sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Alerta...Fim da liberdade de expressão na net

Créditos do Blog: Laura Botelho



"União européia te desconectará da rede,


se você postar qualquer coisa que fira a ordem e


vá contra o poder vigente.

Já baixaram leis e diretrizes para com a nossa alimentação - suplementos alimentares (Codex Alimentarius), com os medicamentos naturais (versos os sintéticos das farmácias) – nossa saúde física - e agora com a informação na WEB – nossa saúde mental - pois precisamos de informação, conectividade, mais que qualquer outra coisa nesse momento

A liberdade de expressão está no fim ou pelo menos cerceada. Estamos com as mãos atadas – temporariamente. Daremos um jeito de virar a mesa. Sempre temos uma saída.


O fato é que estou correndo com o que tenho que expor aqui. Vou acelerar minha informação daqui para frente. Peço que os amigos Blogueiros, façam o mesmo.

Perceba que nossa maior fonte conhecimento sobre tudo que está surgindo vem da Europa. Eu faço minhas pesquisas de fontes da Romênia, França, Alemanha, Inglaterra... e tudo isso será bloqueado, sem aviso prévio.

Já sabíamos que essa armação do Wikileaks era a peça fundamental para que eles pudessem ter um “motivo”, (mesmo que sem cabimento) para cortar nossa fonte, nossa troca acelerada de mensagens.


Tudo está seguindo conforme a AGENDA. Eles sabem que terão que evitar de alguma forma que mais e mais humanos despertem antes do BUUUM!


A nova lei que será aprovada (sem sombra de dúvida em abril) estipula que "qualquer cidadão da UE (por enquanto) pode ser desconectado da Internet no provedor de rede se postar em site, blog ou em qualquer outra forma de informações ou referências, que possam ser consideradas ofensivas para o Estado ou qualquer pessoa ou grupo de pessoas (...)


Os meios eletrônicos de informação utilizados serão suspensos ou excluídos pelo operador de hospedagem.

Essa imagem eu montei

Resumindo: o indivíduo que for contra o Estado ou contra as ações de um grupo de pessoas terá acesso limitado à rede, ou mesmo proibido temporária ou permanentemente a ela.

Caso você publique algo que eles julguem “ofensivo” postado em comentários de sites de terceiros, aqueles que possuem estes sites serão obrigados a apagar as mensagens ou imagens postadas.

Já viu que eu dancei nessa, pois muitas imagens eu mesma monto...



Isso não é tudo. O cidadão estará sujeito à legislação em vigor por difamação e calúnia, violação das leis etc. De acordo com cada país individualmente.
A internet nos foi dada pelos positivos como um meio rápido de expressão livre e dinâmica para acelerar nosso despertar, nossa evolução, e isso eles não esperavam...

Assim como um veneno pode nos matar, o mesmo veneno também pode nos curar. Essa é a lei do universo – o equilíbrio sempre – e essa eles não esperavam...

Laura Botelho

Mais Informações você encontra em Blog Laura Botelho"
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E eu reforço esse alerta . Como eu já havia desconfiado e falado Wikileaks é uma farsa sionista ao modo do 11 de setembro(tudo o que eles precisavam para "justificar"o ataque ao Iraque). O Wikileaks é tudo o que eles precisavam para acabar drasticamente com a liberdade de expressão na net.

Creio que para aqueles que sabem dos bastidores do mundo, sendo desnecessário uma grande explicação, e  só para relembrar: o óbivo poder imperialista sionista agindo.

Quando a teoria da "Conspiração" começa a ter razão incontestável

Altos níveis de flúor na água de beber fazem mal



Por incrível que pareça, o governo federal dos Estados Unidos, pela primeira vez em 50 anos, baixa a percentagem recomendada de flúor na água para beber.

Certamente, seria bom se à proibição de flúor fosse total, mas seria um grande passo.

Já é muito poder ler um artigo da CNN, na qual o governo admite que o alto nível de flúor na água pode ser um problema, pois está relacionado com a fluorose.


O Departamento de Saúde e dos Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) e a Agência de Protecção Ambiental e de Saúde Humana solicita a mudança, e isso por causa do aumento das manchas e estrias nos dentes das crianças.

Fluorose, isso mesmo.

2.Quando permitida a cultivação dos alimentos transgénicos,

estes seriam espalhados por todos os lados.


Por anos, muitos têm tentado alertar as pessoas de que os transgénicos são extremamente perigosos.

Agora, o Independent admite que um insecticida especial, especificamente concebido para o milho transgénico, está rapidamente a infiltrar-se nas águas.

O insecticida é o produto dum gene bacteriano colocado no milho, cereais e outras culturas, para protege-las dos insectos como a broca do milho.

Os cientistas descobriram o insecticida num número cada vez maior de fluxos de drenagem no grande "cinturão de milho" do Mid-West.


3. Existem medicamentos e produtos químicos cancerígenos na nossa água


Nos últimos dois anos, os media tem começado a realçar todo o lixo que aparece na nossa água. Alguém lembra do filme "Erin Brockovich" e do cromo hexavalente, substância cancerígena? O Washington Post encontrou altos níveis de cromo hexavalente nas águas de 31 cidades americanas.

Mas não apenas cromo.

Segundo o Time Magazine, há milhares de outros produtos químicos.

4. Os telefones móveis estão ligados ao câncer


Os grandes media ainda não estão prontos para declarar abertamente que os telemóveis causam câncer, mas pelo menos começam a apresentar resultados de estudos que sugerem uma ligação entre as duas coisas.


Por exemplo, considere a seguinte frase dum artigo da CNN:


Nos casos da exposições maiores, ao usar um telemóvel para meia hora por dia ao longo de dez anos, o estudo encontrou um aumento de 40% no risco de glioma cerebral.

5.O Bisfenol A (BPA) está ligado à infertilidade masculina

Por anos, muitos "teóricos da conspiração" têm gritado que um produto químico chamado Bisfenol A, encontrado em milhares de produtos plásticos, é realmente muito, muito prejudicial para a nós. Recentemente alguém nos media começa a falar do assunto. Em Outubro passado, o Telegraph publicou um artigo intitulado "O Bisfenol A ligado à infertilidade masculina" com a seguinte declaração inequívoca:


O Bisferol A (BPA) demonstrou reduzir a mobilidade e a qualidade do esperma.


6. Os medicamentos prescritos matam muitos Americanos a cada ano

Ao longo de anos, os praticantes de medicina alternativa e os "teóricos da conspiração" alegaram que a má reacção aos medicamentos prescritos é uma das principais causas de morte nos Estados Unidos. Agora os grandes media estão começar a recuperar o tempo perdido. Um recente artigo na revista Vanity Fair, com o título "Medicamentos fatais" assim começa:



Os medicamentos matam cerca de 200.000 Americanos a cada ano.


7. O Aspartame não é bom para nossa saúde

Muitos media começam a despertar para o facto de que o adoçante artificial aspartame não pode ser saudável.

Este Verão, o Huffington Post (que é frequentemente muito" mainstream") permitiu ao Dr. Joseph Mercola publicar um artigo sobre o aspartame, que começou com o seguinte parágrafo:



O Aspartame é aditivo alimentar mais polémico da história, cuja aprovação para a comida foi a mais controvertida da história da FDA. No final, o adoçante artificial foi aprovada, não por motivos científicos, mas sim por pressões políticas e financeiras. O Aspartame tinha sido previamente listado pelo Pentágono entre os agentes de guerra bioquímica.


8.Muitos entre a elite cosmopolita querem estabelecer a política do filho único

e reduzir a população para o bem do ambiente

Muitos norte-americanos têm grande dificuldade em acreditar que alguns dos homens mais poderosos do mundo pretendam estabelecer uma política global do filho único que desejem realmente reduzir a população mundial. Mas esta é uma realidade, e provas não faltam. Uma delas, e não a mais significativa, deriva duma entrevista que um diário canadiano realizou com Ted Turner, dono da CNN:

Mr. Turner, um antigo defensor do controle da população, disse que o stress ambiental da Terra exige soluções radicais, sugerindo que os Países devam seguir a China no estabelecimento duma Política de um Filho Único, o que pode diminuir a população global com o tempo. Acrescentou que o direito da fertilidade poderia ser vendidos, de forma que os pobres poderiam beneficiar da decisão de não se reproduzir.

Nem Hitler...

Infelizmente, acerca de outros problemas de saúde, os grandes media continuam a apoiar o programa das grandes empresas, como por exemplo no caso das vacinas.

Mas cedo ou tarde os problemas emergem. Afinal, o que está em jogo é a saúde nossa, das nossas famílias e das futuras gerações.


Uma última nota:

Informação Incorrecta contactou um professor que nas semanas passadas tinha ocupado as primeiras páginas dos jornais por causa das suas afirmações inerentes os telemóveis e a alegada perigosidade destes.

Stay tuned! ;)

Ipse dixit.

Fontes: CNN, The Independent, The Washington Post, Time Magazine, The Telegraph, Vanity Fair, Huffington Post, End Of American Dream -
Fonte: http://informacaoincorrecta.blogspot.com/

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Criar o sagrado para esconder o profano

 Incesto, homoxessualismo, poligamia, endogamia, violência e a

mulher como objeto de comércio e troca na Bíblia, entre outras “revelações”

Parte I


"Então Mical desceu a Davi por uma janela; e ele se foi, e fugiu, e escapou" (1Sa 19:12).

"... Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi, que ia bailando e saltando diante do Senhor, o desprezou no coração" (2Sa 6:16).

Em 1 Samuel 19:11, a Bíblia nos diz:

"Porém Saul mandou mensageiros à casa de Davi, que o guardassem, e o matassem pela manhã..."

A Bíblia nos diz que "Mical desceu a Davi por uma janela; e ele se foi, e fugiu, e escapou" (1Sa 19:12).


Mical tinha Davi como a pessoa mais importante de sua vida, pois ela o admirava e o amava. Ela o salvou da morte, porém, quando Davi já era rei, aconteceu algo que mudou o cenário da sua vida. Os personagens eram os mesmos (Mical e Davi), a cena era a mesma (Mical junto à janela), contudo, agora, o coração dela já não era o mesmo. Antes, ela tinha um coração cheio de amor e respeito pelo marido. Agora, o seu coração o desprezava. Ela se encontrava junto à janela e observava Davi que entrava em Jerusalém com a arca da aliança, pulando e dançando. Ela não gostou do que estava vendo. Ela o achou ridículo e o desprezou. Ele agia como um homem efeminado?

Aquele mesmo coração que, junto à janela, o amou e o salvou da morte, agora, junto à mesma janela, o estava desprezando.

Vemos que, por duas vezes, Mical estava junto à janela observando aquele que ela tanto amava e admirava mas que, agora, desprezava.

Provavelmente, Mical esperava que seu casamento fosse o mais feliz e o mais seguro.

Será que ela esperava que Davi viesse salvá-la das mãos de um pai irado e vingativo?

Será que a amargura tomou conta do seu coração ao ver que nada do que ela havia sonhado aconteceu?

Será que Mical estava doida de raiva porque o seu marido preferia o tal do Jônatas?


Jônatas conheceu Davi no famoso episódio em que ele mata o gigante Golias, e parece ter gostado dele logo de cara; o texto da Almeida Revista e Atualizada diz: “...a alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma” (I Samuel 18.1). Também diz: “Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma” (I Samuel 18.3).

Toda a história dos dois se passou num período de guerras e de inveja; Saul o rei e pai de Jônatas, odiava Davi e queria mata-lo; o filho, por amor a Davi o livrou várias vezes das armadilhas do seu pai. A amizade entre os dois era no mínimo curiosa:

a Bíblia diz que eles trocaram de roupas juntos (I Samuel 17.4);

Jônatas constantemente traía a confiança de seu pai e revelava os planos secretos dele a Davi para salva-lo (I Samuel 20.9);

costumavam marcar encontros secretos (I Samuel 20.35-41);

se beijavam em momentos de grande emoção (I Samuel 20.41);

esses são os trechos mais desconcertantes:

39 O moço, porém, nada percebeu; só Jônatas e Davi sabiam do negócio. (encontro amoroso é negócio? Grifo meu)

40 Então Jônatas deu as suas armas ao moço, e lhe disse: Vai, leva-as à cidade.

41 Logo que o moço se foi, levantou-se Davi da banda do sul, e lançou-se sobre o seu rosto em terra, e inclinou-se três vezes; e beijaram-se um ao outro, e choraram ambos, mas Davi chorou muito mais.



Saul chegou a dizer que o relacionamento de Jônatas e Davi era vergonhoso para a família e que enquanto Davi não fosse morto Jônatas não teria direito ao trono (I Samuel 20.30,31);

Jônatas chegava a perder o apetite por estar preocupado com Davi! (I Samuel 20.34)

eles juraram um ao outro, pelo amor que tinham, manter lealdade e amizade eternas (I Samuel 20.14-17,23,42)

o verso 17 diz assim na ARA: “Jônatas fez jurar a Davi de novo, pelo amor que este lhe tinha, porque Jônatas o amava com todo o amor da sua alma”.

Depois da morte de Jônatas, Davi adotou o filho dele em memória do juramento (I Samuel 9); Davi disse ao lamentar a morte de Jônatas que o amor de Jônatas era superior ao das mulheres (II Samuel 1.26).

Davi adota o filho do amante? O amante teve um filho então ele era casado e se eram judeus se casavam obrigados pelos pais como era o costume de casamentos endogâmicos e arranjados e sob pagamento de dotes. Aliás vale lembrar que para os judeus todo casamento era oportunidade para encher os cofres das famílias dos noivos. E que no tempo que perambulavam na Índia, em suas redes de comércio criaram uma versão judaica indiana de castas ao seu modo e vamos então ver lá, os brâmanes exatamente com os mesmos hábitos, adoração pelo ouro, casamentos endogâmicos e com altos dotes. Mas isso já é assunto para outros tópicos. Aqui vamos agora nos concentrarmos nos assuntos que seguem o título do artigo.



Como personagens bíblicos considerados pelos religiosos, criaturas de uma casta sacerdotal de moralidade altamente severa, podem “pregar” a idéia de que tais criaturas tão humanas como as da vida real , como nos mostra o autor desses textos da própria bíblia, pertencerem a uma “casa divina”, serem “sagrados exemplos” para toda a humanidade no sentido de castos, santos e perfeitos? Por que a própria Bíblia parece revelar o contrário da falsa moralidade que os sacerdotes, tanto os rabinos judeus como os padres católicos e o pastores evangélicos pregaram ao longo dos tempos?


De uma coisa eu tenho certeza total: foi um rabino judeu quem escreveu este texto. De outra coisa eu tenho certeza quase total: um grego escreveu este texto porque pelo que sabemos da História eram os gregos espartanos parentes dos trácios que gostavam de guerra e moços(mulher era só para procriar, engraçado tem algo nessa linha na filosofia judaica). Para eles os gregos, a homossexualidade entre os homens( mestre e aluno da academia) era normal, então penso que o autor deste trecho da bíblia não teve a preocupação de esconder isso, pois para ele era normal, afinal o autor além de ser um sacerdote(do contrário não estaria escrevendo um texto bíblico) era também um grego. Um rabino judeu grego. Faz sentido? Vamos ver: além do texto se confirmar, lembremos que já havia uma grande colônia de judeus na região do mediterrâneo e portanto na Grécia. Muitos dos filósofos gregos que nos ensinaram admirar, eram judeus gregos. E muitos rabinos judeus escreviam em grego. E muitos rabinos judeus eram e são homossexuais assim como muitos padres . A maçonaria que é uma criação judaica pratica nos altos graus a “formula” grega entre mestre e aluno. A comunidade judaica antiga se beneficiou muito com Alexandre porque será? E lembremos que ele também era homossexual e era um guerreiro. Aqui eu praticamente resumi séculos em poucas linhas, mas é só um começo.



Outra coisa, essa passagem: "... Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi, que ia bailando e saltando diante do Senhor, o desprezou no coração" (2Sa 6:16). Me lembra muito os moços trácios que também tinham este costume. Os religiosos evangélicos que se dizem muito conhecedores da bíblia falam que Davi era ruivo. Então eu pergunto o que fazia um ruivo na palestina? Um búlgaro trácio? Se eu somar o trecho bíblico acima com o costume trácio eu concluo o que? Davi pulando, dançando ao som de flauta. Mais uma evidência do culto baconiano dos trácios que se estendeu aos gregos que comercializavam com eles. Mas o que um culto da trácia e da Grécia antiga faz no ambiente judeu palestino ou sob a pena do autor do texto? Para não falar nem em mais uma evidência da invenção do “povo” judeu , que na realidade são invasores da palestina porque são de origem asiática.(guerreiros nômades das estepes).

Bom pra finalizar:

Não tenho nenhum preconceito contra os homossexuais, mas tenho preconceito da hipocrisia que esconde a alegria do colorido natural das vestes da natureza trocadas pelas negras estolas da austeridade forjada na hipocrisia sob as penas dos templos. Ao trocar por miúdos: os cléricos fazem umas e pregam outras.

Márcia Zaros



sábado, 22 de janeiro de 2011

Psicopatologia Judaica

Rituais impetuosos: O Purim e o Legado de Violência Judaica



Existe uma história pouco conhecida mas bem enraizada de antagonismo judaico virulento – e da violência daí resultante – contra os não-judeus (cristãos em particular), mas muitos estudiosos (habitualmente aqueles que são simpatizantes com os interesses judeus) têm ignorado a evidência quanto a esta questão. Mas agora, um académico judeu, sem rodeios, Elliot Horowitz, de origem nova-iorquina, professor associado de História Judaica na Universidade israelita de Ba-Ilan, veio a terreno com um trabalho notável e honesto, que explora este fenómeno repulsivo. “Rituais impetuosos: O Purim e o Legado de Violência Judaica”, um livro de 332 páginas largamente detalhado e copiosamente documentado, é uma contribuição digna de nota para a história do povo judeu e o seu relacionamento muitas vezes (alguns diriam “consistentemente”) perturbado com “os outros” – os chamados “gentios”, os não-judeus, a quem os judeus se referem como “goyim”, um termo que, traduzido livremente, é o equivalente a “besta” (ou, mais especificamente, gado).


(http://www.barnesreview.org/TBRcomm/agora.cgi?cart_id=%%cart_id%%&keywords=reckless%20%20rites)

“A nossa raça é a Raça Suprema. Nós somos deuses divinos neste planeta. Somos tão diferentes das raças inferiores como elas são dos insectos. De facto, comparadas com a nossa raça, as outras raças são bestas e animais, gado na melhor das hipóteses. As outras raças são consideradas excremento humano. O nosso destino é dominar as raças inferiores. O nosso reino aqui na terra será governado pelo nosso líder com uma vara de ferro. As massas lamberão os nossos pés e servir-nos-ão como escravos.”



— Menachem Begin – 1º Ministro de Israel 1977–1983



(http://www.iamthewitness.com/)
Fonte: http://acordem.com/

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Conspiração Judaica Sionista

Para quem caiu no conto do vigário, ops(correção)...dos rabinos e acreditou na balelada de que a conspiração judaica é um mito leia este trecho escrito por um maçon judeu Cremieux no ano de 1860:

"A rede que Israel lança agora sobre o globo terrestre aumenta e se extende...Nosso poder é imenso, aprenda a usar esse pdoer para a sua causa. O dia não está longe quando todos os ricos, todos os tesouros da Terra, se tornarão propriedade das crianças de Israel."

Fonte: A Trilha da Serpente, parte II-

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A suástica Davídica

Rabino Judeu diz que os palestinos deveriam ser eliminados por uma praga.
E que ninguém duvide de que se lá não houvesse mais nenhum judeu ou poucos, se os EUA já não disseminariam uma ou várias de suas armas biológicas letais..
Agora eu pergunto se fosse um árabe muçulmano que tivesse falado isso ao menos contra um único judeu se o mundo todo já não estaria a assistir seu julgamento numa corte marcial pró-judaica...affi seria um "espetáculo" delirante para os judeus sionistas sem dúvida alguma. Mas como isso tudo vem de um poderoso membro da comunidade "dona" do planeta, tudo bem, né. Affiii, quanta síndrome de hipocrisia israelita...

Os "donos" do Planeta

Free Speech Directory


Super-Homem, Volkswagen e Lazar Kaganovich

pelo Dr. William Pierce

Eu tenho um certo número de relatórios de notícias em minha mesa que chegaram à mim de todo o mundo durante as duas últimas semanas. Estes relatórios tratam de vários eventos em uma meia-dúzia de países, mas todos têm um elemento em comum: grupos judaicos organizados com suas mãos estendidas, exigindo dinheiro, exigindo simpatia, exigindo a punição de seus críticos. Alguns destes relatórios revelam um arrogância, ganância, e pressão tão extremas que são quase cômicas. Por exemplo, um par de edições recentes da revista em quadrinhos de "Super-Homem" -- edições 81 e 82, para ser específico -- teve Super-Homem lutando contra os Alemães no gueto de Varsóvia nos anos 40. Os Alemães eram os bandidos, e os residentes do gueto, que tinham nomes como "Baruch" e "Moishe" e eram mostrados vestindo yarmulkes, eram os bonzinhos. Super-Homem estava salvando Moishe e Baruch de serem enviados para um campo de concentração pelos alemães. Bem no padrão pró-Judaico, de propaganda anti-Alemã de "Holocausto", do tipo que nós temos visto pelos últimos 60 anos, certo?

Bem, os grupos judaicos organizados não ficaram felizes com ela, porque os mocinhos não foram identificados explicitamente como Judeus. "Moishe" e "Baruch" e os yarmulkes não eram explícitos o bastante. A palavra "judeu" não foi usada. Os Judeus estão preocupados que uma criança que lesse os quadrinhos, que nunca tivesse visto um yarmulke e que não soubesse que os nomes "Moishe" e "Baruch" são estritamente "kosher", pensassem que a gente que Super-Homem estava salvando eram Poloneses em vez de Judeus. Os Poloneses poderiam começar a ter alguma simpatia indesejada do leitor, como vítimas dos alemães. E os Judeus sempre exigiram que lhes fosse dada toda a simpatia ligada com o chamado "Holocausto". Eles não querem ninguém mais partilhando o seu status de "vítima". Kenneth Jacobson, da ADL, liga de Anti-Difamação da B'nai B'rith, o maior e o mais poderoso grupo de pressão judaico na América, chamou a descrição do "Holocausto" nos quadrinhos de Super-Homem ultrajante. Esta é a palavra que ele usou: "ultrajante". Ele queixou-se de que é um "insulto" aos "seis milhões de judeus" que morreram no "Holocausto", porque não usaram a palavra "judeu".

Uma outra oficial da ADL, Myrna Shinbaum, disse: "nós achamos extremamente ofensivo que o que deveria ter sido uma lição educadora e positiva, que os Judeus não tivessem sido mencionados. Você não pode ser geral quando você fala sobre vítimas do Holocausto". Alguém poderia pensar que ela e Jacobson estivessem falando sobre um anti-semita por sua "insensibilidade". Na verdade, entretanto, os quadrinhos da DC Comics, companhia que publica os quadrinhos de Super-Homem, são um estabelecimento completamente judaico, como a maioria dos outros principais publicadores de revistas infantis e juvenis na América do Norte. O presidente e o editor em chefe da DC Comics é uma Judia, Jenette Kahn.

Assim, o que nós vimos nesta particular tempestade em um copo d’água, foi que os Judeus estavam agarrando mais uma outra chance de nos lembrar a todos sobre o quanto eles sofreram, pobres coitadinhos, e sobre como nós nunca devemos esquecer isto.

E a razão pela qual este status de vítima é guardado com tanto ciúme pelos judeus foi revelada em um outra notícia que chegou há alguns dias. Esta notícia era a de que a companhia Volkswagen, a maior empresa automobilística da Alemanha, caiu às exigências judaicas e agora pagará compensação aos Judeus que trabalharam involuntariamente para a Volkswagen durante a Segunda Guerra Mundial. Você sabe, esta é a Guerra durante a qual todos os Judeus na Alemanha supostamente foram gaseados e cremados. A Volkswagen empregou 15.000 trabalhadores não-Alemães durante a guerra, e eles são frequentemente referidos pela mídia como "trabalhadores escravos". Somente uma pequena fração destes trabalhadores eram judeus, sendo que todos eles foram alimentados e abrigados, e muitos deles tinham relativa liberdade de movimento durante suas horas de folga. Mas tinham sido pegos de outros países para ajudar aos alemães com sua severa falta de trabalhores durante a guerra, e eles certamente não foram pagos numa escala de união dos trabalhadores. Portanto, à alguns meses atrás os Judeus, entre aqueles trabalhadores da Volkswagen do tempo de guerra, exigiram que fossem pagos por seu trabalho -- mais juros, naturalmente. A Volkswagen disse-lhes inicialmente para eles sumirem. Não era a Volkswagen que os tinha forçado a trabalhar, era o governo Alemão, os altos funcionários da Volkswagen disseram. Além disso, isto foi há mais de 53 anos. Se tivessem uma reivindicação válida deveriam tê-la apresentado mais cedo.

Os Judeus, todos os quais vivem hoje em Israel, ameaçaram processar e criar outras dificuldades para a Volkswagen se suas exigências não fossem atendidas. " Você ‘quererr’ vender carros nos Estados Unidos, então você ‘pagarr-nos’, " os judeus ameaçaram. Duas semanas atrás a Volkswagen, vendo como os oficiais do governo dos Estados Unidos estavam dançando à música dos judeus, na aplicação da pressão contra a Suíça, em relação às reivindicações judaicas contra esse país, cederam e concordaram a pagar. Isto parece mais barato a Volkswagen do que ter os judeus montando o mesmo tipo de campanha mundial de propaganda contra a companhia, que eles montaram contra os bancos Suíços.

Eu já falei anteriormente sobre o esforço judaico de extorsão contra os Suíços. Agora vocês podem começar a ver como todas estas exigências por dinheiro estão juntas. Quando os Suíços tinham feito uma oferta de $600 milhões de dólares aos Judeus, e os Judeus tinham fingido ficarem insultados por uma oferta tão desprezível, os Judeus imaginaram que poderiam aumentar a pressão e obter muito mais do que $600 milhões de dólares dos Suíços. E isto é o que eles fizeram. Eles pegaram todos os seus políticos comprados nos Estados Unidos, que então iniciaram uma legislação de boicote de um tipo ou de outro contra os Suíços. Não somente os bancos Suíços serão barrados a fazer negócios em várias partes dos Estados Unidos, mas outras companhias Suíças serão punidas também até que os Suíços paguem cada centavo que os judeus estão exigindo. Nós, Norte-Americanos, estamos sendo usados – isto é, nossas instituições públicas estão sendo usadas – pelos Judeus para obter o que eles querem, como se nossas instituições pertencessem aos Judeus, e fosse direito deles usarem-nas e abusarem-nas para seus propósitos.

É importante para os judeus que eles façam um exemplo dos Suíços. Isso é o que forçou a Volkswagen decidir a pagar relutantemente . Isso é o os judeus imaginam que fará os Suecos, os Franceses, os Portugueses, os Espanhóis, e todos os demais pagarem. Eles estão demonstrando sua habilidade de usar o poder deles no governo dos Estados Unidos para coagir qualquer um que não se renda voluntariamente às suas exigências por dinheiro. E eles são capazes de usar o governo dos EUA desta forma porque mantiveram o sentimento público americano pesaroso para com eles como vítimas de um "Holocausto". Isso é o porque eles levantaram tal gritaria quando o Super-Homem falhou em não indicar explicitamente que Moishe e Baruch eram Judeus. Tudo se encaixa junto.



Esta noção de que o mundo deve aos judeus, pelo que eles dizem ter acontecido a eles há mais de meio século atrás tem implicações interessantes. Eu acabei de terminar de ler um livro que realmente ilumina bem o conceito todo das reparações -- e na questão de quem deve a quem. O livro é uma biografia de Lazar Kaganovich, um dos mais sangrentos carniceiros comunistas durante os anos de 1930s e 1940s, e o homem número-dois no Kremlin por muitos anos. O livro é O Lobo do Kremlin, e foi escrito por Stuart Kahan, um Judeu norte-americano que é sobrinho de de Kaganovich. Kahan foi à União Soviética em 1981 e entrevistou seu tio extensivamente -- em Iídiche -- para escrever esta biografia, e ela é uma mina de ouro de revelações.

Para resumir, Lazar Kaganovich era um judeu criado na tradição judaica, um menino do yeshiva ensinado guiar-se na base de fazer sempre o que fosse o melhor para os judeus, e este preceito é citado de forma realmente explícita diversas vezes no livro. Ele assistiu a sua primeira reunião do Partido Comunista em 1911, quando tinha 18 anos, para ouvir o Judeu Comunista Trotsky dar um discurso em uma sinagoga em Kiev ; é isso mesmo: em uma sinagoga. Ele cresceu rapidamente no círculo interno do Partido Comunista, que continha muito mais judeus do que Gentios. Seu sucesso era devido primeiramente a sua agressividade e crueldade. Em sua atividade comunista, ele não se detinha por nada, não importasse o quanto brutal ou sangrento. Matou até mesmo seus companheiros Judeus quando eles ficaram em seu caminho. Era um gangster entre os gangsteres.

Em 1930, Kaganovich organizou um departamento especial da polícia secreta Soviética, com ele próprio como o chefe. Se referiam a ela como o departamento "de casos molhados", com "molhado" significando "sangrento". Ela procedeu com execuções em massa clandestinas, do tipo da realizada mais tarde em Vinnitsa, na Ucrânia, em Katyn, e na Rússia, em mil outros lugares por toda a União Soviética durante as duas décadas seguintes. Kaganovich tornou-se o comissário encarregado dos assassinatos em massa. Quando o Exército Alemão invadiu a União Soviética em 1941, entretanto, foi Kaganovich quem foi o salvador dos Judeus: ele arranjou a evacuação de todos os Judeus das áreas de fronteira e seu reassentamento bem distante ao leste, onde estariam seguros dos Alemães. Deixem os Ucranianos e os Russos aguentarem o choque da invasão Alemã, mas proteja os Judeus das durezas e do perigo a qualquer custo.

E Kaganovich vangloriava-se de que ele tinha salvo os judeus outra vez, em 1953, quando Stalin estava planejando livrar a Rússia deles, arranjando para que Stalin fosse envenenado. Ele e sua irmã Rosa, que era uma médica, planejaram um esquema para trocar pílulas no armário de remédios de Stalin de modo que ele tivesse um ataque fatal, que de fato ele teve.

Quando o Gentio comunista Nikita Khruschev acusou Kaganovich, em 1957, em um Congresso Soviético do Partido de ter assassinado 20 milhões de Russos durante sua carreira, Kaganovich nem sequer negou isso. Ele somente acusou Khruschev de ser um assassino também. " Suas mãos estão manchadas de sangue também ", Kaganovich disse-lhe. Khruschev apontou que a diferença era que ele, Khruschev, tinha seguido meramente as ordens de Kaganovich, quando tinha sido Kaganovich que tinha formulado as políticas do assassinato em massa e tinha dado as ordens para realizar aquelas políticas.

É um livro fascinante e se você quiser realmente ganhar alguma introspecção na mentalidade judaica, na maneira como eles justificam-se, na maneira que eles vêem o mundo não-judaico, vocês devem ler este livro por si mesmos. Kaganovich quer vangloriar-se sobre o poder que ele chegou a deter, e ao mesmo tempo quer fugir da responsabilidade para seus crimes, e podemos ver esta atitude ambivalente durante todo o livro.

Kaganovich conseguiu fugir à responsabilidade. Ele foi permitido a aposentar-se e viver depois sua vida com conforto em Moscow. Foi expulso do comitê central do Partido Comunista da União Soviética em 1957, quando perdeu uma luta de poder com Khruschev, e foi chutado fora do próprio Partido Comunista em 1962. Assim Kaganovich simplesmente aposentou-se do negócio dos assassinatos em massa e viveu então na paz e no relativo luxo por mais quase 30 anos, até a sua morte em 1991, na idade de 98 anos. Nem mesmo a publicação da biografia do seu sobrinho sobre ele em 1987, com todas as suas revelações de seus crimes, trouxeram uma exigência para que ele fosse punido. Nem mesmo após o colapso do comunismo ninguém chamou-o para prestar contas sobre seu genocídio contra os povos Russo e Ucraniano.

Suponha que em vez de ser um judeu que assassinou 20 milhões de Gentios ele tenha sido um alemão acusado de matar apenas 100 judeus. Você pode imaginar os gritos da mídia ao redor do mundo para que ele fosse posto em julgamento e punido? Você pode imaginar as exigências histéricas por vingança dos judeus, as demonstrações sem parar na frente das embaixadas alemãs em toda parte do mundo? Uma oportunidade tão maravilhosa de lembrar a todos sobre o "Holocausto" e como os pobres, inocentes judeus sofreram, e como o mundo lhes deve agora reparações -- uma tal oportunidade certamente não deixaria de ser explorada. Mas no exemplo de Lazar Kaganovich somente silêncio, somente desinteresse pela mídia. Interessante, não é?

Agora, você e eu entendemos a razão para esta diferença, não entendemos? Nós compreendemos que a história do "Holocausto" é importante para os Judeus porque assim eles podem ordenhar o mundo dos Gentios em bilhões de dólares todos os anos, mantendo os Gentios sentindo-se culpados por deixar aquilo acontecer. E nós compreendemos porque os Judeus não se sentem culpados por ter desencadeado o Comunismo no mundo, assim como o porque eles não se sentem culpados por ter gerado monstros como Lazar Kaganovich. Eles realmente acreditam que somente suas vidas contam, não as nossas.

E nós compreendemos porque os alemães antes da Segunda Guerra Mundial realmente quiseram arrancar os judeus fora de seu país e fora de suas costas. Nós compreendemos porque Stalin se decidiu em 1953 que deixaria como seu presente ao povo Russo algo que seriam eternamente gratos, por se livrar de cada judeu na União Soviética.

Assim, a pergunta agora é, o que nós podemos fazer para nos libertar dos Judeus? O que nós podemos fazer para quebrar seu controle mortal em nossa mídia de massa de notícias e de entretenimento, e em nosso sistema político? Como nós podemos terminar com o seu esquema de nos usar para extorquir dinheiro do resto do mundo para eles?

Uma coisa que não seria eficaz é uma apelação a nossos líderes eleitos em Washington. A maioria dos políticos compreende completamente bem o que está acontecendo, mas não se importa, a menos que seja um assunto oportuno na mídia de massa ou se eles puderem imaginar uma forma de obter doações ou votos disso.

Sobre a única diferença entre Bill Clinton e o resto da gangue em Washington, Republicanos assim como Democratas, é que Bill Clinton tem mais carisma. Se nós tivéssemos um governo honesto, patriótico, todos eles já estariam pendurados na forca.

Um outro grupo que nós não podemos contar são os homens de negócios, como a gente que dirige a Volkswagen ou os bancos Suíços. Geralmente estes são indivíduos consideravelmente espertos, e eles compreendem as mesmas coisas que nós compreendemos. Mas assim como os políticos não se importam com nada exceto votos, estes grandes homens de negócios não se importam com nada exceto lucros. A gente da Volkswagen compreende que se alguém deve algo, são os Judeus, que trabalharam em sua fábrica durante a guerra e que devem à Volkswagen por mantê-los vivos e permitir a eles sobreviver durante toda a guerra. Mas eles não dirão isso publicamente, porque, enquanto os judeus dominarem e controlarem a mídia e o governo nos Estados Unidos, não há nenhum lucro nisso. E o mesmo vale para os banqueiros Suíços.

De fato, há mais do que uma possível perda de lucros envolvida. Há centenas de pessoas que estão em prisões na Alemanha e Suíça agora, porque ousaram falar a verdade sobre os Judeus e assim violaram as chamadas leis de "ódio" que os judeus mandaram seus políticos comprados naqueles países decretarem, para a finalidade específica de silenciar aqueles que os exporiam. Um exemplo é Rudolf Keller, um membro do nacionalista Partido Democrático Suíço, que foi preso no começo deste mês em Zurique e acusado como sendo um "criminoso de ódio." O "crime" do Sr. Keller foi anunciar publicamente que se os Judeus proseguissem com seus boicotes anti-Suíços na América, então o povo Suíço deveria em represália recusar-se a comprar qualquer mercadoria Norte-Americana, comprar em lojas ou comer em restaurantes de propriedade de Judeus, ou tirar férias nos Estados Unidos ou Israel. Os políticos que o prenderam reivindicaran que o anúncio de Keller poderia incitar "o ódio racial" contra os Judeus -- e na Suíça, na Alemanha, e em muitos outros países os Judeus já arranjaram para que isso seja ilegal. Eles estão trabalhando duramente para ter leis similares decretadas nos Estados Unidos.



Assim, o que podemos fazer? Bem, nem todos na América são políticos ou homens de negócios. E nem todos são umas ‘batatas de sofá’ ("couch potatoes"), que são incapazes de compreender qualquer coisa que não lhe venha diretamente de sua tela de televisão. Ainda há gente decente, honesta, e racional nos Estados Unidos: gente que é capaz de entendimento se alguém torna disponível a informação a eles, e que se importarão, uma vez que eles compreenderem. Você e eu não somos os únicos. Há bastante gente boa ainda restante para virar a mesa dos Judeus -- se nós fizermos nossa parte.

E nossa parte é alcançar estas pessoas decentes e ajudar-lhes a compreender. E nós podemos fazer isso. Eu posso manter-me apresentando os fatos -- os fatos que ajudam as pessoas a compreender quem está perseguindo quem, e quem deve a quem. E isto é importante, porque a maioria destes americanos decentes, racionais, nunca ouviram sobre Lazar Kaganovich. A maioria destas pessoas decentes são demasiado ocupadas com suas próprias vidas para prestar atenção à campanha judaica atual para silenciar seus críticos com novas leis contra o que se chamam de "discurso de ódio." Eles precisam ser ditos sobre isso. Eles necessitam ser chamados para prestar atenção.

Você pode ajudar a fazê-los prestar atenção. Eu manterei-me apresentando os fatos; você arranja outras pessoas para escutar. Eu aposto que você conhece ao menos cinco pessoas decentes que nunca escutaram American Dissident Voices (‘Voz dissidente Americana’) ou nunca viram uma cópia de Free Speech (‘discurso livre’). Faça com que eles comecem a escutar ou a ler. Faça-os começar a prestar atenção.


fonte: http://www.natvan.com/portuguese/fs988a.html