A cronologia dos fatos revelam as origens verdadeiras dos Papas e para quem eles de fato trabalham. Os judeus sionistas controlam tudo, bancos, mídia, corporações e até a Igreja Católica. Controlam todas as instituições governamentais e não governamentais que regem os relacionamentos humanos e espirituais há milênios sem que as massas percebam.
• Culto público no muro das lamentações.
• Castigo aos católicos que minimizem o “holocausto”.
• Exoneração da culpabilidade coletiva dos judeus pela morte de Jesus (http://www.wiesenthal.com/site/apps/nlnet/content2.aspx?c=lsKWLbPJLnF&b=4441467&ct=9146873).
• Visita às sinagogas.
• Título de “irmãos maiores” aos judeus, com várias citações a Deus como “pai” dos judeus e cristãos.
• Ocupação em postos chave na curia de judeus e maçons.
• Exaltação da Nova Ordem Mundial. (Encíclica Caritas in Veritate)
• Doutrinamento com têrmos e ideiais maçônicos aos jóvens.
A origem judaica de Wojtyla foi certificada pelo rabino Yaakov Wise, e apoiado pelas investigações de Carl Bernstein e outros autores.
Wojtyla, judeu:
De fato já tinha sido difundido pelo escritor argentino Federico Rivanera Carlés em sua monumental obra A Judaização do Cristianismo e a Ruína da Civilização (3 volumes).
La Judaización del Cristianismo y la Ruina de la Civilizacion (clique para acessar)
Depois um historiador e rabino inglês chamado Yaakov Wise, confirmou a ascendência hebráica de Joseph Karol Wojtyla Katzarowsky.
Yaakov Wise o exibe também e revela que sua mãe possuia o sobrenome Katzarowska – Kaqtzarowsky é em masculino, sua avó era Anna Scholz ou Schulz e sua bisavó Zuzanna RYBICKA (Rebecca), todos, conhecidíssimos sobrenomes hebráicos de Biala, Polônia.
Existem vários dados de João Paulo II, entre outros, seu sobrenome materno é de origem hebráica, segundo os próprios hebreus, sua mãe se chamava Emilia Kaczorowska Scholz em lituano e o mudou para Kaczorowa-Wojtyla em polonês, mas ambos derivados da raíz Katz. Ditos sobrenomes aparecem nas listas dos guetos poloneses: http://warszawa.getto.pl/index.php?mod=osoby_wiecej&idx=K
Segundo Yaakov Wise, a mãe de Wojtyla – Emily Katz – era filha do comerciante Félix Kaczowsky (filho de Katz) e de Anna Scholz, sobrenomes hebráicos também. Mesmo assim, foi neta da hebráica Zusanna Rybicka.
A avó paterna de Wojtyla era Urszula Maklinowska.
Yaacov Wise afirma que todos esses sobrenomes aparecem no cemitério hebráico de Biala, lugar de origem de Emily Katz.
Segundo suas biografias oficiais como o hebreu Carl Bernstein, o mesmo do Watergate, Karol Joseph “Lole” Wojtyla Katz, nasceu e cresceu num gueto hebreu, todos seus amigos na escola eram hebreus, segundo ele mesmo afirma, seus amigos íntimos eram hebreus e jogava numa equipe de futebol exclusivamente de hebreus; por tudo isto teve que se ocultar em novembro de 1940 quando chegaram os nazis. Se fosse polonês não haveria razão para se esconder, precisa Wise.
As profecías atribuídas a São Malaquias indicam que Bento XVI é o penúltimo papa da Igreja Católica. Sempre foi associado com algum objetivo relacionado ao povo judeu. Várias vezes foi sugerido algo assim em textos, que durante seu pontificado, se daria a conversão dos judeus.
Porém, outra possibilidade seria também interessante: que ele mesmo fosse judeu.
Pois bem, à essa conclusão chegou Aaron ben Gilad, un católico de origem judaica, baseada na investigação de Aron Bengilad.
Os TAUBER: Um dos ramos cabalistas mais importantes da Sinagoga.
É importante mencionar o significado de que Joseph Alois Ratzinger Peintner-TAUBER descenda de um dos ramos cabalistas mais importantes da Sinagoga (o Rabinato de Praga) e o esforço que realiza essa tribo hebráica em particular (a de Neftalí) há pelo menos 500 anos, por usurpar a Sede de Pedro, conforme o afirmou John Retcliffe no capítulo “O Cemitério Judeu de Praga e o Concílio dos Representantes das Doze Tribos de Israel” de seu livro “Biarritz” que pode ser consultado nos Protocolos dos Sábios de Sião (edição especial completa);
O Shebet Náftali (DE PRAGA) disse:
“Jamais aceitaremos postos subalternos. Da mais grande importância para nós é a justiça e a advocacia. Nos entrega a possibilidade de nos informar da posição de nossos inimigos e de seu verdadeiro poder. Já fornecemos a muitos Estados Ministros de Finanças, também Ministros da Justiça. Nosso objetivo deve ser O Minitério do Culto (o clero e Papado católicos, é claro). Devemos consegui-lo reclamando a paridade civíl e a igualdade…” – (Nota: esse era o propósito do Rabinato de Praga há 160 anos).
A história do “MAHARAL”, tataravô do tataravô de Bento XVI:
Bento XVI e sua família em 1938
Entre seus antepassados, o hebreu Joseph Alois Ratzinger Peintner (na realidade TAUBER) provêm de uma sucessão de 9 destacados rabinos da Áustria-Hungria e Alemanha, mas particularmente descende do MAHARAL (Judah Loew ben Bezalel), considerado um dos sábios ocultistas mais importantes da história.
O Maharal como é conhecido entre os cabalistas satânicos, adquiriu sua maior fama como chefe espiritual da comunidade judaica de Praga. Ali estabeleceu a Grande Academia Talmúdica chamada Klaus:
“O Maharal, abreviatura de Moreinu HaRav Loeb como é conhecido, adquiriu também grande renome entre os não-judeus por seus conhecimentos seculares de matemática, astrología e outras ciências (ocultas). Era um profundo conhecedor da Cabala, pois nelas são colocados em evidência os segredos da Criação Divina e os ocultos sendeiros de Deus.
Ao Maharal eram atribuídos, e com razão, poderes especiais, e o chamavam “o realizador de milagres”. A história mais famosa é a do Golem (demônio invocado pelos feiticeiros hebreus), testemunhada pelo monumento construído em Praga que demonstra que se tratou de algo mais que uma simples lenda popular.”
O rabino Loew e seu Golem.
“Após realizar os rituais prescritos, o Rabbi desenvolveu o Golem e o trouxa à vida recitando os conjuros especiais em hebreu. Quando o Golem de Rabbi Loew cresceu mais, também se tornou mais violento e começou a matar as pessoas e difundir o medo. Ao Rabino Loew foi prometido que a violência contra os judeus pararia se o Golem fosse destruído. O Rabbi esteve de acordo. Para destruir o Golem, eliminou a primeira letra da palabra “Emet” da frente de Golem para formar a palabra hebráica que representava a morte. (De acordo com a lenda, os restos do Golem de Praga estão guardados em um ataúde no ático do Altneuschul em Praga, e pode ser ressuscitado se for necessário.
Anos mais tarde, uma estátua titulada Der Hohe Rabí Loeb – o grande Rabí Loeb – (obra de um famoso escultor Tchecoslovaco) foi construída frente à nova Prefeitura de Praga, como homenagem e tributo a tão ilustre personalidade.
No ano 2005 a história do Golem regressou a suas raízes judáicas numa nova tira cômica do jornal israelense Yedioth Ahronoth que o apresentava como um super-herói patrocinado pelo governo que protege Israel de seus problemas internos e existenciais.
Rabí Shneur Zalman de Liadí – fundador do Movimiento Jabad – era um descendente direto, por vía paterna, de Maharal.”
(Fonte: Jabad – O Maharal de Praga)
Como se pode apreciar no site, a genealogía de Ratzinger Peintner confirma que Bento XVI é bisneto por linhagem materna de uma hebráica convertida Betty, filha do hebreu Jacob Tauber (descendente do rabino Jonah Gerond) e por linhagem materna descendente de várias famílias rabínicas (Loew, Cohen, Bachrac, Knoepflmacher).
A avó materna de Bento XVI eliminou seu sobrenome hebreu TAUBER para sustituí-lo por um mais dissimulado: PEINTNER. Segundo a biografía que aparece no site citado, Anton Peintner deu seu sobrenomes a María Tauber, mas 3 anos depois de seu nascimento, e poderia ser que sequer tivesse seu sangue.
Também Paulo VI:
Não esquecer a ascendência de Paulo VI, Batista Montini ALGHISI, cuja mãe hebráica de nascimento JUDITH ALGHISI se converteu para se casar com Giorgio MONTINI.
O confirmou o jornaista Pedro Rizo em sua crônica contra Montini, onde confirma a ascendência hebráica de Gionanni Batista Montini.
Artigo: O humanismo de Maritain e Paulo VI
“Para evitar consequências da amizade de Paulo VI com Maritain seria necessário remontar-se a quando o filósofo e o citado Sturzo militavam na Democracia Cristiana com o comprometido apoio de toda a família de João Batista Montini: O Pai, Giorgio Montini, descendente de um rabino, advogado e jornalista muito ativo em compromissos políticos nada próximos aos interesses da Igreja de seu tempo; sua mãe, Giuditta (Judith) ALGHISI, judia de origem, que foi batizada católica pra se casar.
Em Verolavechia, num pequeno recinto do cemitério rodeado por uma taipa de 1,60m, poucos anos atrás aumentava para 2,50m, se guarda o tumulário de seu pai (Giorgio) e de sua mãe (Judith). Os símbolos são variados, de identidade maçônica e judaica.”
Fontes: Rafapal, Jewish History and Society e danipirata80
Comentário do blog:
É por essas e outras que este blog se afasta de religiões e ideologias políticas, por entender que tudo são tentáculos do mesmo polvo(sionismo).
Tudo é controlado por uma camarilha de origem judaica cujo propósito é o controle das mentes e corações de todos os humanos.
Este post pode servir para que aqueles fanáticos religiosos que defendem a “sua religião” como a ser seguida, da mesma forma como fazem os torcedores fanáticos de futebol. Quando todos achavam que os Papas no Vaticano eram não-judeus se descobre que são judeus intimamente ligados com a cabala, maçonaria e satanismo. Todos trabalhando para o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial governada por banqueiros sionistas.
Chegou a hora de pesquisar mais sobre que tipo de gente é esta que está no Vaticano, que valores são defendidos por eles, para quem eles realmente trabalham e por que lá dentro existem tantos pedófilos.
Por falar em pedofilia, além da existência do controle do Vaticano pelos judeus, existe a relação dos judeus com a indústria pornográfica e a indústria do álcool, conforme relatada neste artigo publicado pelo ótimo blog do Burgos, deste artigo de Abrams podemos extrair por analogia as origens da doutrina gay em vários países:
Os Judeus e a Indústria Pornográfica
Por Nathan Abrams
Artigo publicado em 2005 na revista A HEBRAICA
Pouco se fala do papel dos judeus no item menos glamuroso de Hollywood, a indústria de filmes para adultos. Talvez fosse preferível fingir que a história não existisse.
Mas a realidade é outra. Judeus laicos(1) desempenharam (e continuam a exercer) um papel comparativamente desproporcional nesta lucrativa indústria americana.
Os judeus envolvidos na pornografia(2) têm uma longa história nos EUA, e ajudaram a transformar uma subcultura marginal em algo que faz parte da cena local.
Aliás, um cartão postal satírico produzido na Alemanha para judeus poloneses retrata estudantes do Talmude assistindo à apresentação de uma dançarina de cancan.
A presença judaica na indústria pornográfica está dividida em dois grupos (que às vezes se sobrepõem): pornógrafos e artistas. Apesar de os judeus representarem apenas 2% da população dos Estados Unidos, ocupam posição de destaque na área da pornografia. Entre 1890 e 1940, muitos dos livreiros especializados em literatura erótica eram imigrantes judeus de origem alemã. Segundo Jay A. Gertzman, que escreveu um livro a respeito do negócio na pornografia, “judeus eram proeminentes na distribuição de gallantiana, [ficção sobre temas eróticos e livros de piadas e versos obscenos] romances avant-garde de sexo explícito, revistas impressas em papel barato, textos sobre sexologia… “
No período pós-guerra, Reuben Sturman, o “Walt Disney da pornografia”, era a figura mais notória do ramo na América. De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Sturman controlou a maior parte do material pornográfico em circulação no país durante toda a década de 1970.
Reuben Sturman o "Walt Disney da pornografia", era a figura mais notória do ramo na América
Nascido em 1924, ele cresceu na parte leste de Cleveland. No início, vendia principalmente revistas de quadrinhos. Mas quando percebeu que a venda de revistas sobre sexo dava um lucro vinte vezes maior do que o obtido com os quadrinhos, passou a comercializar exclusivamente material pornográfico, chegando mais tarde a produzir seus próprios títulos e a montar lojas de varejo. No final dos anos 1960, Sturman ocupava o topo da lista de distribuidores de revistas de sexo e em meados dos anos 1970 tinha mais de duzentas livrarias para adultos. Ele também introduziu no mercado versões modernas das tradicionais cabinas escuras, individuais, e o espectador agora assiste a filmes de sexo explícito num pequeno monitor de TV. Dizia-se que Sturman não controlava a indústria de entretenimento para adultos – mas que ele era a indústria. Foi condenado por evasão fiscal e outros crimes e morreu em desgraça na prisão, em 1977. O filho David continuou dirigindo os negócios da família.
A versão contemporânea de Sturman é Steven Hirsch, 43 anos, também de Cleveland, descrito como “o Donald Trump da pornografia”. A ligação entre ambos é Fred, pai de Steven, ex-corretor de ações e braço direito de Sturman. Hoje, Hirsch comanda o Vivid Entertainment Group, uma espécie de Microsoft do mundo da pornografia, a maior produtora de filmes “adultos” dos Estados Unidos. Sua especialidade era trazer técnicas de marketing para a indústria. De fato, o grupo adota práticas semelhantes às empregadas pelos grandes estúdios de Hollywood nas décadas de 1930 e 1940, em particular quanto aos contratos de exclusividade que firma com astros do cinema contratados e moldados por Hirsch.
Moças e rapazes de família
A maioria dos atores principais e boa parte das atrizes nos filmes de sexo explícito produzidos nas décadas de 1970 e 1980 é de judeus. O veterano entre os garanhões é Ron Jeremy. Conhecido no meio pornográfico como “o porco-espinho”, Jeremy é um dos grandes astros norte-americanos da categoria. Tem 51 anos, vem de uma família judia de classe média alta de Queens, atuou em mais de mil e seiscentos filmes para adultos e dirigiu outros cem.
Ídolo na América, um herói para judeus e não judeus de todas as idades, personaliza aquele homem desmazelado, gordo, feio e cabeludo que infalivelmente leva dúzias de lindas mulheres para a cama. Jeremy simboliza uma espécie de rei David dos dias de hoje, um supergaranhão que desbanca os tradicionais heróis judeus. Sua importância na indústria foi recentemente destacada com o pornodocumentário sobre sua vida, Porn Star: The Legend of Ron Jeremy. Como o astro pornográfico judeu provavelmente mais conhecido dos EUA, Jeremy fez maravilhas em favor da psiquê dos homens judeus americanos. Ele também lançou um CD, Bang-a-Long-With Ron Jeremy. Por uma módica quantia (que inclui o frete), é possível ouvir as histórias prediletas da carreira de Jeremy narradas pelo próprio ídolo.
Nascido Adam Glasser, Seymore Butts é tudo o que Ron Jeremy não é: jovem, atraente e musculoso. Glasser, um judeu de 39 anos de Nova York, abriu uma academia em Los Angeles em 1991. Quando ninguém apareceu, ele pediu emprestado uma câmara de vídeo por 24 horas, foi a um clube de strip-tease, recrutou uma mulher, voltou ao seu estabelecimento e começou a gravar. Apesar do fracasso da fita, uma boa dose de hutzpá e alguns cartões com seu nome e atividade comercial, ele fez um acordo com um fabricante e começou a produzir vídeos pornográficos.
Em poucos anos, montou uma das maiores franquias no ramo de filmes para adultos. Rei absoluto do gênero “gonzo” (caracterizado pela câmara nas mãos e a ilusão de espontaneidade dos vídeos caseiros), ele é hoje, possivelmente, o magnata judeu mais famoso da indústria. Seymore Inc., sua empresa, lança cerca de 36 filmes por ano, cada um custando menos de US$ 15 mil, mas que rendem mais de dez vezes esta quantia.
Glasser emprega doze pessoas, incluindo a própria mãe (a “madame” da foto) responsável pela contabilidade do “negócio da família”, sorridente e bem-humorada [aquela figura forçada da tal "mãe judia", tão decantada pelo cinema e pela mídia judaica?] e incansável na busca de uma noiva para o filho e seu primo Stevie, tão adorável quanto voraz. Atualmente, Glasser tem até um programa de TV, “Family Business,” mistura de novela e documentário em dez episódios, cujos créditos de abertura exibem sua foto no dia do bar-mitzvá.
Atrás do dinheiro
Judeus sempre estiveram presentes na indústria cinematográfica basicamente porque foram aceitos. Alguns partiram para a pornografia; outros, para Hollywood. Tudo era tão novo que as barreiras restritivas vigorando em tantas outras áreas do cenário americano na época ainda não tinham sido erguidas. Na pornografia, nunca houve qualquer discriminação. E, na época, início do século passado, um homem de negócios não precisava de muito dinheiro para fazer um filme. Para a exibição, tudo de que precisava era um projetor, uma tela e algumas cadeiras. Livres da obrigação de manter o status quo e sem nada a perder com inovações, os judeus estavam dispostos a explorar maneiras inéditas de ganhar a vida. Gertzman explica que quando os judeus se viam excluídos de alguma atividade, voltavam-se para um ofício onde sentiam que poderiam prosperar ao lado de colegas, num regime de esforço coletivo… Há muito tempo começaram a cultivar os dons e o temperamento característico dos que trabalham como intermediários e têm orgulho de suas habilidades.
A indústria de entretenimento adulto exigia algo que sobrava aos judeus: hutzpá, isto é, atrevimento, ousadia. Muitos dos pioneiros no ramo eram gênios em marketing e empreendedores ambiciosos cujo êxito se originou da obstinação, inteligência e de uma autoconfiança sem limites.
É óbvio que o grande número de judeus na indústria pornográfica sempre foi motivado, principalmente, pelo desejo de lucrar. E se os reis judeus de Hollywood souberam construir uma fábrica de sonhos, uma tela em branco sobre a qual podiam ser criadas e projetadas suas próprias visões da América, os magnatas da pornografia revelaram um talento único para bem compreender os apetites do público.
Abraham Foxman
Abraham Foxman (na foto ao lado) presidente da Liga Anti-difamação, a ADL, explica: Aqueles judeus que entraram na indústria pornográfica fizeram-no como indivíduos em busca do “sonho americano”. Como acontece em Hollywood, judeus que ingressam no mundo da pornografia não costumam anunciar sua origem. A maioria dos artistas e pornógrafos se originam em famílias judias de não praticantes. Sturman, no entanto, identificou-se publicamente como judeu, tendo sido um doador generoso para várias entidades beneficentes da comunidade e o ator Richard Pacheco, isto é, Howie Gordon, chegou a ser entrevistado para a yeshivá (escola de judaísmo). Queria ser rabino.
Pouquíssimos filmes pornográficos baseiam-se abertamente em temas judaicos, embora Ron Jeremy tenha tentado uma vez reunir diversos astros para produzir um filme pornográfico kasher. A exceção é Debbie Duz Dishes, em que Nina Hartley interpreta uma dona de casa judia sexualmente insaciável que sente prazer com qualquer um que toque sua campainha. O filme vendeu muito bem, teve algumas seqüências e hoje em dia é difícil encontrar para comprar – talvez indicação de um novo filão a ser explorado. Segundo um editorial publicado no site da World Union of Jewish Students, “há milhares de pessoas procurando pornografia judaica. Depois de ‘calendário judaico’, ‘judeus solteiros’, ‘judeus para compromisso sério’ e ‘festas religiosas judaicas’, as palavras-chave mais usadas para buscas no site www.goim.com são ‘pornografia judaica’. É um fato.”
Por que judeus, em particular, usam a pornografia para ganhar a vida? Há alguma outra razão, além da financeira? É certo que existe aí um elemento de rebeldia. O tabu e o proibido atraem por natureza. Como já escrevi uma vez, taref significa “um universo de sexualidade proibida, a sexualidade dos gentios, onde imagina-se que estejam todas as delícias… “
Segundo um conhecedor da indústria que prefere o anonimato, citado por E. Michael Jones na edição de maio de 2003 da revista Culture Wars, “os personagens principais dos filmes feitos na década de 1980 eram judeus de famílias seculares e moças vindas de escolas católicas”. A cena padrão de sexo explícito seria, portanto, resultado da fantasia masculina judaica de copular com uma gentia católica.
Além disso, como o judeu ortodoxo e fofoqueiro do mundo pornô Lukeford explica em seu site, “pornografia é apenas uma das formas de expressão da revolta contra o pré-estabelecido, contra a disciplina imposta pela obediência à Torá que marca um judeu vivendo o judaísmo”. É também rebeldia contra os pais que esperam dos filhos diplomas de medicina, direito, contabilidade. No mesmo site, o artista pornô Bobby Astyr diz as coisas da seguinte forma: “É como apontar o dedo médio para cima olhando para os tios cheios de anéis que quase me apedrejaram quando garoto por querer ser músico.”
À medida que as influências religiosas perderam fôlego, judeus laicos americanos, principalmente os moradores da área da baía na Califórnia, encontraram no sexo um meio de libertação pessoal e política. Os Estados Unidos ofereciam a sociedade mais livre em que os judeus já tinham vivido e prova disso foi o crescimento da indústria para adultos. Aquelas judias fazendo sexo na tela era a contradição explícita do estereótipo da mimada “princesinha judia americana”. Elas – e é só uma especulação – podiam ver a si mesmas cumprindo a promessa da liberação, emancipando-se do que a feminista Betty Friedan chamou, em 1963, do “confortável campo de concentração”, que seria o lar, ao seguirem para a Terra Prometida dos sets de filmagem do sul da Califórnia. Era um passaporte para a liberdade sócio econômica. Mas tinham escolha: podiam entrar ou não, ao contrário de outras mulheres coagidas por razões financeiras e outras circunstâncias. E, uma vez conquistada a autonomia, mantinham-se sobre as próprias pernas, particularmente porque é prática da indústria as mulheres ganharem o dobro do que os homem para atuar.
Revolucionários por natureza
Ampliando a tese da subversão, o envolvimento judaico no meio pornográfico também pode ser encarado e analisado como um gesto obsceno dirigido a todo o establishment protestante anglo-saxão branco (Wasp) dos Estados Unidos. Alguns astros da pornografia vêem a si mesmos como combatentes da linha de frente na batalha espiritual entre a América cristã e o humanismo secular. [batalha espiritual?... mas desde quanto proxenetas e cafetinas representam o "humanismo secular"?] Segundo Lukeford, muitos desses atores freqüentemente vangloriam-se da “alegria de serem os anárquicos garanhões sexuais incomodando os rebanhos puritanos”.
Este argumento resultaria de um ódio atávico à autoridade cristã. Astyr se recorda de “ter que correr ou lutar na escola primária por ser judeu. É bem provável que minha carreira pornográfica seja, em parte, aquele dedo médio apontado para cima – desta vez, uma resposta a gente como meus colegas de escola”. Al Goldstein, o antigo proprietário da revista Screw, declarou que “a única razão pela qual nós judeus, estamos nesta indústria é porque achamos Cristo um fiasco. O catolicismo é um fiasco. Não acreditamos em autoritarismo”.
[aparentemente, só os católicos, a Igreja e o próprio Papa, ainda não entenderam o que essa gente anda tramando contra a nossa decadente sociedade e aviltada Civilização Cristã]
A pornografia torna-se, assim, um meio de deflorar a cultura cristã e seu caráter subversivo ganha mais força à medida que penetra o âmago do contexto dominante nos Estados Unidos e é, sem dúvida, consumida pelos mesmos protestantes anglo-saxões brancos que a condenam em público. Hoje, busca novos extremos que desafiam até mesmo as fronteiras da estética característica do gênero. A intenção de chocar (e de entreter) é tão clara quanto as novas posições sexuais reproduzidas na tela.
Trata-se de mais um quadro em que o ímpeto revolucionário, radical, típico dos imigrantes judeus na América foi canalizado para a política sexual e não para a esquerda política. Da mesma forma que o número de judeus envolvidos em movimentos radicais ao longo dos anos sempre foi desproporcional, também excede qualquer proporção a extensão de sua presença na indústria pornográfica. Os judeus americanos foram, desde o começo, revolucionários sexuais. Eram judeus aqueles que estavam na linha de frente do movimento que forçou os Estados Unidos a adotarem uma postura menos severa em relação ao sexo. Durante a revolução sexual dos anos de 1960, Wilhelm Reich, Herbert Marcuse e Paul Goodman substituíram Marx, Trotsky e Lênin como leitura obrigatória. Enquanto Reich preocupava-se com trabalho, amor e sexo, Marcuse, por sua vez, profetizava que uma utopia socialista libertaria os indivíduos, permitindo-lhes alcançar a satisfação sexual. Sobre as “belíssimas conseqüências culturais” que acompanhariam a legalização da pornografia, Goodman escreveu que “tornariam nobre toda nossa arte” e “humanizariam a sexualidade.”
Richard Pacheco é um artista de filmes para adultos que leu o casamento intelectual de Freud e Marx escrito por Reich: “Antes de conseguir meu primeiro papel, cheguei a uma seleção de atores para um filme pornô usando cabelos até a altura das nádegas, levando um exemplar de Sexual Revolution de Reich debaixo do braço e falando aos berros sobre trabalho, amor e sexo.”
No artigo Rabbi Dresner’s Dilemma: Torah v. Ethnos, escrito por E. Michael Jones para a edição de maio de 2003 da revista Culture Wars, o rabino Samuel H. Dresner diz que “a rebelião judaica verifica-se em diversos níveis”, sendo um deles “o papel proeminente dos judeus como advogados de experimentos sexuais”. Os atores pornográficos judeus não passariam, portanto, de um grupo que enaltece a rebeldia, a auto-satisfação e a promiscuidade.
Este breve panorama e análise do papel e da motivação por trás de pornógrafos e artistas tem a intenção de jogar a luz sobre um item negligenciado da cultura popular judaica nos Estados Unidos.
Pouco se escreve a respeito. Um livro como A History of the Jews in América, de Howard M. Sachar (New York: Knopf, 1992), simplesmente ignora o assunto. E se pode apostar que as comemorações do 350º aniversário da chegada dos judeus à América não incluíram qualquer referência às inovações judaicas no ramo. Até mesmo a tolerante Time Out New York é reservada em tratar a questão, embora a Heeb, uma publicação mais iconoclasta, planeje uma edição sobre o tema.
À luz da visão judaica, relativamente aberta em relação a sexo, por que sentimos vergonha da presença de judeus na pornografia? Podemos até não gostar mas, o fato é que seu papel na indústria é e sempre foi significativo.(3)
Notas
(1) Judeus religiosos e fanáticos rabinos têm se especializado em outras áreas do crime organizado.
(2) O tráfico de mulheres brancas e de entorpecentes, a prostituição em larga escala, devidamente industrializada, é obra reconhecidamente judaica. Há uma sociedade internacional denominada Zwig Migdal, que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes todas as polícias dos países corrompidos, ou judaizados e “liberais”. Ver a documentação reveladora em Julio Alsogaray, La prostitutión en Argentine, Editora Denoel et Steele, Paris.
(3) Sim, e também é profundamente significativo o cinismo desse Abraham Foxman ao tentar justificar o proxenetismo judeu, ou o descaramento dessa agremiação, A HEBRAICA, ao publicar (como mais um exemplo da insídia judaica) um texto sobre a perversão da influência judia em nossa sociedade, e assim demonstrar de onde vem, realmente, o veneno e a corrupção que nos atinge diariamente. A insolência com que o autor do texto, e os velhacos rabinos, elogiam a sordidez das táticas judaicas para contaminar e corromper as nossas populações, só vem confirmar a malícia desse antigo e perverso conluio judeu. É evidente que não estamos lidando com cavalheiros.
“E deves destruir todos os povos que o Senhor teu Deus te der, e teu olho não terá piedade deles.” Deuteronômio 7: 2-16
Por isso, não é de se estranhar que o presidente do Congresso Mundial Judaico, Edgar Bronfman, também seja o presidente e dono da maior destilaria de bebidas alcoólicas do mundo, a Seagram’s Company Ltd., cuja tentacular rede de fabricação e distribuição vai se estendendo por todos os continentes. Essa “família” judia especializou-se no contrabando de bebidas alcoólicas da sua destilaria no Canadá, para os Estados Unidos, já na época da “Lei Seca” (Bronfman, em yidish, significa whiskey man, “o homem do uísque”). Recentemente eles venderam a Seagram’s para uma multinacional e transferiram os “negócios da família” para outros ramos do “entretenimento”, mas sem abandonar totalmente a velha especialidade; ainda não é de se estranhar, portanto, a grande movimentação e o empenho dos judeus Bronfmans para liberarar o uso e o comércio das drogas alucinógenas como o “santo daime”, a maconha, o skank… Edgar Bronfman é também grande financiador da Liga Anti-Difamação da maçonaria da B’nai Brith, e em seu discurso, vai deixando no ar a sugestão de fabricação de incidentes de “anti-semitismo”, para realimentar a esquizofrenia paranóide da rancorosa “identidade judaica”, e do abalado mito do “holocausto judeu”. Aqui no Brasil temos uns políticos, muitos artistas e diretores de teatro, e até Ministros de Estado, um da “Cultura” e outro do “Meio Ambiente”, e jornalistas articulistas – não por acaso judeus – todos muito bem articulados na apologia e na campanha pelas liberação das drogas entorpecentes e alucinógenas; um de seus principais agentes propagandistas no Parlamento Nacional até publica livros sobre “a influência do cânhamo para o desenvolvimento da humanidade”… (Fernando Gabeira, A maconha). Quanto à rede internacional do tráfico da heroína e da cocaína, certas entidades judaicas e grandes sinagogas e escolas de judaísmo, têm se encarregado, avidamente, desse comércio monstruoso.
O sinistro propósito dessas sinagogas e dos seus “veneráveis” rabinos, vai ficando escandalosamente claro ao compreendermos o alcance dos comentários sobre as suas dissimuladas estratégias como, por exemplo, este esclarecedor relato do judeu Israel Eichler:
“Mesmo os rabinos anti-sionistas (como os neturei karta) declaram que ao encararmos o mundo exterior (ele se refere ao nosso mundo, o mundo dos nossos pais e avós, o mundo dos nossos filhos, à nossa civilização) nós (os judeus) precisamos apresentar uma frente unida.“
Sim, eles podem simular dissidências, ou divergências na interpretação das suas escrituras; podem até sacrificar algum “bode expiatório” quando lhes for conveniente, ou quando a polícia o apanhar com a boca na botija, mas as suas cavilações e perfídia sempre vieram dessa “frente unida”, desse talmúdico rancor contra o que eles chamam de “mundo exterior”.
É realmente inquietante verificar que enquanto nós e os nossos filhos íamos nos relacionando e convivendo com essas pessoas, imaginando que a nossa sinceridade e boa-fé transpunha diferenças e preconceitos, elas nunca se comportaram assim para conosco, ao contrário: há muito tempo vêm agindo por trás dessa cínica e ladina “frente unida” contra todos nós, contra os nossos valores, contra a nossa civilização.
Não é por acaso que essa “frente unida” é um dos mais repetidos e obstinados treinamentos que desde a mais tenra infância os judeus vão incorporando mesmo antes de freqüentarem as suas yeshivas, essas escolas de judaísmo. Por isso, não devíamos nós, os habitantes deste nosso mundo iluminado sob o sol, nos unirmos e nos protegermos da escuridão dessa cabala e da insídia e malícia desse mundo subterrâneo?
A.B.
“Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas.“
Bernard Lazare- anarquista judeu
Fonte: burgos4patas
Tá explicado porque a mídia corporativa, principalmente as emissoras de TV, divulgam tanta programação orientada ao sexo, ao consumismo e ao materialismo.
O leitor já reparou a programação das emissoras brasileiras? A maioria direciona os assuntos para o sexo, como BBB, Amor e Sexo, O Melhor do Brasil, Pânico e vários outros programas. Tudo projetado para corromper os valores éticos e morais da população(ou o que restar).
Agora o leitor já sabe quem controla essa industria pervertida, que o faz não só com a intenção de lucrar, mas também com a intenção de controlar e destruir.
Fonte :http://caminhoarternativo.wordpress.com
fevereiro 28, 2012 -Tradução e adaptação: Caminho Alternativo
Todo ateu, ou irreligioso, ou cético, gostam de lembar a famosa frase "Religião ópio do povo", mas estranhamente quando vemos tantas evidências de que a elite global judaico sionista administra há séculos engenhosamente as religiões ocidentais, principalmente a Igreja(maioria das famílias européias ricas e poderosas que foram financiadoras do cristianismo(Borjes, Medici, Orsinis(aliás tem o símbolo deles na bandeira brasão do Vaticano, é aquele ursinho amarelo,todos gringos na europa e na palestina na verdade são de origem Khazar turco-asiáticos/russos) inclusive nomeando bispos e papas de seus ventres, eram judaicas de origem e nunc deixaram de ser em segredo é claro) , parece que dá um branco e todo mundo ignora e se esquece da verdade na fomosa frase.
Se não fosse o cristianismo a elite mercante e banqueira judaica não teria judaizado o ocidente de forma insuspeitável aos cegados pela fé.
Ativismo antiteísta, pois compreendemos as religiões como responsáveis pelas maiores guerras e conflitos da humanidade. A religião, desde os primórdios da Humanidade tem sido utilizada como ferramenta de controle mental com finalidades militares, políticas e econômicas. "Que a verdade floresça, mesmo que a religião pereça"
terça-feira, 3 de abril de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Racismo Judaico contra Não-Judeus conforme expresso no Talmud
"O judeu moderno é o produto do Talmud..."
- "Talmud Babilônico", publicado pela Socidade Talmúdica de Boston, p. XII
Os judeus se referem ao restante dos habitantes da Terra, os povos não-judeus, como "gentios", "goyim". Vamos ver o que o Talmud judaico ensina aos judeus quanto à maioria não-judaica, isto é, aqueles que não pertencem ao "povo escolhido" de Javé:
"Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas."
- Talmud: Baba mezia, 114b
"O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu."
- Ereget Raschi Erod, 22 30
"Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana."
- Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855
"Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido."
- Coschen hamischpat 405
"As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamadas porcos."
- Jalkut Iuchoth Haberith, p. 250 b
"Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro."
- Tosapoth, Jebamoth 94b
"Se o judeu tem um servente não-judeu que morre, um não deve expressar simpatia ao judeu. Você deve dizer a ele: "Deus irá repor 'sua perda', como se um de seus bois tivesse morrido."
- Jore dea 377,1
"Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais."
- Talmud Sanhedrin 74b
"É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio."
- Sepher ikkarim III c 25
"É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah."
- Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5
"Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos."
- Talmud, Abodah Zara, 4b
"Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus."
- Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772
Uma declaração sensacional dos Judeus Fiéis à Torah
a 30 de setembro de 1997,
no New York Times
"Usando sua nova política atéia de exílio, eles [os Sionistas] provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Segunda Guerra Mundial... O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pels líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus..."
Citação: = Rabino Schwartz, New York Times, 30 de setembro de 1997!
Facsímile: = Daily Express, Londres, 24 de março de 1933!
"JUDÉIA DECLARA GUERRA À ALEMANHA - JUDEUS DE TODO O MUNDO UNIDOS EM AÇÃO. BOICOTE DAS MERCADORIAS ALEMÃS."
(Daily Express, 24 de março de 1933)
Assim foi como os líderes sionistas iniciaram a II Guerra Mundial de acordo com revelações impressionantes dos Judeus Fiéis à Torah.
The New York Times
30 de setembro de 1997
De acordo com a Torah, nós devemos declarar que os verdadeiros judeus se opõem a estes atos: pedidos para, investigações de, acusações e exigências contra a Suíça, (bancos, governo e instituições) ou qualquer nação. Nós não pegaremos qualquer dinheiro ou propriedade daí resultante. Certamente nós nos opomos a ameaças de boicote, táticas coercivas, insultos e intimidação.
Nós sabemos que, durante a guerra, a Suíça foi um porto seguro para milhares de judeus, incluindo aqueles admitidos de países vizinhos ocupados, e que os judeus viviam lá pacificamente. Além disso, a Suíça e a Suécia providenciaram - correndo grande risco - safe houses em Budapeste que abrigaram 100.000 Jews.
A CRENÇA E O ENSINAMENTO DA TORAH DURANTE O EXÍLIO
We have been forsworn por Deus para "não entrar na Terra Santa como um corpo antes do tempo predestinado", "não se rebelar contra as nações", ser cidadãos leais, nada fazer contra a vontade ou a honra de uma nação, não procurar vingança, discórdia, restituição ou compensação; "não deixar o exílio antes do tempo." Ao contrário, nós devemos ser humildes e aceitar a punição do exílio. Violar os juramentos resultaria em "sua carne será tornada caça como o cervo e o antílope na floresta," e a redenção será adiada. (Tratado do Talmud Ksubos 111).Violar os julgamentos não é apenas um pecado, é uma heresia porque vai contra os fundamentos de nossa Crença.
Antes de o Todo-Poderoso nos dar a Terra Santa 3268 anos atrás, Ele estipulou estas condições: Se obedecermos à Torah, é nossa; se não, seremos expulsos. Nós pecamos, e fomos exilados da terra "Umipnay chatoenu golenu mayartsenu". Apenas através de arrependimento completo o Todo-Poderoso sozinho, sem qualquer esforço ou intervenção humanas, vai nos redimir do exílio. Isto será depois de o Deus enviar o profeta Eliyu e Moshiach que irão fazer os judeus excutarem arrependimento completo. Neste tempo haverá paz universal.
Qualquer sofrimento no exílio é punição divina e não devemos fazer nada sobre isso por nossa conta porque as nações onde sofremos são apenas instrumentos da raiva de Deus por nossos pecados (texto em hebraico aqui). A Torah nos ensina como sobreviver durante o exílio (texto em, hebraico aqui) através de sermos humildes, (not vindictive, demanding or vengeful). A Torah nos dá um exemplo disso e diz que no oceano se deve ir debaixo da onda (Tratado do Talmud Yevomus 121). Nós temos que aceitar a punição; se formos contra ela, sofreremos mais. O único modo de aliviar o sofrimento durante o exílio é através do arrependimento. Nós devemos corrigir nossos caminhos e rezar para que Deus não nos puna novamente.
O povo judeu ficou fiel à Crença por mais de 1800 anos e lidou com os problemas do exílio de acordo e jamais pediu por coisas tiradas deles até o advento do Sionismo, 100 anos atrás.
A POLÍTICA DE EXÍLIO SIONISTA
Os Sionistas não acreditam que os judeus são uma nação especial (texto em hebraico aqui), mas dizem que os judeus são um povo nacionalista, uma nação como todas as nações, e que podem resolver seus problemas através de seu próprio poder (texto hebraico aqui) usando a palavra de ordem "Nunca Mais!" Eles dizem que nós judeus fomos exilados porque tínhamos um exército fraco e sofremos no exílio porque não nos levantamos fisicamente e politicamente, não falamos alto, sem vergonha, deixamos que nos enganem e não exigimos restituição. Eles afirmam que com um exército forte podemos nos retirar do exílio.Usando sua nova política atéia de exílio, eles provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Guerra Mundial e à destruição dos judeus europeus. Todos os grandes rabinos haviam avisado das terríveis conseqüências da heresia sionista. A mesma política de exílio causou problemas no Oriente Médio onde os judeus tinham vivido pacificamente com os árabes até o advento do Sionismo. Agora as mesmas táticas estão sendo usadas contra os suíços e outras nações.
O ato isolado de procurar compensação e restituição de uma nação - mesmo sem ameaças - provoca anti-semitismo, quer eles recebam ou não o que querem. O anti-semitismo é um fenômeno que serve ao objetivo primário do Sionismo - aumentar a imigração para o seu estado. Isto é evidenciado pelo fato de que toda a campanha contra os suíços foi iniciada no Estado sionista por Avraham Burg, chefe da Agência Judaica (a organização sionista que promove a imigração ao Estado sionista).
CHUTZPAH SIONISTA
Como puderam os líderes sionistas e o Congresso Mundial Judaico (uma importante organização sionista) pedir propriedade judaica? O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pels líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus. Então a Conferência de Wannsee, de janeiro de 1942, decidiu o destino dos judeus, e o sofrimento de verdade começou. Os sionistas também recusaram e bloquearam esforços de salvamento e suprimentos de comida durante a guerra. Seu lema era "Rak B'Dam (Apenas com sangue conseguiremos a terra)"
NÓS DECLARAMOS
* O Estado Sionista ou qualquer organização sionista, ou uma que se auto-dneomina "Conselho Ortodoxo Mundial" e qualquer indivíduo envolvido neste tema não representa os Judeus fiéis à Torah.
* Os judeus fiéis à Torah pedem que os políticos envolvidos com o assunto parem de lidar com isso.
NÓS AQUI PROCLAMAMOS:
O Sionismo é uma heresia, e os verdadeiros judeus não são contaminados pelo Sionismo. Judeus verdadeiros não se envolvem com as atividades sionistas. De acordo com a Torah, não nos é permitido insultar, humilhar ou dominar outro povo.
* Toda terra deve ser devolvida à nação palestina, e outras terras ocupadas devem ser devolvidas à Síria e ao Líbano.
* Políticos sionistas e seus companheiros de viagem, mesmo se aparentarem religiosidade, não falam pelo povo judeu. De fato, a conspiração sionista contra a tradição e lei judaicas tornam o Sionismo e todos os seus feitos e entidades os arqui-inimigos do povo judeu!
AMERICAN NETUREI KARTA
AMIGOS DE JERUSALEM
Rabbi Schwartz - P.O.B. 1030, New York, NY 10009
Fonte http://radioislam.org/islam/portugues/textes/nytimes.htm
- "Talmud Babilônico", publicado pela Socidade Talmúdica de Boston, p. XII
Os judeus se referem ao restante dos habitantes da Terra, os povos não-judeus, como "gentios", "goyim". Vamos ver o que o Talmud judaico ensina aos judeus quanto à maioria não-judaica, isto é, aqueles que não pertencem ao "povo escolhido" de Javé:
"Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas."
- Talmud: Baba mezia, 114b
"O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu."
- Ereget Raschi Erod, 22 30
"Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana."
- Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855
"Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido."
- Coschen hamischpat 405
"As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamadas porcos."
- Jalkut Iuchoth Haberith, p. 250 b
"Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro."
- Tosapoth, Jebamoth 94b
"Se o judeu tem um servente não-judeu que morre, um não deve expressar simpatia ao judeu. Você deve dizer a ele: "Deus irá repor 'sua perda', como se um de seus bois tivesse morrido."
- Jore dea 377,1
"Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais."
- Talmud Sanhedrin 74b
"É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio."
- Sepher ikkarim III c 25
"É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah."
- Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5
"Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos."
- Talmud, Abodah Zara, 4b
"Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus."
- Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772
Uma declaração sensacional dos Judeus Fiéis à Torah
a 30 de setembro de 1997,
no New York Times
"Usando sua nova política atéia de exílio, eles [os Sionistas] provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Segunda Guerra Mundial... O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pels líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus..."
Citação: = Rabino Schwartz, New York Times, 30 de setembro de 1997!
Facsímile: = Daily Express, Londres, 24 de março de 1933!
"JUDÉIA DECLARA GUERRA À ALEMANHA - JUDEUS DE TODO O MUNDO UNIDOS EM AÇÃO. BOICOTE DAS MERCADORIAS ALEMÃS."
(Daily Express, 24 de março de 1933)
Assim foi como os líderes sionistas iniciaram a II Guerra Mundial de acordo com revelações impressionantes dos Judeus Fiéis à Torah.
The New York Times
30 de setembro de 1997
De acordo com a Torah, nós devemos declarar que os verdadeiros judeus se opõem a estes atos: pedidos para, investigações de, acusações e exigências contra a Suíça, (bancos, governo e instituições) ou qualquer nação. Nós não pegaremos qualquer dinheiro ou propriedade daí resultante. Certamente nós nos opomos a ameaças de boicote, táticas coercivas, insultos e intimidação.
Nós sabemos que, durante a guerra, a Suíça foi um porto seguro para milhares de judeus, incluindo aqueles admitidos de países vizinhos ocupados, e que os judeus viviam lá pacificamente. Além disso, a Suíça e a Suécia providenciaram - correndo grande risco - safe houses em Budapeste que abrigaram 100.000 Jews.
A CRENÇA E O ENSINAMENTO DA TORAH DURANTE O EXÍLIO
We have been forsworn por Deus para "não entrar na Terra Santa como um corpo antes do tempo predestinado", "não se rebelar contra as nações", ser cidadãos leais, nada fazer contra a vontade ou a honra de uma nação, não procurar vingança, discórdia, restituição ou compensação; "não deixar o exílio antes do tempo." Ao contrário, nós devemos ser humildes e aceitar a punição do exílio. Violar os juramentos resultaria em "sua carne será tornada caça como o cervo e o antílope na floresta," e a redenção será adiada. (Tratado do Talmud Ksubos 111).Violar os julgamentos não é apenas um pecado, é uma heresia porque vai contra os fundamentos de nossa Crença.
Antes de o Todo-Poderoso nos dar a Terra Santa 3268 anos atrás, Ele estipulou estas condições: Se obedecermos à Torah, é nossa; se não, seremos expulsos. Nós pecamos, e fomos exilados da terra "Umipnay chatoenu golenu mayartsenu". Apenas através de arrependimento completo o Todo-Poderoso sozinho, sem qualquer esforço ou intervenção humanas, vai nos redimir do exílio. Isto será depois de o Deus enviar o profeta Eliyu e Moshiach que irão fazer os judeus excutarem arrependimento completo. Neste tempo haverá paz universal.
Qualquer sofrimento no exílio é punição divina e não devemos fazer nada sobre isso por nossa conta porque as nações onde sofremos são apenas instrumentos da raiva de Deus por nossos pecados (texto em hebraico aqui). A Torah nos ensina como sobreviver durante o exílio (texto em, hebraico aqui) através de sermos humildes, (not vindictive, demanding or vengeful). A Torah nos dá um exemplo disso e diz que no oceano se deve ir debaixo da onda (Tratado do Talmud Yevomus 121). Nós temos que aceitar a punição; se formos contra ela, sofreremos mais. O único modo de aliviar o sofrimento durante o exílio é através do arrependimento. Nós devemos corrigir nossos caminhos e rezar para que Deus não nos puna novamente.
O povo judeu ficou fiel à Crença por mais de 1800 anos e lidou com os problemas do exílio de acordo e jamais pediu por coisas tiradas deles até o advento do Sionismo, 100 anos atrás.
A POLÍTICA DE EXÍLIO SIONISTA
Os Sionistas não acreditam que os judeus são uma nação especial (texto em hebraico aqui), mas dizem que os judeus são um povo nacionalista, uma nação como todas as nações, e que podem resolver seus problemas através de seu próprio poder (texto hebraico aqui) usando a palavra de ordem "Nunca Mais!" Eles dizem que nós judeus fomos exilados porque tínhamos um exército fraco e sofremos no exílio porque não nos levantamos fisicamente e politicamente, não falamos alto, sem vergonha, deixamos que nos enganem e não exigimos restituição. Eles afirmam que com um exército forte podemos nos retirar do exílio.Usando sua nova política atéia de exílio, eles provocaram e aumentaram o anti-semitismo na Europa que levou à Guerra Mundial e à destruição dos judeus europeus. Todos os grandes rabinos haviam avisado das terríveis conseqüências da heresia sionista. A mesma política de exílio causou problemas no Oriente Médio onde os judeus tinham vivido pacificamente com os árabes até o advento do Sionismo. Agora as mesmas táticas estão sendo usadas contra os suíços e outras nações.
O ato isolado de procurar compensação e restituição de uma nação - mesmo sem ameaças - provoca anti-semitismo, quer eles recebam ou não o que querem. O anti-semitismo é um fenômeno que serve ao objetivo primário do Sionismo - aumentar a imigração para o seu estado. Isto é evidenciado pelo fato de que toda a campanha contra os suíços foi iniciada no Estado sionista por Avraham Burg, chefe da Agência Judaica (a organização sionista que promove a imigração ao Estado sionista).
CHUTZPAH SIONISTA
Como puderam os líderes sionistas e o Congresso Mundial Judaico (uma importante organização sionista) pedir propriedade judaica? O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração aberta de guerra contra a Alemanha iniciados pels líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico enfureceram Hitler, que assim ameaçou destruir os judeus. Então a Conferência de Wannsee, de janeiro de 1942, decidiu o destino dos judeus, e o sofrimento de verdade começou. Os sionistas também recusaram e bloquearam esforços de salvamento e suprimentos de comida durante a guerra. Seu lema era "Rak B'Dam (Apenas com sangue conseguiremos a terra)"
NÓS DECLARAMOS
* O Estado Sionista ou qualquer organização sionista, ou uma que se auto-dneomina "Conselho Ortodoxo Mundial" e qualquer indivíduo envolvido neste tema não representa os Judeus fiéis à Torah.
* Os judeus fiéis à Torah pedem que os políticos envolvidos com o assunto parem de lidar com isso.
NÓS AQUI PROCLAMAMOS:
O Sionismo é uma heresia, e os verdadeiros judeus não são contaminados pelo Sionismo. Judeus verdadeiros não se envolvem com as atividades sionistas. De acordo com a Torah, não nos é permitido insultar, humilhar ou dominar outro povo.
* Toda terra deve ser devolvida à nação palestina, e outras terras ocupadas devem ser devolvidas à Síria e ao Líbano.
* Políticos sionistas e seus companheiros de viagem, mesmo se aparentarem religiosidade, não falam pelo povo judeu. De fato, a conspiração sionista contra a tradição e lei judaicas tornam o Sionismo e todos os seus feitos e entidades os arqui-inimigos do povo judeu!
AMERICAN NETUREI KARTA
AMIGOS DE JERUSALEM
Rabbi Schwartz - P.O.B. 1030, New York, NY 10009
Fonte http://radioislam.org/islam/portugues/textes/nytimes.htm
segunda-feira, 5 de março de 2012
O controle pela religião tem sido um instrumento de poder somente da elite sacerdotal católica ou do capital internacional judaico?
Seriam os judeus os detentores do poder de Deus? Ou fabricantes e financistas do monoteísmo?
Muito revelador o texto abaixo onde, também a "supremacia" judaica e o seu narcisismo característico são explícitos:
"Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como o centro da humanidade, em torno do qual se reunirão os gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade da humanidade se fará pela unidade religiosa."(palavras do judeu Isidoro Loeb,Paris,1882;pág.218, em La litterature des pauvres dans la Bible".
No post anteiror(o de 16 de janeiro de 2012) eu falei sobre a religião da Nova Ordem Mundial(Ditadura judaica Global) a religião Baha´i, e que são os judeus sionistas os seus financistas e criadores. Somando ao que disse o judeu Isidoro no trecho acima e lembrando um dos preceitos da religião Baha'i o que podemos observar de comum ou ideal indêntico?
“A política divina governará o mundo, pois a política divina é a unicidade da humanidade”. (Palestra de Abdu’l’bahá de 30/04/1912 na Reunião Pública de Conclusão da Convenção da União do Templo Bahá'í ).”
Uma dica que sempre dou aos que ainda teimam em não ver óbvio é que para entender de vez as relações de poder e a religião como instrumento a seu serviço, é preciso "rastrear" as dinastias das poderosas e riquíssimas famílias da antiga rússia e européias, e finalmente vê-las orquestrando com maestria tanto a sua religião interna(o judaísmo) como a sua religião externa (o cristianismo e a sua igreja ) como um grande negócio para vender os "gentios" . A religião organizada sob o monoteísmo esteve e sempre estará ao serviços da elite que a controla. O monoteísmo foi essencial para estabelecer a monarquia sacerdotal e o comércio mercantilista para estabelecer a hegemonia do poder do capital. Quem controla a religião ou as religiões monoteístas são os mesmos que detém o poder político e por fim(finalidade) ao econômico. Por mais que eu não goste de padres, nunca conheci nehum que tenha um banco, mas curiosamente todos os rabinos mais famosos desde os mais antigos até os atuais são ou eram de famílias de banqueiros. Obviamente que o Estado do Vaticano concentra a riqueza dos padres(e freiras) enquanto lhes convencem aos votos de pobreza("ótima" estratégia). Mas curiosamente para aqueles que não se deram ao trabalho de uma pesquisa intensa, são as mesmas famílias(clãs/dinastias)que se destacam em ambos os lados, aparentemente antagônicos: judeus X cristãos, ou cristianismo X judaísmo, religião X poder político/econômico, são sempre os mesmos: as pouquíssimas e poderossíssimas famílias russo/européias a reger com punhos de ferro todos os detalhes entre os céus e a Terra, os "anjos" e os "demônios", o paraíso e o inferno.
Muito revelador o texto abaixo onde, também a "supremacia" judaica e o seu narcisismo característico são explícitos:
"Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como o centro da humanidade, em torno do qual se reunirão os gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade da humanidade se fará pela unidade religiosa."(palavras do judeu Isidoro Loeb,Paris,1882;pág.218, em La litterature des pauvres dans la Bible".
No post anteiror(o de 16 de janeiro de 2012) eu falei sobre a religião da Nova Ordem Mundial(Ditadura judaica Global) a religião Baha´i, e que são os judeus sionistas os seus financistas e criadores. Somando ao que disse o judeu Isidoro no trecho acima e lembrando um dos preceitos da religião Baha'i o que podemos observar de comum ou ideal indêntico?
“A política divina governará o mundo, pois a política divina é a unicidade da humanidade”. (Palestra de Abdu’l’bahá de 30/04/1912 na Reunião Pública de Conclusão da Convenção da União do Templo Bahá'í ).”
Uma dica que sempre dou aos que ainda teimam em não ver óbvio é que para entender de vez as relações de poder e a religião como instrumento a seu serviço, é preciso "rastrear" as dinastias das poderosas e riquíssimas famílias da antiga rússia e européias, e finalmente vê-las orquestrando com maestria tanto a sua religião interna(o judaísmo) como a sua religião externa (o cristianismo e a sua igreja ) como um grande negócio para vender os "gentios" . A religião organizada sob o monoteísmo esteve e sempre estará ao serviços da elite que a controla. O monoteísmo foi essencial para estabelecer a monarquia sacerdotal e o comércio mercantilista para estabelecer a hegemonia do poder do capital. Quem controla a religião ou as religiões monoteístas são os mesmos que detém o poder político e por fim(finalidade) ao econômico. Por mais que eu não goste de padres, nunca conheci nehum que tenha um banco, mas curiosamente todos os rabinos mais famosos desde os mais antigos até os atuais são ou eram de famílias de banqueiros. Obviamente que o Estado do Vaticano concentra a riqueza dos padres(e freiras) enquanto lhes convencem aos votos de pobreza("ótima" estratégia). Mas curiosamente para aqueles que não se deram ao trabalho de uma pesquisa intensa, são as mesmas famílias(clãs/dinastias)que se destacam em ambos os lados, aparentemente antagônicos: judeus X cristãos, ou cristianismo X judaísmo, religião X poder político/econômico, são sempre os mesmos: as pouquíssimas e poderossíssimas famílias russo/européias a reger com punhos de ferro todos os detalhes entre os céus e a Terra, os "anjos" e os "demônios", o paraíso e o inferno.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
A religião judaico-nazi-sionista da Nova Ordem Mundial
A Nova Ordem mundial já tem a sua sede, a sua religião universal e agora só falta nomear o seu “sacerdote” presidente mundial. Quem será? Charles ou William?
A “fé” baha’i
Lembram-se quando eu falei há mais de 5 anos atrás sobre o que a direção “espiritual” da seita judaico gnóstica a qual eu pertencia(ainda bem que acordei a tempo não estou mais lá é claro), me “revelou”?
Me falaram em forma de “profecia”(bem a moda judaica) que todas as religiões iriam se tornar uma . Achei aquilo um absurdo, mas engoli. Hoje entendo que unificar religiões faz todo o sentido quando se quer ter maior poder e portanto instalar uma plutocracia. Mas é claro que não era uma profecia porque eles são parte do grupo que está programando isso, portanto uma agenda e não uma profecia, é óbvio né. Unificar as religiões (com o pretexto de selar a paz mundial), eliminar fronteiras entre os países, e os estados com o pretexto de facilitar o livre comércio, são táticas de quem quer estabelecer domínio absoluto. Só não vê isso quem não quer ou não tem miolos para tanto. E quem puder pesquisar mais profundamente verá a verdadeira razão de se estabelecerem acampamentos de judeus para tomarem o monte Carmelo(onde será construído o palácio templo) sede do Governo Mundial(gente é incrível como a elite judaica internacional usa e abusa da massa judaica. A nova religião que de nova não tem nada, é apenas uma versão do antigo judaísmo do velho testamento adaptada para os dias de hoje, e assim como a bíblia está repleta de absurdos .(por favor leiam o livro das leis dessa terrível religião que irá colocar o cristianismo no chinelo e estabelecer um neo-judaísmo.
As leis do Kitab-i-Aqdas( a “bíblia” da “fé” baha’i), será a futura carta magna da civilização mundial, Baha’u’llah se considera ao mesmo tempo o Juiz, o Legislador, o Unificador e o Redentor da humanidade. O livro do Kitáb substituirá a Bíblia sagrada e deverá ser considerado o novo “Livro de Deus” pela ONU-UNESCO. Nele, Baha’u’llah estabelece a Casa Universal de Justiça como sede do governo mundial.
Ex.lei asbsurda do kitabi:
“A política divina governará o mundo, pois a política divina é a unicidade da humanidade”. (Palestra de Abdu’l’bahá de 30/04/1912 na Reunião Pública de Conclusão da Convenção da União do Templo Bahá'í ).”
Para quem duvida da influência desse cara o tal bahá. Lembra da foto acima.
A influência no Brasil: O deus da onu (Baha’u’llah) é muito conhecido entre os deputados em Brasília, mas bem desconhecido dos brasileiros. O nome de blasfêmia não está escrito apenas nas cabeças da besta descrita acima, mas em todos os deputados independente de partido ou religião. O congresso nacional segue as leis do Kitáb-iaqdas e não a Bíblia:
Senadores, Deputados Federais, Autoridades Federais do Executivo e do Judiciário, Representantes de Organizações Não-Governamentais e mais de uma centena de bahá’ís ocupam o plenário do Congresso Nacional. Pontualmente às 15 horas, todos se postam em pé e ansiosos dirigem o olhar para a entrada principal do plenário de onde surge Amatu’l-Bahá Ruhíyyih Khanum... Os corações estão acelerados, as lágrimas contagiam de terna emoção aquele recinto solene. Estamos testemunhando o início de um eloquente tributo de amor e respeito pelos ensinamentos de Bahá’u’lláh,
Deputados representando 14 partidos políticos se revesam na tribuna enaltecendo os esforços e a vida de Ruhíyyih Khanum dedicada à promoção da unidade entre os povos do mundo
O painel registra a presença de noventa deputados federais no plenário. São eles, em ordem alfabética: Adauto Ferreira, Adilson Motta, Adroaldo Strock, Albérico Cordeiro, Alberto Cordeiro, Alberto Goldman, Alcides Modesto - (Quem fez a oração de unidade), Alzira Ewerton, Ana Júlia, Aníbal Gomes, Antônio Feijão*, Antonio Sérgio Carneiro, Arnaldo Faria Sá, Arnaldo Madeira, Arthur Virgílio, Augustim Freitas, Ayrton Xerxes, Benedito Guimarães, Carlos Airton, Carlos Camurça, Ceci Cunha, Célia Mendes, Costa Ferreira, De Valasco, Domingos Leonelli, Eduardo Jorge, Emanuel Fernandes, Enio Bacci, Euripedes Miranda, Fernando Diniz, Fetter Junior, Flávio Arns, Franco Montoro, Gedel Vieira Lima, Genésio Bernardino, Henrique E. Alves, Herculano Anchinetti, Hilário Coimbra, Jairo Carneiro, João Coser, João Leão, João Mendes, João Pizzolatti, José Brilhante, José Coimbra, José Genoino, Junia Maria, Laura Carneiro, Leônidas Cristino, Luciano Castro, Luciano Zica, Luis Eduardo, Luiz Buaiz, Luiz Gushiken, Marçal Filho, Marcia C. Viana, Maria Valadão, Marcelo Deda, Mario Cavallazzi, Nelson Branco, Nelson Meuser, Nilton Temer, Odílio Balbonotti, Olávio Rocha, Oscar Goldoni, Padre Roque, Pauderney Avelino, Paulo Baner, Paulo Bernardo, Paulo Delgado, Paulo Titan, Pedro Wilson, Ricardo Heráclio, Ricardo Izar, Roberto Campos, Roberto Paulino, Robson Tuma, Romel Anísio, Salomão Cruz, Salvador Zimbaldi, Samuel Carvalho, Severino Cavalcanti, Silvio Lopes, Telma Souza, Vadão Gomes, Valdemar Guedes, Vilma Rocha, Werner Wander, Zulaie Cobra.
A maior parte dos deputados apóiam e trabalham para que sejam implantadas as leis do Kit-ab-i-aqdas no Brasil e também a economia divina de Baha’u’llah para a humanidade (AP.13:17). Abaixo apenas alguns depoimentos –só alguns, em apóio a causa mundial da Fé:
O SR. LUIZ GUSHIKEN (PT-SP. Pronuncia o seguinte discurso) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Ilma. Sra. Ruhiyyih Rabbani, demais membros da comunidade Bahá’í, minhas senhoras e meus senhores, há quatro anos, exatamente no dia 28 de maio de 1992, esta Casa se enalteceu ao promover sessão solene de homenagem ao Centenário da Ascensão de Bahá’u’lláh, fundador da Fé Bahá’í.
Mas, é na difusão do princípio de unidade do gênero humano que as idéias defendidas pela Sra. Rabbani encontram plena expressão e atualidade. Decorre desse princípio a arquitetura do mais grandioso projeto político jamais imaginado pelo homem: uma instituição mundial, que com seus poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Militar, organizada democraticamente a partir da vontade soberana das nações e capaz de promover a paz mundial e a justiça social.
Dessse princípio decorre também a criação de uma lealdade mais ampla entre os homens, capaz de superar os limites de nacionalidade, Religião, sexo, cor, etc.
Foi Bahá’u’lláh quem formulhou a idéia-síntese desse princípio ao afirmar que “A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos.”
O SR. FRANCO MONTORO - Congratulo-me com V. Exa. e com os promotores desta homenagem. Se a idéia de uma paz universal de um governo mundial é um sonho que na época, já no início do mundo moderno Kant (?) intitulou o seu livro “O mundo de a paz, de paz universal”, esse velho sonho tem hoje uma atulaidade extraordinária. Esta globalização caminha no aspecto econômico, no aspecto tecnológico e exatamente por isso é necessário que se dê a ela uma alma.”(fonte: http://apocalipsetotal.blogspot.com).
Nota: embora seja um site religioso não posso deixar de admirar o seu trabalho de desmascaramento ainda que seja em última isnstância pelo medo da concorrência da nova religião. Prefiro não acreditar nesse motivo.
(lei do livro Kitab):
K-81. Ó reis da terra! A Lei Suprema foi revelada neste Lugar, neste cenário de transcendente esplendor. Cada coisa oculta veio à luz, graças à Vontade do Ordenador Supremo, Aquele que fez soar a Hora Final, por Quem se partiu a lua e se expôs todo decreto irrevogável.
Mas a pregação de “amor” nessa religião vai só até certo ponto para os mais atentos, como podemos ler em uma de suas leis do Kitab:
Olho por olho
62. Se alguém intencionalmente incendeia uma casa, queimai-o também; se deliberadamente tira a vida de outrem, matai-o.
É ou não é o judaísmo do velho testamento? Esses caras são dinossauros, em que mundo pensão que estão? Mas uma coisa é certa e fato: essas idéias estão na base da agenda da elite global e sendo implantadas uma a uma, e esses bahais são recebidos com toda pompa em todos os palácios de todos os governos mundiais, inclusive aqui no Brasil.
A comunidade Bahá’i, através do ECOSOC (conselho econômico e social da ONU), combinou a política neoliberal, onde o estado possui a mínima participação nos rumos da economia de um país. O monte Carmelo era um lugar de sacrifícios humanos de uma antiga religião Cananéia, e tem todos os fundamentos do antigo mitraísmo, mas “prega” uma mistura de várias religiões, que na realidade foram partes retiradas desse antigo mitraismo.
Esse antigo mitraismo foi desde sempre a religião de reis, imperadores e de toda a elite européia, inclusive do alto clero da igreja, da maçonaria e dos judeus aristocratas.
A elite judaica sionista instalará sob o monte Carmelo o seu governo mundial, isto é a sua plutocracia, que a moda mitraísta será um governo lobo em pele de cordeiro, venderá a paz universal mas será o mais sangrento de todos os tempos. Sabem onde a nova ordem mundial está sendo testada na prática em todos os seus aspectos e já sob o poder do monarca universal? Já ouviram falar sobre o condado da cornualha(aliás o nome tudo haver)? Pesquisem inclusive na net sobre o príncipe Charles e o seu próprio estado(paralelo) ou país dentro da própria Inglaterra. Aliás é um “hábito” dos judeus sionistas construírem estados paralelos parasitas dentro de outros estados. E as suas tão choramingadas expulsões(só das massas mas nunca o topo da elite abriu mão de seus privilégiso nas cortes) sempre tiveram tudo haver com essa postura e quase nunca com perseguições religiosas por preconceito como nos fizeram crer. Não estou dizendo que a Igreja era inocente, claro que não afinal ela estava defendendo seus interesses políticos e financeiros também.
Mas tudo não foi em vão pois o quinto império(judaico) ou a Nova Ordem Mundial já está a se erguer no monte Carmelo. Os judeus Rothischid conseguiram finalmente anexar o planeta.
A religião mundial baha’i, foi criada pelos sionsitas para testar, modelar e dar os primeiros passos na aceitação da população mundial de que é preciso um governo mundial. Judaico sionista nunca abriu mão da religião como ferramenta de convencimento e arrebanhamento de seguidores de suas idéias. Segundo um dos principais conselhos de Maquiavel é que o príncipe obtenha o apoio do povo e instale o seu governo com o seu consentimento. Então, ao lermos atentamente as leis dessa religião mundial veremos claramente que ela se faz sedutora por demais. É claro que o mundo não aceitaria uma plutocracia um regime sangrento e brutal, mesmo que a Nova Ordem Mundial seja tudo isso(só mais tarde é claro) ela deverá se apresentar com as melhores das intenções, obviamente que apresentando os melhores ideais e postulando defendê-los. Mas isso tudo é só até o mundo estar subjugado, totalmente dependente do governo mundial, aí então será tarde demais, para reconhecer que todos os governos, sociedades e pessoas se colocaram ou se entregaram a essa plutocracia que decidirá quem viverá quem nascerá, quem morrerá, o que iremos comer, o que iremos plantar, o que iremos vestir... Somente o que a elite plutocrata preterida de deus e dona do planeta permitir.
A “fé” baha’i
Lembram-se quando eu falei há mais de 5 anos atrás sobre o que a direção “espiritual” da seita judaico gnóstica a qual eu pertencia(ainda bem que acordei a tempo não estou mais lá é claro), me “revelou”?
Me falaram em forma de “profecia”(bem a moda judaica) que todas as religiões iriam se tornar uma . Achei aquilo um absurdo, mas engoli. Hoje entendo que unificar religiões faz todo o sentido quando se quer ter maior poder e portanto instalar uma plutocracia. Mas é claro que não era uma profecia porque eles são parte do grupo que está programando isso, portanto uma agenda e não uma profecia, é óbvio né. Unificar as religiões (com o pretexto de selar a paz mundial), eliminar fronteiras entre os países, e os estados com o pretexto de facilitar o livre comércio, são táticas de quem quer estabelecer domínio absoluto. Só não vê isso quem não quer ou não tem miolos para tanto. E quem puder pesquisar mais profundamente verá a verdadeira razão de se estabelecerem acampamentos de judeus para tomarem o monte Carmelo(onde será construído o palácio templo) sede do Governo Mundial(gente é incrível como a elite judaica internacional usa e abusa da massa judaica. A nova religião que de nova não tem nada, é apenas uma versão do antigo judaísmo do velho testamento adaptada para os dias de hoje, e assim como a bíblia está repleta de absurdos .(por favor leiam o livro das leis dessa terrível religião que irá colocar o cristianismo no chinelo e estabelecer um neo-judaísmo.
As leis do Kitab-i-Aqdas( a “bíblia” da “fé” baha’i), será a futura carta magna da civilização mundial, Baha’u’llah se considera ao mesmo tempo o Juiz, o Legislador, o Unificador e o Redentor da humanidade. O livro do Kitáb substituirá a Bíblia sagrada e deverá ser considerado o novo “Livro de Deus” pela ONU-UNESCO. Nele, Baha’u’llah estabelece a Casa Universal de Justiça como sede do governo mundial.
Ex.lei asbsurda do kitabi:
“A política divina governará o mundo, pois a política divina é a unicidade da humanidade”. (Palestra de Abdu’l’bahá de 30/04/1912 na Reunião Pública de Conclusão da Convenção da União do Templo Bahá'í ).”
Para quem duvida da influência desse cara o tal bahá. Lembra da foto acima.
A influência no Brasil: O deus da onu (Baha’u’llah) é muito conhecido entre os deputados em Brasília, mas bem desconhecido dos brasileiros. O nome de blasfêmia não está escrito apenas nas cabeças da besta descrita acima, mas em todos os deputados independente de partido ou religião. O congresso nacional segue as leis do Kitáb-iaqdas e não a Bíblia:
Senadores, Deputados Federais, Autoridades Federais do Executivo e do Judiciário, Representantes de Organizações Não-Governamentais e mais de uma centena de bahá’ís ocupam o plenário do Congresso Nacional. Pontualmente às 15 horas, todos se postam em pé e ansiosos dirigem o olhar para a entrada principal do plenário de onde surge Amatu’l-Bahá Ruhíyyih Khanum... Os corações estão acelerados, as lágrimas contagiam de terna emoção aquele recinto solene. Estamos testemunhando o início de um eloquente tributo de amor e respeito pelos ensinamentos de Bahá’u’lláh,
Deputados representando 14 partidos políticos se revesam na tribuna enaltecendo os esforços e a vida de Ruhíyyih Khanum dedicada à promoção da unidade entre os povos do mundo
O painel registra a presença de noventa deputados federais no plenário. São eles, em ordem alfabética: Adauto Ferreira, Adilson Motta, Adroaldo Strock, Albérico Cordeiro, Alberto Cordeiro, Alberto Goldman, Alcides Modesto - (Quem fez a oração de unidade), Alzira Ewerton, Ana Júlia, Aníbal Gomes, Antônio Feijão*, Antonio Sérgio Carneiro, Arnaldo Faria Sá, Arnaldo Madeira, Arthur Virgílio, Augustim Freitas, Ayrton Xerxes, Benedito Guimarães, Carlos Airton, Carlos Camurça, Ceci Cunha, Célia Mendes, Costa Ferreira, De Valasco, Domingos Leonelli, Eduardo Jorge, Emanuel Fernandes, Enio Bacci, Euripedes Miranda, Fernando Diniz, Fetter Junior, Flávio Arns, Franco Montoro, Gedel Vieira Lima, Genésio Bernardino, Henrique E. Alves, Herculano Anchinetti, Hilário Coimbra, Jairo Carneiro, João Coser, João Leão, João Mendes, João Pizzolatti, José Brilhante, José Coimbra, José Genoino, Junia Maria, Laura Carneiro, Leônidas Cristino, Luciano Castro, Luciano Zica, Luis Eduardo, Luiz Buaiz, Luiz Gushiken, Marçal Filho, Marcia C. Viana, Maria Valadão, Marcelo Deda, Mario Cavallazzi, Nelson Branco, Nelson Meuser, Nilton Temer, Odílio Balbonotti, Olávio Rocha, Oscar Goldoni, Padre Roque, Pauderney Avelino, Paulo Baner, Paulo Bernardo, Paulo Delgado, Paulo Titan, Pedro Wilson, Ricardo Heráclio, Ricardo Izar, Roberto Campos, Roberto Paulino, Robson Tuma, Romel Anísio, Salomão Cruz, Salvador Zimbaldi, Samuel Carvalho, Severino Cavalcanti, Silvio Lopes, Telma Souza, Vadão Gomes, Valdemar Guedes, Vilma Rocha, Werner Wander, Zulaie Cobra.
A maior parte dos deputados apóiam e trabalham para que sejam implantadas as leis do Kit-ab-i-aqdas no Brasil e também a economia divina de Baha’u’llah para a humanidade (AP.13:17). Abaixo apenas alguns depoimentos –só alguns, em apóio a causa mundial da Fé:
O SR. LUIZ GUSHIKEN (PT-SP. Pronuncia o seguinte discurso) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Ilma. Sra. Ruhiyyih Rabbani, demais membros da comunidade Bahá’í, minhas senhoras e meus senhores, há quatro anos, exatamente no dia 28 de maio de 1992, esta Casa se enalteceu ao promover sessão solene de homenagem ao Centenário da Ascensão de Bahá’u’lláh, fundador da Fé Bahá’í.
Mas, é na difusão do princípio de unidade do gênero humano que as idéias defendidas pela Sra. Rabbani encontram plena expressão e atualidade. Decorre desse princípio a arquitetura do mais grandioso projeto político jamais imaginado pelo homem: uma instituição mundial, que com seus poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Militar, organizada democraticamente a partir da vontade soberana das nações e capaz de promover a paz mundial e a justiça social.
Dessse princípio decorre também a criação de uma lealdade mais ampla entre os homens, capaz de superar os limites de nacionalidade, Religião, sexo, cor, etc.
Foi Bahá’u’lláh quem formulhou a idéia-síntese desse princípio ao afirmar que “A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos.”
O SR. FRANCO MONTORO - Congratulo-me com V. Exa. e com os promotores desta homenagem. Se a idéia de uma paz universal de um governo mundial é um sonho que na época, já no início do mundo moderno Kant (?) intitulou o seu livro “O mundo de a paz, de paz universal”, esse velho sonho tem hoje uma atulaidade extraordinária. Esta globalização caminha no aspecto econômico, no aspecto tecnológico e exatamente por isso é necessário que se dê a ela uma alma.”(fonte: http://apocalipsetotal.blogspot.com).
Nota: embora seja um site religioso não posso deixar de admirar o seu trabalho de desmascaramento ainda que seja em última isnstância pelo medo da concorrência da nova religião. Prefiro não acreditar nesse motivo.
(lei do livro Kitab):
K-81. Ó reis da terra! A Lei Suprema foi revelada neste Lugar, neste cenário de transcendente esplendor. Cada coisa oculta veio à luz, graças à Vontade do Ordenador Supremo, Aquele que fez soar a Hora Final, por Quem se partiu a lua e se expôs todo decreto irrevogável.
Mas a pregação de “amor” nessa religião vai só até certo ponto para os mais atentos, como podemos ler em uma de suas leis do Kitab:
Olho por olho
62. Se alguém intencionalmente incendeia uma casa, queimai-o também; se deliberadamente tira a vida de outrem, matai-o.
É ou não é o judaísmo do velho testamento? Esses caras são dinossauros, em que mundo pensão que estão? Mas uma coisa é certa e fato: essas idéias estão na base da agenda da elite global e sendo implantadas uma a uma, e esses bahais são recebidos com toda pompa em todos os palácios de todos os governos mundiais, inclusive aqui no Brasil.
A comunidade Bahá’i, através do ECOSOC (conselho econômico e social da ONU), combinou a política neoliberal, onde o estado possui a mínima participação nos rumos da economia de um país. O monte Carmelo era um lugar de sacrifícios humanos de uma antiga religião Cananéia, e tem todos os fundamentos do antigo mitraísmo, mas “prega” uma mistura de várias religiões, que na realidade foram partes retiradas desse antigo mitraismo.
Esse antigo mitraismo foi desde sempre a religião de reis, imperadores e de toda a elite européia, inclusive do alto clero da igreja, da maçonaria e dos judeus aristocratas.
A elite judaica sionista instalará sob o monte Carmelo o seu governo mundial, isto é a sua plutocracia, que a moda mitraísta será um governo lobo em pele de cordeiro, venderá a paz universal mas será o mais sangrento de todos os tempos. Sabem onde a nova ordem mundial está sendo testada na prática em todos os seus aspectos e já sob o poder do monarca universal? Já ouviram falar sobre o condado da cornualha(aliás o nome tudo haver)? Pesquisem inclusive na net sobre o príncipe Charles e o seu próprio estado(paralelo) ou país dentro da própria Inglaterra. Aliás é um “hábito” dos judeus sionistas construírem estados paralelos parasitas dentro de outros estados. E as suas tão choramingadas expulsões(só das massas mas nunca o topo da elite abriu mão de seus privilégiso nas cortes) sempre tiveram tudo haver com essa postura e quase nunca com perseguições religiosas por preconceito como nos fizeram crer. Não estou dizendo que a Igreja era inocente, claro que não afinal ela estava defendendo seus interesses políticos e financeiros também.
Mas tudo não foi em vão pois o quinto império(judaico) ou a Nova Ordem Mundial já está a se erguer no monte Carmelo. Os judeus Rothischid conseguiram finalmente anexar o planeta.
A religião mundial baha’i, foi criada pelos sionsitas para testar, modelar e dar os primeiros passos na aceitação da população mundial de que é preciso um governo mundial. Judaico sionista nunca abriu mão da religião como ferramenta de convencimento e arrebanhamento de seguidores de suas idéias. Segundo um dos principais conselhos de Maquiavel é que o príncipe obtenha o apoio do povo e instale o seu governo com o seu consentimento. Então, ao lermos atentamente as leis dessa religião mundial veremos claramente que ela se faz sedutora por demais. É claro que o mundo não aceitaria uma plutocracia um regime sangrento e brutal, mesmo que a Nova Ordem Mundial seja tudo isso(só mais tarde é claro) ela deverá se apresentar com as melhores das intenções, obviamente que apresentando os melhores ideais e postulando defendê-los. Mas isso tudo é só até o mundo estar subjugado, totalmente dependente do governo mundial, aí então será tarde demais, para reconhecer que todos os governos, sociedades e pessoas se colocaram ou se entregaram a essa plutocracia que decidirá quem viverá quem nascerá, quem morrerá, o que iremos comer, o que iremos plantar, o que iremos vestir... Somente o que a elite plutocrata preterida de deus e dona do planeta permitir.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Igreja Nazi-sionista Apostólica Romana Anglo-saxsonica Para quem ainda duvida de que a igreja é controlada pelos judeus sionistas e que o Nazismo foi uma obra da elite judaica nazisionista
A estrela judaico sionista na mitra(chapéu do Mitraismo que deveria ser considerado uma heresia pela própria igreja, mas curiosamente não o é ) do Papa, a cruz de malta em sua veste e que também foi dada por Hitler aos seus soldados mais eficientes....e logo abaixo: medalha nazisionista altamente reveladora!!!...quem ainda pode acreditar no Holoconto, ou na "eterna rivalidade" entre o cristianismo e o judaísmo?
É mais do que evidente que o nazismo foi financiado pela própria elite judaico-sionista.
São mais algumas das evidências de que toda a Humanidade é controlada e rigidamente mantida em uma espécie de realidade artificial, que uma poderosíssima elite global pareve reger como se tive uma batuta "mágica" a entorpecer as mentes numa sinfonia de horrores acreditando estarem ouvindo Mozart.
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