal ou uma máquina do tempo, para supormos a grande possibilidade de milhões de pessoas adoecerem e depois de muito sofrerem morrerem por doenças causadas pelos agrotóxicos da Bayer.
Um conselho para quem possui terras: Pesquise e crie um modo de armazenar sementes do arroz original(que não é transgênico) guarde essas sementes de modo a se conservarem por longos períodos e também vá plantando e colhendo sempre da mesma roça, pra se assegurar que ele é o seu arroz original. Trate isso como um "segredo de estado" e um grande tesouro. Aliás faça isso com todos os tipos de sementes de outros alimentos. Em poucos anos, eu acredito que essas sementes valerão uma fortuna, e garantirão a saúde dos seus entes queridos. E jamais venda ou se desfaça de suas terras. também acredito que depois que a Nova Ordem Mundial( = Sionista) se instalar por completo, só sobreviverão com saúde quem tiver terra, com fonte de água e sementes originais para platarem seus próprios alimentos.
Márcia Zaros
A inescrupulosa empresa sionista Bayer pretende que a União Europeia aprove a importação e consumo do arroz LL62, um arroz transgénico que é muito diferente do arroz convencional tanto em termos de vitaminas (B5 e E), como em cálcio, ferro e ácidos gordos. O arroz transgénico LL62, da empresa Bayer, foi manipulado para se tornar resistente a grandes doses do herbicida glufosinato, também da Bayer. Isso significa que cada bago de arroz transgénico vai ter mais resíduos desse poluente do que qualquer outro tipo de arroz - e o glufosinato foi avaliado como sendo de «alto risco» para o ser humano e outros mamíferos.
Na realidade, esse herbicida glufosinato é tão tóxico que já foi decidida a sua proibição na União Europeia a partir de 2017. Mas até lá.... Também não resolverá se o glufosinato, for apenas proibido, na pantação, pois acabará por voltar a entrar na cadeia alimentar através do arroz importado.
Os resíduos do herbicida não desaparecem quando se coze o arroz? Não. E nem do solo onde foi aplicado.
A entrada do arroz transgénico na Europa, segundo documentos da própria empresa Bayer, vai levar à contaminação dos campos de cultivo de arroz normal. O mesmo se dará nos outraos países.
A Bayer não é de confiança. Nos Estados Unidos em 2006 uma das suas variedades de arroz transgénico, apenas autorizado para testes experimentais, contaminou extensas áreas de arroz agulha e o resultado foi um prejuízo superior a 1,2 mil milhões de dólares para toda a indústria arrozeira daquele país. E a Bayer, o que fez? Descartou-se de todas as responsabilidades afirmando simplesmente em tribunal que esse acidente tinha sido «um acto de Deus»! (esses monstruosos sionistas são incrivelmente descarados).
A Bayer quer forçar a União Europeia a aprovar a importação do arroz LL62 de modo a depois começar o cultivo em países com legislação mais frágil. A consequências será a contaminação das variedades de arroz um pouco por todo o mundo. E finalmente a União Europeia ver-se-á obrigada a autorizar o cultivo transgénico também em outros países porque – tal como já acontece com outras espécies – as variedades normais de arroz terão ficado irremediavelmente comprometidas.
Por isso vale a pena mostrarmos ao ministro de que lado temos de nos colocar, porque a nossa posição pode fazer a diferença.
Acredito que a doença da vaca louca, fora um teste. É possível que os animais tenham sido alimentados com ração feita com ingredientes transgênicos. Agora os porcos serão alimentados com as batatas transgênicas na Europa. Quem hoje sabe realmente os efeitos destes "alimentos" nos organismos tanto dos animias como nos de quem os comerem? Não é preciso ter uma bola de cristal ou uma máquina do tempo, para supormos a grande possibilidade de milhões de pessoas adoecerem e depois de muito sofrerem morrerem por doenças causadas pelos agrotóxicos da Bayer.
Um conselho para quem possui terras: Pesquise e crie um modo de armazenar sementes do arroz original(que não é transgênico) guarde essas sementes de modo a se conservarem por longos períodos e também vá plantando e colhendo sempre da mesma roça, pra se assegurar que ele é o seu arroz original. Trate isso como um "segredo de estado" e um grande tesouro. Aliás faça isso com todos os tipos de sementes de outros alimentos. Em poucos anos, eu acredito que essas sementes valerão uma fortuna, e garantirão a saúde dos seus entes queridos. E jamais venda ou se desfaça de suas terras. também acredito que depois que a Nova Ordem Mundial( = Sionista) se instalar por completo, só sobreviverão com saúde quem tiver terra, com fonte de água e sementes originais para platarem seus próprios alimentos.
Márcia Zaros
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Cautela nunca é demais
É bem verdade que a ciência matou os deuses e deixou os sacerdotes obsoletos, mas nem por isso façamos dos nossos cientístas nossos "magos" da felicidade e vida eterna. Cautela com os transgênicos(ainda não sabemos as reais conseqüências deles no nosso organismo), cautela com a exagerada automação(gerando desemprego e obesidade).
Márcia Zaros
Márcia Zaros
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Sionismo Judaico
Os protocolos dos sábios de Sião
simples "teoria de conspiração"?
Alfredo Braga
simples "teoria de conspiração"?
Alfredo Braga
É fato conhecido que pessoas hipócritas, para se esquivarem de acusações e denúncias de crimes, vão sistematicamente lançar calúnias, ou dúvidas sobre a autoria ou a procedência dessas denúncias, mas nunca respondem sobre o mérito da acusação, nem sobre os crimes que seguem cometendo.
Gandhi, em seu claro Manifesto sobre os judeus na Palestina, denuncia a imoralidade e a feroz brutalidade dos judeus contra o povo palestino e crimes contra a humanidade, mas as respostas de judeus a essas acusações, limitam-se a questionar se Gandhi realmente teria escrito o Manifesto... ou a insinuar que o Manifesto seria falso, ou que teria caducado pelo tempo decorrido desde que foi publicado... Enfim, agarram-se a tudo, mas não respondem, preferem confundir e desconversar. E quando o assunto então é sobre Os protocolos dos sábios de Sião1, imediatamente aparece toda a sorte de sociólogos, jornalistas, professores, todos sempre com essa mesma obscura e metódica ladainha de suposições dispersivas e hipóteses fantásticas2, tentando distrair e esconder, a qualquer custo, o significado daquele texto insolente, escandalosamente exato e comprometedor. Esse movediço discurso das organizações judias que circula em jornais e revistas e na internet, e em grandes programas de televisão, tenta nos convencer que os Protocolos — como querem com o Manifesto de Gandhi — ou nunca existiu, ou é falso, ou é "fruto da nossa malícia e inveja e do anti-judaísmo arraigado em todas as épocas da História e em todas as nações e povos do planeta... e das pessoas que acreditam em ridículas teorias de conspiração..."
Mas a História nos ensina — e adverte — que quando livros são queimados e proibidos, e pessoas são condenadas e lançadas em prisões por crimes de consciência, alguma assustadora verdade está sendo escamoteada e ocultada... e algo de podre já anda por aí, como o indecente obscurantismo do Índex judaico nas bibliotecas públicas e nas universidades e agora, a Inquisição Sionista.
NOTAS: 1 Os protocolos dos sábios de Sião — tradução, notas e comentários de Gustavo Barroso, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1936, 238 páginas.
2 Depois de décadas e décadas esgueirando-se por todos os lados para abafarem as denúncias que pesam sobre as suas organizações judeo-sionistas, agora ressurgem — e não por acaso durante o caos administrativo na derrocada da antiga União Soviética — com uma "conspiração diabólica da polícia secreta do Czar Nicolau II, a Okhrana, que inventou os Protocolos para difamar os judeus"... enquanto isso, em Jerusalém, uns honestos arqueólogos e historiadores judeus, vão "descobrindo" túmulos e evangelhos... em Amsterdã, em plena ocupação das tropas alemãs, em 1943, o diário de uma menina judia já era escrito com caneta bic... agora resta-nos assistir ao que esses honestos especialistas judeus "acharam" em uns fantásticos arquivos do III Reich... que durante longos sessenta anos estiveram, esquisitamente "secretos", sob a sua guarda... Por ironia, a Alemanha é o único país do Eixo (Japão, Itália, Alemanha) ainda sem a assinatura de um armistício, ou de um Tratado de Paz depois da II Guerra Mundial, mesmo depois do Tribunal de Nuremberg e, portanto, nenhum governo ou órgão alemão poderia manter "arquivos de guerra secretos", como afirmam falsamente esses "honestos" pesquisadores judeus.
Como se vê por esses rápidos exemplos, está mais do que evidente que em toda essa movimentação dos historiadores judeus, são eles os grandes especialistas em fraudes e falsificações e os únicos a quem interessa escamotear e falsificar a História.
O insolente texto, Os protocolos dos sábios de Sião é, em si mesmo, um documento congruente com fatos históricos e, a cada dia, as metas da sua cínica arquitetura vêm sendo escandalosamente confirmadas pari passu à furiosa escalada da influência e da arrogância do judaísmo internacional em todos os âmbitos e camadas da nossa sociedade.
Apesar dessas pessoas jurarem, até pela alma da própria mãe, que não sabem de nenhuma conspiração internacional, é uma judia, Hannah Arendt (citada pelo judeu Attali) quem diz: "Não existe melhor prova desse conceito fantástico de um governo mundial judaico do que essa família, os Rothschilds, estabelecidos em cinco países de regimes diferentes, poderosos em cada um, em estreitíssimas relações de negócios com pelo menos três desses governos, e sem que guerras e conflitos entre essas nações jamais tenham, nem ao menos por algum momento, abalado aquela firme solidariedade entre banqueiros."...
Com o ladino sofisma da expressão "conceito fantástico", evidentemente a venerada discípula judia de Heidegger tenta ironizar a trama, e assim escamotear a realidade da criminosa influência desses judeus em nossas nações. Para compreendermos os obscuros motivos pelos quais o Brasil segue, década após década, governo após governo, condenado a permanecer o "País do Futuro", basta ler a denúncia de Gustavo Barroso sobre essa prática judaica em Brasil, colônia de banqueiros.
Ainda agora vimos as maquinações e os conluios entre os Bancos que lograram arrebatar dos cofres do nosso país mais de cento e setenta bilhões de dólares, e sem que ninguém saiba de onde veio e nem para onde foi, ou onde está agora essa imensa quantia. Imediatamente, e durante alguns dias depois de um escândalo como esse, todos — jornalistas, professores, políticos, magistrados — mostram-se convenientemente e civicamente indignados mas, quando alguém dá nome aos bois e denuncia a extensão e os tentáculos do câncer, como fez Gustavo Barroso, é imediatamente atacado e acusado de ser racista, nazista... mas não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
Em 2004, a camarilha do presidente do México, Vicente Fox, através de um decreto aprovado pelo Congresso Nacional, proibiu o ensino da História Mexicana e Universal nas escolas públicas, permitindo somente o que foi noticiado em jornais nos últimos dez anos... E assim vão, apagando a História e a consciência do povo mexicano. Quanta tristeza e vergonha e revolta sentiria Octávio Paz; ele iria perguntar se o Sr. Fox também ousaria proibir a esses rabinos ensinarem a Torá, ou o Talmude aos seus judeus "mexicanos"...
Por aqui, essas manobras judeo-sionistas não foram necessárias, pois a nossa História, além de ser mal ensinada nas escolas, é insistentemente ridicularizada e vilipendiada por "historiadores-atores" nas grandes redes de televisão e por uns certos roteiristas e cineastas "brasileiros"...
Mas por que esses pedagogos judeus não aplicam em suas yeshivas (escolas judaicas) as mesmas "teorias pedagógicas" que furiosamente vêm disseminando em nossos países? No Brasil, subtraíram dos currículos o ensino das Línguas Clássicas, e o ensino da Gramática é criminosamente omitido... Agora, uns esquisitos pedagogos "brasileiros" decretam que só podem ser considerados "bons professores" aqueles que vão distribuindo notas altas aos alunos das escolas públicas; e, segundo essas pessoas, os que não aceitam falsificar os conceitos e as avaliações do rendimento escolar, devem ser advertidos, e afastados... e ninguém diz nada... nenhum educador se espanta, nenhum psicólogo se manifesta, ninguém da academia... os doutores... silêncio... e não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
"Não se trata de atacar cegamente um moinho, mas de nele penetrar e, compreendendo seu funcionamento, inverter seu mecanismo, voltando-o contra si mesmo."
Carlos Zilio
1997
Ao contrário do que pretende a hipócrita campanha de propaganda judeo-sionista, é evidente, para qualquer pessoa de bom senso, que o crime e a malícia estão nos atos perpetrados contra as nossas nações e contra as nossas populações, e não na denúncia que se faz desses atos, ou em quem denuncia esses crimes contra a humanidade.
Que mais ainda deve ser dito sobre a evidente sincronia e sobre a ladina orquestração da sabotagem do ensino e da educação das nossas crianças e jovens, em vários países e em várias partes do mundo? Que mais ainda deve ser dito sobre a vampiresca sangria, e o perverso garrote financeiro que esses banqueiros internacionais — não importa a máscara que estejam usando agora — impõem às nossas nações? Essa triste realidade, é alguma ingênua "teoria de conspiração", ou é a ponta de um terrível iceberg há tanto tempo denunciado com a publicação d'Os protocolos dos sábios de Sião?
"O mundo está suficientemente preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller
1991
Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?
De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?
Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?
Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?
Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?
Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?
Só uma última pergunta: Por qual estrangeira razão, ou tortuoso raciocínio, alguém ia preferir ainda confiar, ou acreditar, nesses banqueiros sem pátria, e em seus políticos corruptos e sociólogos e jornalistas venais, para duvidar do patriotismo e da seriedade de um verdadeiro brasileiro como Gustavo Barroso, ou de um César Lattes, ou de um Martinho Penido-Burnier, ou de patriotas como Paul Rassinier, ou do Mahatma Gandhi?
Fonte: www.alfredo-braga.pro.br
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